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Categoria: Psicologia

  • Psicologia divulga turmas de Estágio em Ênfase II/IV para 2020.2

    Psicologia divulga turmas de Estágio em Ênfase II/IV para 2020.2

    A Coordenação do curso de Psicologia do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) divulgou hoje (12) a relação das turmas de Orientação de Estágio em Ênfase II/IV. O curso oferta, para o semestre 2020.2, turmas em Processos Clínicos, Processos de Prevenção e Promoção de Saúde, Processos de Gestão, Processos Psicossociais e Processos Educacionais.

    A previsão de início das orientações de estágio em Ênfase II/IV no semestre 2020.2 está marcada para a semana do dia 28 de setembro, enquanto o retorno das orientações dos estágios para as reposições de 2020.1 está previsto para a semana do dia 24 de agosto.

    A previsão de reposição e início de estágios representa um planejamento, podendo ser alterada a qualquer momento, de acordo com as necessidades determinadas pelo Governo do Estado, pela Instituição ou pelos professores.

    Confira abaixo a relação das turmas:

    ÊNFASE PSICOLOGIA E PROCESSOS CLÍNICOS II – TURMA PSI117-8J

    ÊNFASE PSICOLOGIA E PROCESSOS CLÍNICOS II – TURMA PSI117-8N

    ÊNFASE PSICOLOGIA E PROCESSOS CLÍNICOS II-TURMA PSI117-8K

    ÊNFASE PSICOLOGIA E PROCESSOS CLÍNICOS II-TURMA PSI117-8L

    ÊNFASE PSICOLOGIA E PROCESSOS CLÍNICOS II-TURMA PSI117-8M

    ÊNFASE PSICOLOGIA E PROCESSOS DE GESTÃO II – TURMA PSI117-8D

    ÊNFASE PSICOLOGIA E PROCESSOS DE GESTÃO II -TURMA PSI117-8F ÍI

    ÊNFASE PSICOLOGIA E PROCESSOS DE GESTÃO II-TURMA PSI117-8E

    ÊNFASE PSICOLOGIA E PROCESSOS DE PREVENÇÃO E PROMOÇÃO DE SAÚDE II – TURMA PSI117-8R

    ÊNFASE PSICOLOGIA E PROCESSOS DE PREVENÇÃO E PROMOÇÃO DE SAÚDE II-TURMA PSI117-8A

    ÊNFASE PSICOLOGIA E PROCESSOS DE PREVENÇÃO E PROMOÇÃO DE SAÚDE IITURMA PSI117-8B

    ÊNFASE PSICOLOGIA E PROCESSOS DE PREVENÇÃO E PROMOÇÃO DE SAÚDE II-TURMA PSI117-8C

    ÊNFASE PSICOLOGIA E PROCESSOS EDUCACIONAIS II -TURMA PSI117-8P

    ÊNFASE PSICOLOGIA E PROCESSOS EDUCACIONAIS II-TURMA PSI117-8O

    ÊNFASE PSICOLOGIA E PROCESSOS EDUCACIONAIS II-TURMA PSI117-8Q

    ÊNFASE PSICOLOGIA E PROCESSOS PSICOSSOCIAIS II -TURMA PSI117-8H

    ÊNFASE PSICOLOGIA E PROCESSOS PSICOSSOCIAIS II-TURMA PSI117-8G

    ÊNFASE PSICOLOGIA E PROCESSOS PSICOSSOCIAIS II-TURMA PSI117-8I

  • Psicologia divulga turmas de Estágio em Ênfase I/III para 2020.2

    Psicologia divulga turmas de Estágio em Ênfase I/III para 2020.2

    A Coordenação do curso de Psicologia do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) divulgou hoje (12) a relação das turmas de Orientação de Estágio em Ênfase I/III. O curso oferta, para o semestre 2020.2, turmas em Processos Clínicos, Processos de Prevenção e Promoção de Saúde, Processos de Gestão e Processos Educacionais.

