O professor Jaime Romero (reitor) e a professora Sandra Figueiredo (pró-reitora acadêmica) do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) receberam título de cidadania concedido pela Câmara de Milagres. A homenagem foi proposta pela vereadora Marta Dantas e aprovada por unanimidade. A cerimônia ocorreu no último dia 28 de abril, na sede do poder legislativo municipal.
A concessão do título reconhece a contribuição dos mantenedores para o fortalecimento da educação superior e para o desenvolvimento regional, especialmente pela atuação da Unileão na formação de profissionais que retornam aos seus municípios de origem e passam a atuar em diferentes áreas.
“Eu enxergo o Cariri como o meu povo, eu estou vendo os trabalhos que são feitos, os alunos que estão se formando aqui, levando conhecimento para suas cidades, para essa cidade se desenvolver, crescer, e a gente faz parte desse processo”, destacou a professora Sandra Figueiredo.
A relação entre a Unileão e o município de Milagres se consolida ao longo dos anos por meio da presença de estudantes que buscam formação acadêmica na instituição e, posteriormente, contribuem com o desenvolvimento local. Esse movimento reforça o papel da educação como vetor de transformação social e econômica.
Além da formação acadêmica, a atuação institucional também se estende a ações de caráter social. A Unileão mantém parceria com uma casa de acolhimento de crianças com câncer, iniciativa que amplia o alcance das atividades da instituição e reforça o compromisso com o cuidado e a responsabilidade social na região.
Durante a cerimônia, a emoção marcou o reconhecimento. “Eu fiquei muito lisonjeada, muito emocionada. Quando tem colação de grau, todo semestre, a gente vê a emoção dos alunos, e fica com o sentimento de dever cumprido. E, de repente, a gente sente a emoção de uma colação, de um evento, quando a gente está no epicentro do furacão. E nesta cerimônia [de concessão do título] eu me senti no epicentro”, afirmou.
A homenagem simboliza o reconhecimento de uma trajetória dedicada à educação e ao fortalecimento de vínculos com a região do Cariri, reafirmando o compromisso da Unileão com a formação de profissionais qualificados e com o desenvolvimento de seus municípios.
A sobrecarga materna não é apenas uma percepção individual, mas um fenômeno social estruturado pela divisão desigual do trabalho de cuidado. Historicamente associado às mulheres, esse conjunto de tarefas, muitas vezes invisível e não remunerado, segue impactando diretamente a saúde física e mental de mães e pessoas que acumulam funções dentro e fora de casa.
Neste Dia das Mães, celebrado em 10 de maio, a Unileão propõe um deslocamento no olhar. Mais do que homenagens, a data convida para reflexão: quem cuida de quem cuida de mim? O convite é lançar atenção ao trabalho cotidiano das mães, avós, madrinhas, pais e outras figuras maternas.
Por trás de uma rotina que raramente desacelera, existe um trabalho silencioso, contínuo e, em grande parte, invisível. Organizar a casa, administrar compromissos, antecipar demandas e cuidar são tarefas que não terminam ao fim do expediente formal.
A rotina da procuradora institucional da Unileão, Suzana de Alencar, mãe de duas filhas, uma de 21 e outra de 28 anos, traduz essa realidade.
“Todos os dias são puxados. O meu dia começa muito cedo. Eu trabalho aqui oito horas, eu tenho um hotelzinho para cachorro, então quando eu chego em casa é um terceiro expediente. E tenho uma casa. E quando chego, começo a trabalhar mais ou menos até as 22h, quando eu venho buscar minha filha na faculdade. Todos os dias são assim, inclusive no final de semana”, conta.
O cansaço também faz parte da rotina. “Quando eu acordo, eu já acordo cansada. Sabe quando você dorme e tem a sensação de que no outro dia acordou disposta, descansada? Eu já acordo como se não estivesse dormindo”, diz.
Segundo ela, mesmo com o crescimento dos filhos, a responsabilidade com a casa e com a família permanece. “Eu acho que a rotina de casa, ela não é percebida. Porque, por mais que os filhos cresçam, a administração da casa continua sendo da mãe, a responsabilidade, a liderança da casa permanece sendo da mãe”.
