A Coordenação do Programa Universidade para Todos (ProUni), do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão), informa que os termos de atualização, suspensão ou encerramento referentes ao processo de atualização das bolsas ProUni 2026.1 foram emitidos e enviados aos e-mails dos bolsistas. Cada estudante deve realizar a assinatura eletrônica para finalizar o processo dentro do prazo estabelecido pelo programa.
Conforme o Ministério da Educação (MEC), por meio do Edital Nº 26 de 17 de abril de 2026, emitido pela Secretaria de Educação Superior (Sesu), o prazo para a atualização das bolsas do ProUni referente ao semestre 2026.1 encerra às 23h59 do dia 8 de maio.
O curso de Psicologia do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) está com inscrições abertas para o processo seletivo do Programa de Extensão em Psicologia Histórico-Cultural (PHC). A iniciativa tem caráter voluntário e é destinada a acadêmicos regularmente matriculados no curso.
As inscrições devem ser realizadas entre os dias 4 e 11 de maio, até às 23h55. Para participar, os candidatos precisam preencher o formulário on-line e anexar a documentação exigida: comprovante de matrícula, histórico escolar e carta de intenção.
O programa tem como objetivo articular formação teórica, análise da realidade social e intervenções em contextos institucionais, com base nos fundamentos da Psicologia histórico-cultural. As atividades são organizadas por meio de um grupo de estudos e de dois projetos: “Psicologia Histórico-Cultural e infâncias” e “Psicologia Histórico-Cultural e adolescências”.
Nesse contexto, a extensão universitária se configura como um espaço de integração entre teoria e prática, possibilitando a inserção dos estudantes em instituições sociais e contribuindo para o desenvolvimento de competências teóricas, analíticas e interventivas, além de fomentar processos reflexivos em organizações da sociedade civil.
Para mais informações, os interessados devem consultar o edital do processo seletivo.
O Núcleo de Carreira e Profissão (Nucap) do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) realizará a oficina “Entre o atendimento e o controle: o que sustenta seu negócio”. O encontro é voltado para estudantes concluintes da área da saúde e acontecerá no dia 7 de maio, das 14h às 17h, no Laboratório de Inovação, no Campus Lagoa Seca. Ao todo, serão ofertadas 40 vagas, com certificação de 4 horas. A oficina será ministrada pelas professoras Noélia Marques e Samara Facundo.
Confira o conteúdo programático:
Gestão estratégica na prática profissional em saúde;
Organização administrativa: fluxo de caixa, custos operacionais e precificação;
Posicionamento digital e construção de autoridade;
Definição de nicho e atração do público-alvo;
Processos, tomada de decisão e sustentabilidade profissional.
A oficina é uma oportunidade para estudantes concluintes da área da saúde desenvolverem competências essenciais de gestão aplicadas à prática profissional. A proposta é preparar os participantes para os desafios da transição entre a formação acadêmica e o exercício autônomo, trazendo uma visão mais estratégica sobre a atuação no mercado.
Logo na entrada do auditório, a recepção já antecipava o tom da cerimônia: Scooby, mascote do curso de Medicina Veterinária da Unileão, recebia os estudantes vestindo um mini jaleco, com um olhar castanho marcante e uma presença que arrancava sorrisos de quem passava por ele.
A cena, leve e simbólica, abria caminho para um dos momentos mais aguardados da graduação. Nos dias 29 e 30 de abril, os alunos das quatro turmas ingressantes no semestre 2026.1 participaram da Cerimônia do Jaleco, marco de boas-vindas ao universo da Medicina Veterinária.
Mais do que vestir uma peça, os alunos deram o primeiro passo simbólico em direção à futura atuação na área, acompanhados por familiares, professores e colegas.
A coordenadora do curso de Medicina Veterinária da Unileão, professora Juliana Almeida, destacou a importância do momento na formação dos estudantes. “Hoje, ao vestirem o jaleco pela primeira vez, vocês iniciam uma transformação não apenas acadêmica, mas humana. Esse jaleco vai acompanhar vocês em momentos inesquecíveis: no primeiro atendimento, no primeiro acerto e também nos primeiros erros, que vão ensinar mais do que qualquer livro. Ele será testemunha do crescimento de vocês”, destacou.