    A previsão de início das orientações de estágio em Ênfase I/III no semestre 2020.2 está marcada para a semana do dia 21 de setembro, enquanto o retorno das orientações dos estágios para as reposições de 2020.1 está previsto para a semana do dia 24 de agosto.

    A previsão de reposição e início de estágios representa um planejamento, podendo ser alterada a qualquer momento, de acordo com as necessidades determinadas pelo Governo do Estado, pela Instituição ou pelos professores.

    Confira abaixo a relação das turmas:

    PROCESSOS CLÍNICOS I – Turma PSI118-7C

    PROCESSOS CLÍNICOS I – Turma PSI118-7D

    PROCESSOS DE PREVENÇÃO E PROMOÇÃO DE SAÚDE I – Turma PSI118-7A

    PROCESSOS DE GESTÃO I – Turma PSI118-7B

    PROCESSOS EDUCACIONAIS I – Turma PSI118-7E

  • Arte e criatividade estimulam a mente no isolamento social

    Arte e criatividade estimulam a mente no isolamento social

    O distanciamento social motivado pela pandemia do novo coronavírus pode causar muitos desgastes psicológicos. Dessa forma, buscar atividades que estimulem a mente se torna ainda mais aconselhável nesse período. Para isso, a arte e práticas que estimulem a criatividade podem ser usadas como estratégias para cuidar da saúde mental e aumentar a capacidade de enfrentar os desafios do isolamento.

    Para a professora do curso de Psicologia da Unileão Jaqueline Andriola, em momentos como esse, o fazer artístico e a criatividade funcionam como ferramentas de catarse emocional, isto é, de liberação de tensão das emoções. “Se tratando do ponto de vista psicológico, a atividade artística promove a autoestima e pode amenizar o estresse e a ansiedade, que certamente se intensificam em situações de crise”, afirma.

    Conforme a docente, a arteterapia é uma dessas práticas que utiliza a linguagem artística e instiga o potencial criativo, contemplando diversos campos de atuação com o objetivo de promover saúde mental e qualidade de vida, independentemente da formação acadêmica dos pacientes envolvidos na prática terapêutica.

    Arteterapia

    A arteterapia abrange as mais diversas formas de linguagens: visual, sonora, plástica, teatral, literária etc. A profa. Jaqueline aponta que essa atividade pode ser realizada com vários recursos como música, dança, poesia, desenho, pintura, colagem, modelagem, entre outros, e que cada pessoa tem sua própria maneira de fazê-la.

    “Muitas vezes, o sujeito cria alguma produção arteterapêutica e nem se dá conta de sensações que lhe proporcionam esse fazer. Dessa forma, cada um pode se encontrar de uma forma diferente por meio de sua criatividade”, ressalta.

    A docente salienta, também, que cada pessoa deve ser protagonista do processo de criação, uma vez que o simples fato de apenas absorver conteúdos artísticos não implica em exercitar a criatividade.

    “Embora cada pessoa tenha seu modo próprio de funcionar com seu potencial criativo, é importante reconhecer que esse fazer deve ser algo espontâneo e sincero, não uma ação que envolva cópia ou reprodução, pois a criatividade consiste no inventar, inovar, renovar, transformar ou, como diria a expressão, ‘pensar/fazer fora da caixa’”, enfatiza.

  • Psicologia lança edital para Estágio em Ênfase

    Psicologia lança edital para Estágio em Ênfase

    A Coordenação do curso de Psicologia do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) torna público o edital para matrícula nas turmas de Estágio em Ênfase I e III e informações referentes aos Estágios em Ênfase II e IV em 2020.2. A matrícula da Ênfase I e III deverá ser realizada entre os dias 23 e 28 de julho, de forma on-line, por meio deste link, conforme as especificações dos dias e horários de cada ênfase, informadas no edital.

    Confira aqui o Edital completo!