O cuidado também desgasta
A experiência de Suzana reflete um padrão histórico que ainda organiza a dinâmica familiar. Segundo a professora do curso de Psicologia da Unileão, Emília Suitberta, essa lógica está relacionada à forma como o trabalho foi social e sexualmente divido ao longo do tempo.
“Os homens passaram a exercer um trabalho fora de casa, um trabalho produtivo, que tinha valor, que recebia salário, enquanto as mulheres passaram a ficar presas dentro de casa, com um trabalho que era essencialmente um trabalho reprodutivo, o trabalho de cuidado”, destaca. Ela avalia que esse trabalho, apesar de essencial, ainda não é reconhecido como tal.
Citando a filósofa Silvia Federici: “O que chamam de amor, nós chamamos de trabalho não remunerado”, a professora Emília acrescenta que todo esse cuidado necessário para a manutenção da vida e das estruturas domésticas é um trabalho, mas invisibilizado pela sociedade. Mesmo com a inserção das mulheres no mercado, a sobrecarga permanece.
“A mulher tem a necessidade de sair para o trabalho produtivo, mas o trabalho reprodutivo de cuidado permanece sob a sua responsabilidade. Muitas vezes, mesmo quando há divisão de tarefas, o planejamento do que deve ser feito continua sendo da mulher. Isso é carga mental”, explica.
Esse acúmulo impacta diretamente a saúde, de acordo com a professora. “Esse acúmulo de trabalho, com pouca possibilidade de descanso, tem levado muitas mulheres a, de fato, adoecerem, ao que a gente tem chamado de burnout parental”.
Quem cuida de quem cuida de mim?
Ao compartilhar sua experiência, Suzana, que abre esta reportagem, avalia: ser mãe é ver que as filhas se tornaram as mulheres que ela gostaria de ter sido. Ainda assim, evidencia as dificuldades da maternidade,
“Quando a gente é mãe, a gente vive as nossas dores, mas às vezes elas são colocadas de lado. As dores de mulher, de mulher que não realizou alguma coisa, que queria alguma coisa que não aconteceu. Eu sou mulher antes de ser mãe. Mas eu também sofro as dores que são de mãe. Então, são muitas dores para dar conta”, desabafa.
Segundo ela, a preocupação com os filhos não desaparece com o tempo. “A gente ainda observa os filhos, ainda tem que pensar se eles estão bem emocionalmente, fisicamente, mesmo sendo adultos”, pontua.
Suzana defende que uma forma concreta de devolver esse cuidado é sendo percebida. “Da pessoa te olhar e te perceber nas suas necessidades mesmo, não só físicas, mas afetivas”, diz.
Ampliar o olhar
Neste Dia das Mães, o convite da Unileão é ampliar o olhar para reconhecer, valorizar e, principalmente, compartilhar o cuidado. Afinal, por trás de toda mãe que cuida, existe alguém que também precisa ser cuidada.
Para a professora Emília, é muito importante não romantizar a data. Ela lembra que muitas vezes a chamada “mãe guerreira” é, na verdade, uma mãe sobrecarregada. E isso não significa mais ou menos amor pelo filho. “São sentimentos de ordens diferentes. A mãe pode amar muito o seu filho e ainda assim estar sobrecarregada com a maternidade”, reflete. Por isso, defende que é fundamental colocar luz sobre a importância de cuidar da saúde mental materna.
O Núcleo de Carreira e Profissão (Nucap) do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) realizará a oficina “Entre o atendimento e o controle: o que sustenta seu negócio”. O encontro é voltado para estudantes concluintes da área da saúde e acontecerá no dia 7 de maio, das 14h às 17h, no Laboratório de Inovação, no Campus Lagoa Seca. Ao todo, serão ofertadas 40 vagas, com certificação de 4 horas. A oficina será ministrada pelas professoras Noélia Marques e Samara Facundo.
