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Tag: Unileão Sustentável

  • Sustentabilidade na Unileão: ensino que vira ação na comunidade

    Sustentabilidade na Unileão: ensino que vira ação na comunidade

    Quando se fala em sustentabilidade, muita gente pensa imediatamente em reciclagem, preservação ambiental ou redução de resíduos. Mas o conceito também envolve cultura, saúde, inclusão social e fortalecimento das comunidades.

    É essa visão ampliada que estudantes da Unileão vêm experimentando na prática por meio de projetos que conectam a formação acadêmica aos desafios da sociedade.

    Um dos exemplos é o projeto “Cartografia das Curas e Benzimentos” desenvolvido por estudantes dos cursos de Direito e Medicina. A iniciativa percorre comunidades do Crajubar (Crato, Juazeiro e Barbalha) para mapear práticas tradicionais de cura, benzimentos e saberes populares transmitidos entre gerações.

    O trabalho já conquistou reconhecimento internacional com a aprovação de um artigo científico no VIII Congresso Mexicano de Antropologia Social e Etnologia, um dos mais importantes da América Latina.

    Para o professor Pedro Adjedan, orientador da pesquisa, a iniciativa fortalece o diálogo entre o conhecimento acadêmico e os saberes populares.

    “O diálogo entre os saberes tradicionais e a universidade se faz necessário para uma formação humanizada, sobretudo para uma mudança paradigmática sobre a perspectiva de saúde, doença, identidade e territorialidade”, explica.

    Valorização da cultura local

    Além da produção científica, o projeto contribui para o reconhecimento de práticas culturais historicamente presentes na região do Cariri.

    Para Gabriel Freitas, estudante do quarto semestre de Direito, o resultado alcançado reforça a importância de preservar esses conhecimentos.

    “Essa aprovação é muito importante não só para o projeto, mas também para a valorização da cultura popular aqui do Cariri, principalmente do trabalho das rezadeiras, curandeiras, meizinheiras e das pessoas que produzem os famosos xaropes e chás medicinais”, afirma.

    Como a sustentabilidade chega à sala de aula

    Outra iniciativa que conecta os conteúdos acadêmicos a projetos voltados para o desenvolvimento sustentável é o Programa de Educação Ambiental Social (PEAS).

    A proposta vai além da preservação ambiental. Os projetos desenvolvidos estimulam competências como responsabilidade social, trabalho em equipe, visão crítica, cidadania e atuação profissional.

    Projetos que geram impacto dentro e fora da universidade

    Atualmente, estudantes de diferentes cursos participam de iniciativas voltadas à sustentabilidade e à transformação social.

    Entre elas estão:

    Administração e Ciências Contábeis

    Projeto de coleta de óleo de cozinha usado em parceria com a Sabão Juá, que transforma o resíduo em produtos destinados a comunidades.

    Biomedicina

    O projeto Lab Vivo trabalha com plantas medicinais e educação em saúde.

    Enfermagem

    Ações educativas sobre o descarte correto de medicamentos vencidos ou sem uso nas Unidades Básicas de Saúde.

    Fisioterapia

    O projeto Fisio Sustentável promove atividades de conscientização ambiental e responsabilidade social.

    Odontologia

    Orientações sobre saúde bucal e incentivo ao uso de escovas produzidas com materiais mais sustentáveis.

    Psicologia

    Discussões sobre saúde mental e construção de espaços de bem viver entre estudantes.

    Educação Física

    O LABJOR desenvolve brinquedos a partir de materiais recicláveis utilizados em escolas públicas de Juazeiro do Norte.

    Medicina

    Distribuição de mudas de árvores e atividades educativas que discutem a relação entre meio ambiente, qualidade de vida e saúde mental.

    Formação profissional conectada aos desafios do presente

    Cada projeto é acompanhado por docentes e busca aproximar o conhecimento acadêmico das demandas reais da sociedade.

    O objetivo é formar profissionais capazes de compreender os impactos sociais, ambientais e culturais de suas decisões e atuar de forma mais consciente em suas áreas de atuação.