Ela fez ainda uma ressalva aos estudantes: “Nunca esqueçam: o valor desse jaleco não está no tecido, está em quem o veste. Está nas escolhas que vocês vão fazer, na forma como vão tratar cada vida que passar pelas suas mãos, na ética que vai guiar suas decisões, mesmo quando ninguém estiver olhando”, complementou.
“O currículo é individual,
mas a caminhada é coletiva”.
Quando nem todas as respostas são necessárias
Um dos oradores das turmas, Damião Davi Alcântara, compartilhou reflexões sobre o início da jornada acadêmica e os desafios do percurso:
“Olhando ao redor, é impossível não se questionar quem éramos quando chegamos aqui e quem estamos começando a nos tornar. Nem todo começo vem acompanhado de certezas. Às vezes, ele vem com dúvidas, com medo, com aquela sensação silenciosa de ‘será que eu dou conta?’. E talvez a verdade seja essa: ninguém aqui tinha todas as respostas quando entrou. E ainda bem. É no meio das incertezas que a gente cresce”, recordou.
Para ele, o ato de vestir o jaleco vem acompanhado de grande responsabilidade e de um compromisso com vidas que não falam, mas se expressam apenas com um olhar. “Que a gente nunca esqueça o porquê de ter começado. Que não percamos a sensibilidade diante da vida. E que, mesmo nos dias mais difíceis, a gente lembre que não está sozinho. O currículo é individual, mas a caminhada é coletiva. Hoje vestimos o jaleco, mas que, a partir de agora, seja ele que nos vista de compromisso, ética, coragem e vontade de fazer a diferença”, disse.
Caminhos diferentes, estradas que se cruzam
Outro orador, Pedro Antônio Nascimento, destacou as motivações pessoais que levam cada estudante até a profissão e o significado desse início:
“Cada um de nós chega até aqui por um caminho diferente. No meu caso, essa escolha começou ainda na infância, inspirado por alguém próximo: meu tio. Foi ele quem despertou em mim admiração e curiosidade pela área. Mais do que isso, ele me mostrou que cuidar dos animais é também cuidar da vida, do equilíbrio e da sociedade. E tenho certeza de que cada um aqui carrega uma história e um motivo especial que o trouxe até este momento”, relembrou.
Ele complementou: “Hoje, ao vestir esse jaleco, entendemos que ele não é apenas uma peça de roupa, ele é um símbolo, um compromisso que começamos a assumir agora: com a vida, com o cuidado, com a ciência, com a ética. Que não nos falte coragem para seguir, humildade para aprender e empatia para cuidar. Que possamos crescer não apenas como futuros profissionais, mas como seres humanos mais conscientes e responsáveis”, concluiu.
Às oito da manhã, antes mesmo de chegar à sala onde coordena o Comitê de Sustentabilidade, Ana Isabel Calixto já atravessou corredores que conhece há mais de vinte anos. Cumprimenta funcionários da portaria, encontra professores, resolve pequenas demandas no caminho. Em alguns desses espaços, ela já esteve em funções diferentes: primeiro como aluna de MBA, depois na recepção, mais tarde como professora e, hoje, como gestora.
A rotina mudou muitas vezes desde 2003, quando entrou na Unileão com um plano bem definido: estudar, crescer e conquistar espaço dentro da instituição. O que talvez ela não imaginasse era que, duas décadas depois, sua própria trajetória se confundiria com a da faculdade.
“Meu sobrenome passou a ser Unileão”, costuma dizer.
Crescer onde se começou
Formada em Biologia, Ana Isabel queria seguir carreira acadêmica e via na instituição uma possibilidade concreta de se tornar professora universitária. Enquanto construía esse caminho, assumiu um posto na recepção. Depois da especialização, veio o convite para se tornar docente. Mais tarde, concluiu o mestrado em Desenvolvimento Regional Sustentável e participou da estruturação do núcleo que deu origem ao atual Comitê de Sustentabilidade, que hoje coordena.
Ao longo desse período, acompanhou também mudanças pessoais importantes. Os filhos cresceram — hoje têm 23 e 18 anos — e, para ela, as duas histórias caminharam juntas. A relação com o trabalho deixou de ser apenas profissional e passou a envolver pertencimento e identificação.
