Este processo de autoavaliação é desenvolvido com a participação dos segmentos: docentes, técnico-administrativos, estudantes, dirigentes e representantes da sociedade sob a coordenação da CPA.
Um processo de autoavaliação deste porte inclui, necessariamente, a negociação e a participação dos envolvidos tanto nas decisões relativas aos indicadores previstos, quanto no que diz respeito à definição das medidas decorrentes dos resultados obtidos.
A análise situacional compreende o diagnóstico da realidade que será objeto da intervenção pretendida. De modo, visa possibilitar a identificação dos principais problemas relativos ao ensino, fazendo com que a CPA defina prioridades, metas a alcançar e ações a serem desenvolvidas.
Para solucionar os problemas existentes no processo de autoavaliação foi necessário utilizar uma das ferramentas da qualidade, o Ciclo do PDCA de Deming, ou seja:
P: (PLAN) Planejar para mudar
D: (DO) Executar
C: (CHECK) Verificar
A: (ACTION) Agir para transformar
Etapa P: Planejando a Análise Situacional
A partir da caracterização da realidade, dentro das dimensões, deve-se proceder à identificação dos problemas, assim como ressaltar as conquistas consolidadas. Neste momento, recomenda-se uma ampla discussão sobre os “achados” do processo, permitindo que, internamente, esses problemas e conquistas sejam priorizados.
Etapa D: Identificação de Problemas e Conquistas
Nessa etapa do processo avaliativo, deve-se observar prioritariamente as necessidades efetivas de cada curso, departamento e/ou setor do Centro Universitário Dr. Leão Sampaio. Isso permite uma reflexão sobre os problemas, conquistas e potencialidades com base no que seria ideal executar em ação educativa planejada. Para isto, deve-se desenvolver o projeto de implantação ou melhoria, atendendo as necessidades existentes. Também deve-se coletar dados avaliativos antes, durante e depois da execução para ajudar a equipe de trabalho na solução dos problemas diagnosticados decorrentes da análise dos dados.
Etapa C: Identificação de Soluções
Verificar os resultados do programa de implantação ou melhoria, comparando as metas obtidas com as esperadas. Interpretar os dados coletados para determinar o que deu certo, ou errado e por quê.
Etapa A: Plano de Ação
O Plano de ação constitui-se no elemento-chave para a transformação positiva da realidade, permitindo uma visualização efetiva dos esforços necessários para a busca da qualidade institucional.
Para assegurar o aperfeiçoamento e o sucesso do processo avaliativo é preciso desenvolver um trabalho que engloba as seguintes operações:
> Elaborar um Plano de Ação
- Analisar o problema em profundidade;
- Definir os objetivos a serem alcançados;
- Estabelecer as metas quantitativas para que os resultados possam ser medidos em termos numéricos (quantidade ou percentagem de melhoria).
> Estabelecer uma estrutura de trabalho
- Definir como será executado o plano;
- Alocar responsabilidade e autoridade;
- Estabelecer prazos;
- Definir os dias e horários das reuniões (que são permanentes e regulares).
> Executar as atividades planejadas
- Tornar efetivas as ações previstas;
- Coletar dados durante toda a execução do projeto.
> Acompanhar, controlar e avaliar as atividades executadas
- Verificar o trabalho executado;
- Efetuar ações corretivas se for o caso;
- Instalar mudanças permanentes;
- Buscar novas oportunidades de aperfeiçoamento.