Confira o conteúdo programático:
Gestão estratégica na prática profissional em saúde;
Organização administrativa: fluxo de caixa, custos operacionais e precificação;
Posicionamento digital e construção de autoridade;
Definição de nicho e atração do público-alvo;
Processos, tomada de decisão e sustentabilidade profissional.
A oficina é uma oportunidade para estudantes concluintes da área da saúde desenvolverem competências essenciais de gestão aplicadas à prática profissional. A proposta é preparar os participantes para os desafios da transição entre a formação acadêmica e o exercício autônomo, trazendo uma visão mais estratégica sobre a atuação no mercado.
Às oito da manhã, antes mesmo de chegar à sala onde coordena o Comitê de Sustentabilidade, Ana Isabel Calixto já atravessou corredores que conhece há mais de vinte anos. Cumprimenta funcionários da portaria, encontra professores, resolve pequenas demandas no caminho. Em alguns desses espaços, ela já esteve em funções diferentes: primeiro como aluna de MBA, depois na recepção, mais tarde como professora e, hoje, como gestora.
A rotina mudou muitas vezes desde 2003, quando entrou na Unileão com um plano bem definido: estudar, crescer e conquistar espaço dentro da instituição. O que talvez ela não imaginasse era que, duas décadas depois, sua própria trajetória se confundiria com a da faculdade.
“Meu sobrenome passou a ser Unileão”, costuma dizer.
Crescer onde se começou
Formada em Biologia, Ana Isabel queria seguir carreira acadêmica e via na instituição uma possibilidade concreta de se tornar professora universitária. Enquanto construía esse caminho, assumiu um posto na recepção. Depois da especialização, veio o convite para se tornar docente. Mais tarde, concluiu o mestrado em Desenvolvimento Regional Sustentável e participou da estruturação do núcleo que deu origem ao atual Comitê de Sustentabilidade, que hoje coordena.
Ao longo desse período, acompanhou também mudanças pessoais importantes. Os filhos cresceram — hoje têm 23 e 18 anos — e, para ela, as duas histórias caminharam juntas. A relação com o trabalho deixou de ser apenas profissional e passou a envolver pertencimento e identificação.
“O trabalho precisa ser um lugar de bem-viver. Aqui, existe muito trabalho, mas também amizade, parceria e construção coletiva. Quando a gente trabalha com dedicação, consegue ser visto e consegue crescer”, afirma.
O aprendizado como motivo para continuar
A trajetória de Herminig Everson mostra que esse movimento não está restrito à sala de aula ou aos cargos acadêmicos.
Hoje ele lidera uma equipe de 33 pessoas no Departamento de Tecnologia da Informação (DTI), mas a entrada na instituição aconteceu sem planejamento. Nascido em Santarém, no Pará, e filho de cearenses, mudou-se ainda adolescente para o Cariri, quando os pais decidiram voltar à terra natal.
Em 2005, enquanto cursava Administração, enfrentava dificuldades financeiras para pagar a faculdade. Depois de várias tentativas frustradas de entregar currículos, acabou sendo percebido dentro da própria biblioteca do campus Crajubar. Ao ajudar espontaneamente uma aluna com um problema no computador, chamou a atenção do então coordenador de TI, que o convidou para um estágio.
O estágio virou efetivação. Depois vieram novas responsabilidades com a abertura de novos campi e o crescimento da estrutura institucional. Quando foi contratado, passou a cuidar do campus Saúde. Com a expansão para o campus Lagoa Seca, assumiu a gestão de equipes e desenvolveu a liderança de forma paralela ao crescimento da universidade.
Hoje, com quase duas décadas de trajetória, ele afirma que o que sustenta sua permanência é a possibilidade constante de aprender, embora reconheça que permanecer também significa lidar com desafios e recomeços.
“Quando comecei como estagiário, eu focava em aprendizado. Por mim, eu estagiava até de graça para poder aprender. Eu via aqui que existiam muitas coisas que eu ainda não sabia fazer, mas tinha os recursos necessários para aprender. A gente leva muita pancada, enfrenta dificuldades, mas o maior intuito é focar no aprendizado e nas habilidades que pode construir naquele momento”, reflete.