“O trabalho precisa ser um lugar de bem-viver. Aqui, existe muito trabalho, mas também amizade, parceria e construção coletiva. Quando a gente trabalha com dedicação, consegue ser visto e consegue crescer”, afirma.
O aprendizado como motivo para continuar
A trajetória de Herminig Everson mostra que esse movimento não está restrito à sala de aula ou aos cargos acadêmicos.
Hoje ele lidera uma equipe de 33 pessoas no Departamento de Tecnologia da Informação (DTI), mas a entrada na instituição aconteceu sem planejamento. Nascido em Santarém, no Pará, e filho de cearenses, mudou-se ainda adolescente para o Cariri, quando os pais decidiram voltar à terra natal.
Em 2005, enquanto cursava Administração, enfrentava dificuldades financeiras para pagar a faculdade. Depois de várias tentativas frustradas de entregar currículos, acabou sendo percebido dentro da própria biblioteca do campus Crajubar. Ao ajudar espontaneamente uma aluna com um problema no computador, chamou a atenção do então coordenador de TI, que o convidou para um estágio.
O estágio virou efetivação. Depois vieram novas responsabilidades com a abertura de novos campi e o crescimento da estrutura institucional. Quando foi contratado, passou a cuidar do campus Saúde. Com a expansão para o campus Lagoa Seca, assumiu a gestão de equipes e desenvolveu a liderança de forma paralela ao crescimento da universidade.
Hoje, com quase duas décadas de trajetória, ele afirma que o que sustenta sua permanência é a possibilidade constante de aprender, embora reconheça que permanecer também significa lidar com desafios e recomeços.
“Quando comecei como estagiário, eu focava em aprendizado. Por mim, eu estagiava até de graça para poder aprender. Eu via aqui que existiam muitas coisas que eu ainda não sabia fazer, mas tinha os recursos necessários para aprender. A gente leva muita pancada, enfrenta dificuldades, mas o maior intuito é focar no aprendizado e nas habilidades que pode construir naquele momento”, reflete.
Foto: arquivo pessoal
Da portaria ao laboratório: uma permanência que atravessa setores
As histórias de Ana Isabel e Everson não são casos isolados. Um levantamento interno mostra que a Unileão possui 206 colaboradores com mais de dez anos de instituição. Desse total, 84 são técnicos-administrativos e 122 são docentes.
Os dados ajudam a mostrar que a longevidade profissional não está concentrada em funções específicas. Ela perpassa diferentes setores: portaria, infraestrutura, compras, financeiro, biblioteca, laboratório, manutenção, recursos humanos, reitoria, tecnologia da informação e coordenações acadêmicas. Há profissionais com 20 anos de casa na portaria e no setor de TI, colaboradores com 15 anos em laboratórios e manutenção, além de professores e coordenadores com longas trajetórias.
O que faz alguém escolher ficar
Para a professora Larissa Vasconcelos, que ministra a disciplina de Psicologia Organizacional na Unileão, a permanência hoje envolve propósito, desenvolvimento e alinhamento de valores.
“As pessoas permanecem onde conseguem responder, ainda que implicitamente, a três perguntas fundamentais: eu estou crescendo aqui? Eu sou valorizado aqui? O que eu faço aqui importa?”, analisa.
Por isso, de acordo com ela, o pertencimento precisa ser construído de forma concreta, não apenas simbólica.
“Pertencimento não se impõe. Ele é construído na experiência cotidiana. Organizações que conseguem cultivá-lo criam ambientes onde as pessoas não apenas ficam, mas escolhem permanecer”, afirma.
Neste sentido, sugere a professora, embora a flexibilidade seja a regra atual, ter pessoas que conhecem a história da instituição é um diferencial competitivo.
“Profissionais que permanecem por longos períodos, como Ana Isabel e Everson, representam algo muito valioso: eles são testemunhas da cultura, guardiões da história institucional e agentes de continuidade em um cenário de constante transformação”, diz.
Ficar como escolha
Vasconcelos considera ainda que, quando uma organização consegue oferecer reconhecimento, propósito e bons vínculos, ela deixa de ser apenas um local de trabalho e passa a ser um espaço de realização pessoal. As pessoas não ficam apenas pelo salário, elas ficam porque se sentem parte daquela história.