    Confira aqui o tutorial para a matrícula!

  • Alunos da Unileão publicam artigo na ID On-Line Revista Multidisciplinar e de Psicologia

    Alunos da Unileão publicam artigo na ID On-Line Revista Multidisciplinar e de Psicologia

    Os estudantes do 7º semestre de Psicologia da Unileão Carlos Mendes de Lima Júnior, Jacqueline Pereira Alves e Fernanda Silva Luna Agra, esta última também professora da Instituição, publicaram um artigo científico intitulado “Contribuições da psicanálise na escuta clínica de adolescentes em conflito com a Lei”. A publicação foi feita na ID On-Line Revista Multidisciplinar e de Psicologia.

    A partir da análise de um caso real de uma adolescente em conflito com a lei, o artigo explana a interpretação dos atos e infrações cometidas tendo como base os conceitos da psicanálise.

    Assim, o estudo analisa a contribuição da escuta psicanalítica das situações reais e concretas dos jovens como suporte ao serviço de Psicologia e a própria jurisdição, a fim de efetivar novas e possíveis medidas socioeducativas que poderiam ser aplicadas com melhor manejo clínico e entendimento acerca dos próprios adolescentes.

    “Nosso objetivo foi apresentar as contribuições da escuta clínica do psicólogo de base psicanalítica nos atendimentos de jovens em conflito com a lei, em razão da adolescência ser uma fase de mudanças e da problemática da violência envolvendo adolescentes se fazer cada vez mais presente em nosso cotidiano, ressaltando a repetição dos atos violentos e de delitos”, afirma os autores.

  • Curso de Psicologia realiza live sobre educação ambiental

    Curso de Psicologia realiza live sobre educação ambiental

    Em alusão à Semana Nacional do Meio Ambiente, o curso de Psicologia do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) realizará uma live no Instagram com a temática “Educação Ambiental dialógica e transubjetividade: contributos para um novo tempo!”. O evento acontecerá na próxima terça-feira (2), às 20h, na conta @psicologiaunileao.

    A transmissão contará com a participação do prof. João Figueiredo e será mediada pelo professor e coordenador do Programa de Educação Ambiental e Social do curso de Psicologia da Unileão, Iarley Brito.

    “Nessa live, temos como objetivo discutir o papel da educação ambiental na construção de um novo modo de nos relacionarmos com o mundo e, também, entre nós mesmos”, afirma o prof. Iarley.

    A transmissão será aberta ao público e, para participar da atividade, é dispensada a necessidade de inscrição prévia.

    Sobre o palestrante

    João Figueiredo é mestre em Saúde Pública; doutor em Ciências com área de concentração em Ecologia e Educação Ambiental; tem pós-doutorado em educação; é professor da Faculdade de Educação e do Programa de Pós-graduação em Educação da Universidade Federal do Ceará (UFC).

  • Curso de Psicologia realiza mesa-redonda on-line sobre a luta antimanicomial

    Curso de Psicologia realiza mesa-redonda on-line sobre a luta antimanicomial

    Em alusão ao Dia Nacional da Luta Antimanicomial, celebrado em 18 de maio, o curso de Psicologia da Unileão realizará uma mesa-redonda on-line com a temática “Luta Antimanicomial: saúde mental no cenário atual e pós-pandemia”. O evento será transmitido na próxima quinta-feira (28), às 15h, pela plataforma Zoom e pelo YouTube.

    A mesa-redonda contará com a participação da profa. Dra. Ticiana Paiva de Vasconcelos e do prof. Me. Diogo de Oliveira Boccardi. A transmissão pelo YouTube será aberta ao público e é dispensada a necessidade de inscrição prévia para a participação na atividade.