Foto: arquivo pessoal
Da portaria ao laboratório: uma permanência que atravessa setores
As histórias de Ana Isabel e Everson não são casos isolados. Um levantamento interno mostra que a Unileão possui 206 colaboradores com mais de dez anos de instituição. Desse total, 84 são técnicos-administrativos e 122 são docentes.
Os dados ajudam a mostrar que a longevidade profissional não está concentrada em funções específicas. Ela perpassa diferentes setores: portaria, infraestrutura, compras, financeiro, biblioteca, laboratório, manutenção, recursos humanos, reitoria, tecnologia da informação e coordenações acadêmicas. Há profissionais com 20 anos de casa na portaria e no setor de TI, colaboradores com 15 anos em laboratórios e manutenção, além de professores e coordenadores com longas trajetórias.
O que faz alguém escolher ficar
Para a professora Larissa Vasconcelos, que ministra a disciplina de Psicologia Organizacional na Unileão, a permanência hoje envolve propósito, desenvolvimento e alinhamento de valores.
“As pessoas permanecem onde conseguem responder, ainda que implicitamente, a três perguntas fundamentais: eu estou crescendo aqui? Eu sou valorizado aqui? O que eu faço aqui importa?”, analisa.
Por isso, de acordo com ela, o pertencimento precisa ser construído de forma concreta, não apenas simbólica.
“Pertencimento não se impõe. Ele é construído na experiência cotidiana. Organizações que conseguem cultivá-lo criam ambientes onde as pessoas não apenas ficam, mas escolhem permanecer”, afirma.
Neste sentido, sugere a professora, embora a flexibilidade seja a regra atual, ter pessoas que conhecem a história da instituição é um diferencial competitivo.
“Profissionais que permanecem por longos períodos, como Ana Isabel e Everson, representam algo muito valioso: eles são testemunhas da cultura, guardiões da história institucional e agentes de continuidade em um cenário de constante transformação”, diz.
Ficar como escolha
Vasconcelos considera ainda que, quando uma organização consegue oferecer reconhecimento, propósito e bons vínculos, ela deixa de ser apenas um local de trabalho e passa a ser um espaço de realização pessoal. As pessoas não ficam apenas pelo salário, elas ficam porque se sentem parte daquela história.
Para Ana Isabel, essa percepção também está ligada ao impacto que ela enxerga fora dos muros da instituição. “Hoje, a gente sabe que todos os espaços de comércio, de trabalho, de Juazeiro do Norte, têm um aluno da Leão Sampaio ou um profissional formado pela Unileão, e eu faço parte disso. Então, isso me orgulha bastante”.
O Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) informa que não haverá expediente acadêmico e administrativo na próxima sexta-feira, dia 1º de maio, em razão do feriado nacional do Dia do Trabalho. O Hospital Veterinário, por sua vez, terá funcionamento normal.
Sobre o feriado
A data foi oficializada como feriado em 1925, pelo então presidente Artur Bernardes e é celebrada anualmente. A origem da homenagem remonta à greve organizada por trabalhadores norte-americanos em prol da redução da jornada de trabalho, que na época era de 12 horas por dia. O movimento começou no dia 1 de maio de 1886 e se tornou um feriado internacional.
Mais de uma tonelada de ração arrecadada. Esse foi o principal resultado da III Corrida Unileão, realizada no último domingo (26), em uma edição especial que integrou a programação comemorativa pelos 25 anos da Unileão, que transformou o esporte em uma grande mobilização solidária em apoio à causa animal.
O total corresponde à doação de 1 kg feita por cada um dos 1.300 corredores inscritos, entregue no momento da retirada do kit. Toda a ração arrecadada será destinada a organizações parceiras responsáveis pelo acolhimento e cuidado de animais da região.
Mais do que promover saúde e bem-estar, a ação reforçou o compromisso da Unileão com iniciativas que conectam esporte, responsabilidade social e transformação coletiva. Realizada em uma edição simbólica dentro das celebrações do jubileu institucional, a corrida também reforçou valores que marcam a trajetória da instituição ao longo de 25 anos: compromisso social, formação cidadã e impacto positivo na região.