    Esse compromisso também foi reconhecido nacionalmente. Em 2025, a Unileão recebeu o selo Instituição Socialmente Responsável, concedido pela Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), que reconhece instituições com atuação permanente em benefício das comunidades onde estão inseridas.

    Ao incorporar a sustentabilidade em diferentes cursos, a Unileão reforça uma ideia cada vez mais presente no mercado e na sociedade: formar profissionais para o futuro também significa prepará-los para enfrentar os desafios do presente.

  • Reciclagem de papel na Unileão equivale a 13 árvores no Cariri

    Reciclagem de papel na Unileão equivale a 13 árvores no Cariri

    Os resíduos descartados diariamente em salas de aula, setores administrativos e espaços de convivência podem parecer pequenos quando vistos de forma isolada. Mas, reunidos ao longo de um ano, ajudam a dimensionar efeitos ambientais concretos.

    No Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão), por exemplo, foram recicladas 6,5 toneladas de papel nos três campi ao longo do último ano. É o maior volume registrado desde o início do monitoramento, em 2016. Os dados são do Relatório de Sustentabilidade 2025.

    O número representa um crescimento de aproximadamente 13,3% em relação a 2024, quando foram reciclados 5.736 kg de papel. Isso significa que 764 kg a mais deixaram de ir para aterro sanitário em um ano.

    Segundo parâmetros utilizados por organizações ambientais, como a SOS Mata Atlântica, evitar esse descarte gera um benefício ao ar equivalente ao que 13 árvores adultas limpam da atmosfera no mesmo período.

    Árvores absorvem gás carbônico (CO₂) para crescer e liberam oxigênio, atuando como filtros naturais. Por isso, sua capacidade de absorção é usada como referência para mensurar o impacto de ações como a reciclagem. O cálculo considera a média de 17 árvores para cada tonelada de papel que deixa de ser descartada incorretamente.

    Considerando o volume total reciclado em 2025, o efeito ambiental estimado equivale ao trabalho de aproximadamente 110 árvores.

    Os dados ajudam a demonstrar como materiais descartados incorretamente continuam produzindo efeitos ambientais mesmo após o consumo.

    O relatório contabiliza ainda a reciclagem de 95 kg de plástico, entre garrafas PET e embalagens. Embora seja um volume menor, o material possui alto potencial poluente quando descartado de forma inadequada. A reciclagem desse volume evitou a emissão estimada de aproximadamente 285 kg de gases de efeito estufa.

    Na prática, isso significa menos resíduos acumulados no meio ambiente e menos poluição liberada na atmosfera de cidades que já convivem com aumento das temperaturas, crescimento urbano e pressão sobre os serviços de limpeza e descarte, como a região do Crajubar (Crato, Juazeiro do Norte e Barbalha).

    Leia o relatório na íntegra clicando aqui.

    Para onde vão os resíduos recicláveis

    Parte desses resíduos é destinada à Associação de Catadores e à Ambipar, responsáveis pela triagem e reaproveitamento dos materiais.

    Para a professora Ana Isabel, coordenadora do Comitê de Sustentabilidade da Unileão, o crescimento dos números reflete uma mudança gradual na relação da comunidade acadêmica com o descarte de resíduos.

    Enquanto centro universitário, queremos mostrar que, se cada um fizer sua parte, teremos um planeta sustentável.”, afirma. “A educação transforma as pessoas e elas transformam o mundo, parafraseando Paulo Freire , para que sejamos um exemplo em Educação ambiental para o mundo”.

  • O caminho das águas: como a Unileão transforma reuso em estratégia contra o desperdício

    O caminho das águas: como a Unileão transforma reuso em estratégia contra o desperdício

    Em uma região historicamente marcada pelos períodos de estiagem, a Unileão tem adotado soluções voltadas ao uso consciente da água. No campus Lagoa Seca, a água utilizada em banheiros e cozinhas passa por tratamento e é reaproveitada em diferentes atividades da rotina acadêmica.