    Sobre os palestrantes

    A profa. Dra. Ticiana Paiva de Vasconcelos é psicóloga (CRP 06/97950) e Doutora em Psicologia pela PUC (Campinas). Ela desenvolve pesquisas sobre atenção e cuidado psicológico em crises, desastres, conflitos humanitários e suicídios. É autora de livros e artigos e docente universitária. É pioneira no Brasil na formação de profissionais para o cuidado na crise emocional (Psychological First Aid) e na criação de serviços psicológicos de pronto atendimento a crises e ao suicídio.

    O prof. Me. Diogo de Oliveira Boccardi é psicólogo (CRP 12/08439) e gestalt-terapeuta, especialista em Psicologia Clínica e Mestre em Saúde Mental e Atenção Psicossocial. É doutorando em Ciências Humanas (UFSC) e profissional (licenciado) do CAPS II Ponta do Coral, em Florianópolis (SC). É, também, membro do corpo clínico e docente do Instituto Granzotto de Psicologia e integrante do corpo docente da formação clínica em Gestalt-terapia da Diálogos – Centro de Desenvolvimento de Pessoas e Psicologia Clínica.

    Leia mais:

    Unileão conscientiza sobre a luta antimanicomial

  • Professora de Psicologia da Unileão sugere alternativas para melhorar a qualidade do sono durante a pandemia

    Professora de Psicologia da Unileão sugere alternativas para melhorar a qualidade do sono durante a pandemia

    A alteração na rotina diurna da grande maioria da população, ocorrida de forma abrupta, não planejada e motivada pelo contexto de pandemia do novo coronavírus (covid-19), tem afetado também a rotina noturna de muitas pessoas e provocado, em algumas, problemas de insônia. No entanto, diante da situação atual, driblar as noites mal dormidas é uma estratégia fundamental para manter a saúde mental e física.

    Conforme a professora do curso de Psicologia do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) Silvia Morais, alguns dos fatores que podem afetar significativamente a qualidade do sono e desencadear a insônia nesse período, até mesmo em pessoas sem histórico do problema, são ansiedade e estresse.

    “No atual período, as pessoas estão mais ansiosas e estressadas, o que é considerado normal pela situação que estamos vivendo. Estamos diante de um perigo real, não é algo imaginário, diferente de quando as pessoas criam situações. Vivemos um cenário muito incerto e isso gera um nível muito maior de ansiedade. Atrelado a isso temos o estresse causado por vários motivos, entre eles, as novas mudanças e configurações familiares, a adaptação ao trabalho em home office e a nova rotina dos filhos, que inclui ter que obrigá-los a ficar em casa. Tudo isso causa um adoecimento mental”, afirma a docente.

    Como resultado dessas situações, a profa. Silvia Morais explica que as alterações no sono e a frequência de noites mal dormidas podem prejudicar os processos cognitivos, causando problemas de atenção, criatividade e aprendizado, além de afetar o humor e causar cansaço físico e mental.

    Alguns sintomas que caracterizam a insônia, conforme a docente, são: dificuldade para adormecer à noite, dificuldade de se manter dormindo, não se sentir descansado mesmo após dormir, sonolência excessiva durante o dia, problemas em manter a concentração e de memória, humor alterado, irritabilidade e agressividade, falta de energia e redução da motivação.

    Para superar essas dificuldades, a docente sugere algumas alternativas que podem ajudar a driblar as noites de insônia, confira abaixo:

    Crie uma rotina do sono: a rotina do sono é fundamental para estabelecer uma organização mental e fazer com que o cérebro entenda que você está pronto para dormir. Mantenha o hábito de dormir e acordar no mesmo horário.  

    Relaxe antes de ir para cama: procure fazer alguma atividade que te ajude a relaxar como meditar, ler um livro, fazer uma oração. Fazer coisas que desaceleram a mente antes de dormir favorecem uma boa noite de sono. 

    Use sua cama apenas para dormir: não se alimente, trabalhe ou estude na cama. Seu cérebro precisa entender que ali é um local de descanso.