Segundo a organização do evento, a arrecadação reforça o engajamento dos participantes e amplia o propósito da iniciativa. “O esporte também pode ser instrumento de mobilização social, e esta edição mostrou isso de forma muito concreta. Foram mais de uma tonelada de ração arrecadada, graças ao envolvimento dos corredores”, destacou a organização.
Quando correr também é cuidar
Além da arrecadação, a corrida reuniu histórias de incentivo à prática esportiva e participação em torno de um propósito comum. Entre os participantes, o sentimento era de conquista compartilhada.
“Ter saúde é uma bênção e saber que, além de fazer o que eu gosto, ainda estou ajudando animaizinhos com a ração me deixa com o coração ainda mais feliz. Eu amo animais, desde criança sempre amei e fui criada com animais dentro de casa. Saber que os amores de quatro patinhas estão sendo beneficiados por meio da corrida é só felicidade e alegria. Que bom que essa iniciativa existe”, partilhou Lara Vasconcelos em sua primeira corrida da Unileão.
Os estudantes de todos os semestres do Centro Universitário Leão Sampaio (Unileão) podem opinar e colaborar para as melhorias na instituição através da Pesquisa Discente 2026.1, realizada pela Comissão Própria de Avaliação (CPA). O objetivo é planejar o desenvolvimento institucional alinhado às demandas reais do cotidiano do aluno Unileão. Por meio de sugestões em diversas áreas, as respostas subsidiam mudanças concretas em ensino, estrutura e serviços.
Sua sugestão é valiosa e merece ser falada! Vale lembrar que as últimas edições da Pesquisa Discente trouxeram resultados reais para os campi, como o Complexo-Esportivo e Academia-Escola e um espaço de convivência funcional. Não deixe de participar e contribuir para o aprimoramento contínuo da qualidade do ensino e dos serviços oferecidos pela Unileão.
Em virtude do feriado de Dia de Tiradentes, o Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) suspenderá o expediente no dia 21 de abril. As atividades da comunidade acadêmica e do corpo técnico-administrativo estarão suspensas e retornarão normalmente na quarta-feira, 22 de abril. O Hospital Veterinário (Hovet) terá funcionamento normal.
Feriado de Tiradentes
Joaquim José da Silva Xavier, ou “Tiradentes”, foi um militar brasileiro da época colonial e um dos protagonistas da Inconfidência Mineira. O apelido “Tiradentes” foi dado a Joaquim por ele ter exercido a profissão que seria a de dentista da época e, mais tarde, esse se tornou o nome pelo qual seria lembrado na história.
Tiradentes se tornou mártir do movimento de independência de Minas Gerais com sua morte, ocorrida 21 de abril de 1792 a mando da Coroa Portuguesa.
O acesso a serviços de saúde especializados ainda é um desafio no Cariri cearense, especialmente em áreas como Fisioterapia, Psicologia e Odontologia. Diante dessa realidade, as clínicas e laboratórios-escola do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) vêm desempenhando um papel importante na ampliação do atendimento à população.
Às vésperas de completar 25 anos, a instituição já realizou mais de 586 mil atendimentos em diferentes áreas da saúde, oferecendo serviços gratuitos ou a custos reduzidos e contribuindo, de forma complementar, para o Sistema Único de Saúde (SUS) na região.
Entre os atendimentos realizados, destacam-se a Clínica-Escola de Odontologia (259.430), Fisioterapia (197.963), Psicologia (80.207) e Biomedicina (20.170), além dos mais de 28 mil atendimentos no Hospital Veterinário.
Atendimento à população e formação profissional caminham juntos
Além de ampliar o acesso à saúde, os serviços-escola da Unileão também funcionam como campo de prática para estudantes, que atuam sob supervisão docente.
Esse modelo permite que os alunos desenvolvam experiências práticas ainda durante a graduação, ao mesmo tempo em que contribuem para atender demandas da comunidade.