Para Ana Isabel, essa percepção também está ligada ao impacto que ela enxerga fora dos muros da instituição. “Hoje, a gente sabe que todos os espaços de comércio, de trabalho, de Juazeiro do Norte, têm um aluno da Leão Sampaio ou um profissional formado pela Unileão, e eu faço parte disso. Então, isso me orgulha bastante”.
O Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) informa que não haverá expediente acadêmico e administrativo na próxima sexta-feira, dia 1º de maio, em razão do feriado nacional do Dia do Trabalho. O Hospital Veterinário, por sua vez, terá funcionamento normal.
Sobre o feriado
A data foi oficializada como feriado em 1925, pelo então presidente Artur Bernardes e é celebrada anualmente. A origem da homenagem remonta à greve organizada por trabalhadores norte-americanos em prol da redução da jornada de trabalho, que na época era de 12 horas por dia. O movimento começou no dia 1 de maio de 1886 e se tornou um feriado internacional.
A Liga Acadêmica de Imunologia (LAI), dos alunos do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão), divulgou o edital de seleção para novos membros. Para se inscrever, os interessados devem preencher o formulário eletrônico disponível neste link, até o dia 4 de maio. Ao todo, são ofertadas 6 vagas para alunos regularmente matriculados na Unileão.
O processo seletivo será realizado em duas fases. A primeira consiste na realização de uma prova com o tema: “Propriedades e visão geral das respostas imunes”. A prova acontecerá no dia 6 de maio, às 14h, presencialmente no campus Saúde da Unileão, em sala a ser informada no perfil oficial da Liga no Instagram (@laiunileão). Na segunda etapa, os candidatos participarão de uma entrevista individual, agendada para o dia 7 de maio.
A ultrapassagem da linha de chegada para um corredor significa escrever mais um capítulo de superação. Os treinos, desafios e renovações da jornada são lembrados e transformados em força para um grande fechamento de prova. É assim que a atleta de alto rendimento Loise Victória ultrapassou a linha de chegada para receber não uma, mas três medalhas nos Jogos Universitários Cearenses (JUCs), realizados nos dias 11 e 12 de abril em Fortaleza, capital cearense.
Natural de Juazeiro do Norte, Loise é aluna do terceiro semestre do curso de Educação Física do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) e atleta por excelência. A paixão pela corrida foi herdada de seus pais, também atletas da modalidade, e responsáveis pela equipe de atletismo mais antiga da cidade, fundada em 1991. Loise compartilha que a mãe correu até os três meses de sua gestação e que, desde o nascimento, pode se inspirar no exemplo de casa. “As corridas que ela participava, as viagens, a maioria eu participava juntamente com ela e com o meu pai. Nisso não houve jeito, eu tomei gosto”, conta.
Durante a infância, seu pai a levava em corridas infantis que apareciam na região e, aos dez anos, a universitária decidiu começar a treinar por conta própria. “Até onde Deus pretender, eu não vou parar”, ressalta.
Treze anos depois, agora com 23 anos, a corredora representou a Unileão nos Jogos Universitários Cearenses e saiu consagrada como campeã dos 10.000 metros e vice-campeã dos 5.000 e 1.500 metros. As excelentes posições criam expectativas para a classificação nos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs) deste ano. Em 2025, Loise Victória percorreu esse caminho e levou a Unileão para a fase nacional em Brasília, tendo destaque como uma das seis melhores atletas femininas nas categorias de 5.000 e 10.000 metros do país.
Dos treinos às provas
De acordo com o site oficial das Olímpiadas, as corridas fazem parte de um leque de provas do atletismo, obrigatoriamente realizadas no sentido anti-horário e com a linha de chegada em um local comum para todas as provas. Os tipos de corrida variam: longa distância, de meia-distância, de velocidade, de revezamento e com barreiras.
Loise competiu nas de longa distância (10.000 e 5.000 metros) e na de média distância (1.500 metros). Essas provas exigem estratégias diferentes: nas mais longas, por exemplo, deve-se priorizar a resistência do corpo; e as de menor distância, a velocidade. A autoconsciência corporal é uma habilidade notória em atletas de alto rendimento, como Loise explica: “Eu tomo conhecimento da condição do meu corpo no aquecimento. Porque há dias e dias. Há dias que você está bem, outros dias não. Através do aquecimento eu já sei como o meu corpo vai responder durante a prova”.