    Evite o uso de eletrônicos antes de dormir: a luz dos celulares, das TVs e de outros dispositivos eletrônicos são extremamente estimulantes, colocando o cérebro em estado de alerta.

    Cuidado com a alimentação: após às 18h, evite o consumo de alimentos gordurosos e de bebidas estimulantes como café, alguns chás e refrigerantes. Deve-se optar por ingerir alimentos leves à noite. Bebidas alcoólicas e cigarro também devem ser evitados.

    Pratique atividade física durante o dia: praticar exercícios físicos ajuda muito na qualidade e concretização do sono.

    Esvazie a mente e filtre as informações: evite pensar nas coisas que deixou de fazer ou que precisará fazer no dia seguinte ao deitar na cama, tente esvaziar a mente. Filtre o que você assiste e as notícias durante o dia, informando-se apenas por fontes oficiais. Isso ajudará a reduzir o estresse e a ansiedade.

    Procure ajuda: fale sobre o que está sentindo para um amigo ou familiar. Esse é um momento de ajudarmos uns aos outros. Caso os sintomas não melhorem com medidas comportamentais, procure ajuda de um profissional da Psicologia (muitos estão oferecendo atendimento à distância), que poderá indicar outras opções de tratamento.

  • Isolamento social pode afetar convivência familiar

    Isolamento social pode afetar convivência familiar

    O mundo todo vem buscando se ajustar a uma nova realidade e se adaptar ao isolamento social, medida recomendada por autoridades de saúde para tentar prevenir a propagação do novo coronavírus. Diante desse cenário, a rotina da maioria da população passou por mudanças e, assim como em diversas outras áreas da vida, a convivência familiar tornou-se um desafio para pessoas em muitos lares do país.

    Segundo o professor do curso de Psicologia da Unileão Joel Lima, é fundamental compreender que há uma razão e uma origem por trás de todo conflito. “Onde está o mal? Seria mesmo a pandemia a verdadeira responsável por tudo isso ou a pandemia estaria sendo utilizada como bode expiatório de conflitos subjacentes?”, questiona o docente, sugerindo a reflexão em torno das perguntas e de suas respectivas respostas.

    “É inegável que em tempos de crise, sendo essa de qualquer natureza, precisamos nos reinventar. Por outro lado, percebemos que situações extremas direcionam os sujeitos para aquilo que se tem de mais básico, o desejo de sobrevivência. Acredito que as famílias e casais mais atingidos por esse contexto já viviam relacionamentos frágeis e conflituosos, muitas vezes perpassados por atos de violência, que é potencializada pela aproximação forçada a qual atualmente nos submetemos”, acrescenta.

    Para o prof. Joel, não é possível dar uma resposta única para a solução de todos os conflitos familiares, já que cada núcleo familiar tem as suas particularidades, como condição socioeconômica e religiosidade, por exemplo, que precisam ser consideradas perante o que é vivenciado atualmente.

    Nesse sentido, é importante buscar um profissional da Psicologia em casos de conflitos, pois será possível compreender as diferenças de cada situação e receber auxílio no ajustamento das relações. Essa procura por atendimento de um profissional poderá ocorrer de forma on-line, durante o período de pandemia, ou presencial, assim que houver o afrouxamento nas regras de isolamento social.

    “Muitas são as perguntas frente tais situações, por outro lado, percebemos muitas respostas superficiais que surgem na tentativa de sanar tais angústias. Por mais que tempos de crise exijam respostas mais rápidas dos profissionais em geral, precisamos tomar muito cuidado, pois esse imediatismo pode nos impedir de refletir acerca daquilo que mais se aproxima do núcleo de conflito”, ressalta.

    Por fim, prof. Joel acredita que, passada a pandemia do novo coronavírus, algumas lições devem ser aprendidas por todos. “Espero que não sejamos os mesmos quando esse momento passar. Que possamos cada dia mais pensar no valor que imprimimos àquilo que temos e, principalmente, àquilo que desejamos”, conclui.