Serviços que ampliam o acesso em áreas estratégicas
Áreas como Odontologia e Fisioterapia concentram grande parte da procura. Na clínica odontológica, são oferecidos desde procedimentos básicos até tratamentos mais complexos, como próteses e pequenas cirurgias, com suporte de exames realizados no próprio local, um diferencial diante dos custos elevados na rede privada e da espera no sistema público.
Na Fisioterapia, a oferta inclui especialidades pouco disponíveis na rede pública local, como reabilitação cardíaca, fisioterapia pélvica, pediatria respiratória e oftalmológica, ampliando o acesso a atendimentos que muitas vezes só estão disponíveis na capital.
Na área de Psicologia, o Serviço de Psicologia Aplicada (SPA) oferece psicoterapia individual e em grupo, além de plantão psicológico e acompanhamento familiar, contribuindo para a ampliação do cuidado em saúde mental.
No campo do diagnóstico, o Laboratório-Escola de Biomedicina realiza exames laboratoriais e ações de prevenção, enquanto o Hospital Veterinário contribui tanto para o cuidado animal quanto para ações relacionadas à saúde pública, como o controle de zoonoses.
E embora não haja clínica-escola própria, os estudantes de Enfermagem atuam diretamente na rede pública, em unidades básicas, hospitais e centros de atenção psicossocial da região, fortalecendo ainda mais essa conexão com o SUS.
Mais do que números, os atendimentos refletem diretamente na vida das pessoas. É o caso de Regilânio da Silva Inácio, que iniciou acompanhamento na Clínica-Escola de Fisioterapia após um acidente de repercussão nacional, ocorrido em 2023, em uma academia. O prognóstico médico previa menos de 1% de chance de voltar a andar.
“Minha vida mudou completamente. Ficou mais difícil, a maioria das coisas que faço é limitada, mas venho me superando. A fisioterapia me ajuda a criar minha independência e, todo dia, batalho com os fisioterapeutas para conquistar minha vida de volta aos poucos”, relata.
Após meses de acompanhamento intensivo, Regi, como é conhecido, voltou a dirigir um carro adaptado e passou a realizar atividades cotidianas de forma independente.
“Voltei a dirigir, a sair sozinho, a tomar meu banho. Me ensinaram muita coisa e hoje consigo fazer várias tarefas em casa graças aos fisioterapeutas da Unileão”, afirma.
Durante as sessões, ele trabalha mobilidade, força e equilíbrio, habilidades essenciais para enfrentar os desafios do dia a dia.
Saiba mais sobre essa história de superação clicando aqui.
Compromisso com a comunidade
Para o reitor da Unileão, professor Jaime Romero, a atuação das clínicas-escola reforça o compromisso da instituição com a comunidade e com a formação de profissionais qualificados.
“Ao longo desses 25 anos, a Unileão consolidou um modelo de formação que vai além da sala de aula. Nossos serviços-escola demonstram que é possível aliar ensino de qualidade com impacto social concreto, ampliando o acesso à saúde e contribuindo, de forma complementar, com o sistema público, inclusive, mais recentemente, com a inauguração das UBS’s Universitárias, uma parceria com a Prefeitura de Juazeiro do Norte, para atuação de nossos estudantes da Saúde, especialmente Medicina. Quando olhamos para esses números, vemos a dimensão das vidas alcançadas e transformadas”, diz o reitor, professor Jaime Romero.
Saiba mais sobre os atendimentos e serviços oferecidos pela instituição clicando aqui.
Em alinhamento ao compromisso institucional com a promoção de um ambiente de trabalho inclusivo e justo, e em conformidade com a Lei nº 14.611/2023, que trata da igualdade salarial e dos critérios remuneratórios entre mulheres e homens, o Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) disponibiliza seu Relatório de Transparência Salarial referente ao 1º semestre de 2026.
A instituição reforça o seu compromisso com a transparência, a responsabilidade e a construção de um ambiente cada vez mais justo e igualitário. O relatório pode ser acessado na íntegra clicando no link abaixo.