Ter confiança é essencial para realizar uma boa prova, assim como lembrar de todo o treinamento e compreender que não é sobre ser melhor do que ninguém, mas sobre ser melhor do que si mesmo. Pouco antes da largada, Loise sabe que está preparada e pronta para se superar mais uma vez.
Mas até chegar no momento da competição, é preciso conciliar os treinos com estudo, trabalho e casa. “Quando entrei aqui na faculdade, eu treinava de noite. Aí nisso tive que me readaptar com relação aos meus treinamentos e minha rotina”, explica a estudante, que já possui uma graduação anterior em letras-inglês, “Comecei a treinar de manhã, de tarde, em horários quentes mesmo. Porque a aula começa às seis horas [da noite]”. A corredora treina de três a quatro horas por semana, além de participar de provas da região, como duas meias maratonas e a III Corrida Unileão.
Apoio e próximos passos
Loise Victória ingressou no Centro Universitário através do Programa Bolsa Social e relembra que o Complexo-Esportivo foi um dos principais motivos para a escolha da instituição. Hoje, ela usufrui de sua expertise como atleta e da estrutura do campus nas aulas que envolvem corrida.
A Unileão apoia o esporte universitário, desde os equipamentos até o incentivo para competir, garantindo o diferencial na vida de atletas universitários. Começar um curso de nível superior não deve implicar no abandono de uma parte fundamental da identidade do aluno, como o esporte é a de um atleta. “A Unileão me apoiou muito nas etapas do universitário. No ano passado, me ajudaram muito com as passagens para Brasília. Este ano também”, diz a corredora.
Para quem deseja participar de competições universitárias, o recado dela é claro: “Esporte é saúde”. Como atleta profissional, a competição se torna seu objetivo central, mas praticar esportes proporciona uma melhor qualidade de vida para qualquer um, competidor ou não.
Os próximos passos de Loise Victória são em direção a novos patamares, evoluindo e melhorando o ritmo, sem medo de ir atrás do que quer. No futuro, deseja se tornar treinadora e atuar no desenvolvimento de novos atletas. Sair do mundo da corrida não é uma opção, pois, segundo ela, é o que a faz ser quem é.
Os anais do II Seminário Democracia e Equidade Racial já estão disponíveis. O evento ocorreu no dia 10 de novembro de 2025 e discutiu a agenda antirracista, pautada em uma programação composta por temas como sofrimento ético-político, o papel do poder judiciário na busca por equidade racial e a educação antirracista.
O seminário foi uma parceria da OAB de Juazeiro do Norte e do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão), através da Comissão de Promoção de Igualdade Racial do órgão. Traçando estratégias de combate ao racismo através de reflexões e articulações, o processo de Equidade Social junto a Democracia é realizado na desestruturação de sistemas discriminatórios.
A Unileão promoverá, no dia 15 de maio, a XIV Cerimônia do Jaleco da Enfermagem, destinada aos estudantes ingressantes do curso. A solenidade acontecerá às 18h30, no auditório do Bloco A, no Campus Lagoa Seca, marcando simbolicamente o início da trajetória acadêmica dos futuros profissionais da área.
O evento reúne estudantes, professores, familiares e convidados, tornando o momento ainda mais significativo para aqueles que começam a construir sua formação na Enfermagem. A cerimônia representa um dos primeiros rituais acadêmicos da graduação e simboliza a entrada oficial dos alunos na área da saúde.
Um marco na formação acadêmica
Mais do que vestir o jaleco pela primeira vez, a cerimônia representa um gesto de acolhimento à vida universitária. O momento simboliza o compromisso ético assumido pelos estudantes com a profissão que escolheram trilhar, reforçando valores fundamentais da Enfermagem, como responsabilidade, empatia e dedicação ao cuidado com o outro.
A iniciativa também fortalece o vínculo entre a instituição, os estudantes e suas famílias, celebrando o início de uma jornada dedicada à formação de profissionais comprometidos com a promoção da saúde e o cuidado com a população.
Para salvar na agenda
XIV Cerimônia do Jaleco da Enfermagem da Unileão
Data: 15 de maio Horário: 18h30 Local: Auditório do Bloco A – Campus Lagoa Seca Endereço: Av. Maria Letícia Leite Pereira, s/n – Lagoa Seca – Cidade Universitária, Juazeiro do Norte (CE)