  • Mantendo a saúde mental em meio ao coronavírus

    Mantendo a saúde mental em meio ao coronavírus

    O novo coronavírus (covid-19) apresenta uma realidade inédita que modificou a rotina da maioria da população no planeta. O afastamento de pessoas e o excesso de informações a respeito do assunto têm afetado a coletividade, que busca manter não só a saúde física, mas, sobretudo, a saúde mental.

    Diante desse cenário, vários estados emocionais indesejados como ansiedade e tristeza podem surgir ou intensificar seus efeitos e, por isso, é preciso criar estratégias para lidar com a avalanche emocional e manter a saúde da mente.

    O professor do curso de Psicologia da Unileão Marcos Teles oferece dicas para manter a saúde mental nesse período de isolamento, confira:

    Cuide primeiro de si

    Para o prof. Marcos Teles, antes de tudo, é importante entender que as realidades são diversas e que cada um passa por esse momento de pandemia de forma particular. Algumas pessoas estão na linha de frente no combate ao coronavírus e outras batalhando para passar por esse período com condições de saúde para retomar a vida após a pandemia. Por isso, é necessário focar em cuidar de si para conseguir, também, cuidar do outro.

    Não se culpe

    Muitas pessoas sentem medo e ansiedade diante do cenário de pandemia e na necessidade de isolamento social. Para o prof. Marcos Teles, pode-se dizer que isso é um processo de luto em virtude de diversos projetos que precisaram ser interrompidos, da saudade de lugares e de pessoas, bem como da falta de situações que valorizamos. “Não se culpe por isso, pelo contrário, perceba o que essas reações estão querendo comunicar”, orienta o docente.

    “Há muitas pessoas que também estão relatando tristeza por não terem alcançado objetivos estabelecidos para esse período. Mas, não se culpe se você ainda não conseguiu aprender uma língua nova ou se ainda não conseguiu importar o life style da sua blogueira favorita. Talvez vocês tenham vidas, prioridades e necessidades diferentes”, conclui.

    Estabeleça prioridades

    A ansiedade, muitas vezes, se manifesta em momentos em que tentamos prever coisas que ainda não estão claras, conforme o prof. Marcos Teles. No entanto, enquanto o cenário continua desconhecido, você deve utilizar o seu tempo e energia para investir naquilo que pode te fazer bem. “Não é sobre anestesia da realidade, mas, sim, sobre manter o equilíbrio entre as prioridades atuais de cada um”, afirma.

    O que você acha que, nesse momento, pode te trazer um pouco de bem-estar na dimensão do possível? “Questionar-se sobre as prioridades atuais e reconhecer o que é possível para cada um é, sobretudo, terapêutico”, acrescenta.

    Informe-se com moderação

    É importante que todos estejam bem informados e que acompanhem os desdobramentos sobre o tema, mas, também, é essencial equilibrar a quantidade e a qualidade de informações, filtrando as notícias.

    “Reflita se, nesse momento, você precisa checar o feed de notícias a cada 30 segundos para descobrir a cura disso tudo que estamos passando. A inundação de informações pode nos tirar o fôlego”, afirma o prof. Marcos. Nesse sentido, uma dica é escolher apenas um período do dia para acompanhar os noticiários.

    Use a tecnologia a seu favor

    A tecnologia é uma grande aliada para amenizar o distanciamento social e vários aplicativos podem ser usados, por exemplo, para encontros on-line com amigos, familiares e colegas de trabalho. Continuar conectado com as pessoas que você gosta ajuda a manter-se alegre e driblar os sentimentos negativos.

    Responda uma pergunta

    Por fim, o prof. Marcos afirma que há uma reflexão que sempre será muito acertada ao tratar de saúde mental em tempos de pandemia e que pode te ajudar a conduzir esse momento: “O que você tem feito para cuidar de si hoje?”. E lembre-se: isso vai passar.