    A iniciativa é realizada por meio de uma Estação de Tratamento de Água implantada pela instituição em 2019, considerada a primeira desse tipo em uma instituição de ensino da região. Com capacidade para reaproveitar cerca de 12 mil litros por dia, o sistema evita o desperdício de aproximadamente 300 mil litros de água por mês, volume suficiente para encher 600 caixas d’água residenciais de 500 litros.

    Ao longo de 2025, a estação tratou e reutilizou aproximadamente 12,9 milhões de litros de água. Após o tratamento, os efluentes passaram a ser utilizados em atividades como irrigação de jardins, limpeza de áreas comuns e apoio a obras de construção civil realizadas no campus.

    Segundo a professora Ana Isabel Calixto, coordenadora do Comitê de Sustentabilidade, as chamadas “águas cinzas” são provenientes principalmente de banheiros e cozinhas. Antes do reaproveitamento, elas passam por um processo de tratamento que permite a utilização em atividades não potáveis.

    Para a coordenadora, a iniciativa integra uma estratégia contínua de gestão ambiental desenvolvida pela universidade.

    “Cada vez que a gente irriga o nosso solo e mantém as nossas árvores, a gente também está mantendo a água. Quanto mais árvores, mais água. Quanto mais a gente protege o solo, mais água a gente tem no subsolo”, afirma. 

    Reuso como alternativa

    Na Unileão, o reaproveitamento de águas cinzas tem se consolidado como alternativa para reduzir a demanda por água potável fornecida pela rede pública.

    A estratégia também está associada à preservação ambiental nos campi. Os três espaços da instituição reúnem mais de 600 espécies de plantas entre árvores nativas e ornamentais, utilizadas tanto na arborização quanto em atividades de educação ambiental.

    Parte das espécies possui identificação por QR Code, permitindo que estudantes e visitantes acessem informações sobre características, funções ecológicas e importância ambiental das plantas.

    Sustentabilidade incorporada à rotina acadêmica

    Além da infraestrutura, a instituição também incorpora práticas sustentáveis ao cotidiano acadêmico e administrativo. O reuso da água integra um conjunto de ações voltadas à gestão de recursos naturais desenvolvidas nos campi.

    Ao transformar o reaproveitamento em prática permanente, a universidade utiliza o próprio ambiente acadêmico como espaço de aplicação de soluções relacionadas à realidade climática da região.

    Em um território onde a escassez hídrica influencia historicamente a vida urbana e rural, iniciativas como essa aproximam tecnologia, educação ambiental e uso consciente da água de situações concretas do cotidiano.

  • Semana do Meio Ambiente: como a Unileão impulsiona a geração própria de energia solar no Cariri

    Semana do Meio Ambiente: como a Unileão impulsiona a geração própria de energia solar no Cariri

    O avanço da energia solar no Brasil já não se concentra apenas em grandes capitais ou polos industriais. No interior do Ceará, municípios da região do Cariri têm ampliado a presença de projetos voltados tanto à geração comercial quanto ao consumo próprio, acompanhando a expansão das fontes renováveis no país.

    Cidades como Abaiara, Brejo Santo, Mauriti e Milagres já abrigam grandes usinas responsáveis pela distribuição de energia para o sistema elétrico. Em Juazeiro do Norte, outro movimento ganha espaço: o crescimento de sistemas de geração distribuída voltados ao abastecimento de instituições, empresas e empreendimentos locais.

    Entre os exemplos está o sistema fotovoltaico do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão), que mantém, desde 2016, um projeto de geração própria de energia. Segundo dados do Relatório de Sustentabilidade da instituição, o complexo opera atualmente uma das maiores estruturas de geração solar do Nordeste destinadas exclusivamente ao consumo próprio.

    Como o sistema foi ampliado

    O primeiro sistema foi instalado no campus Lagoa Seca, com painéis fixos posicionados nos telhados do Bloco E e no estacionamento da Clínica-Escola. Ao longo dos anos, o projeto passou por ampliações e atualizações tecnológicas.

    Em 2019, a estrutura incorporou painéis móveis capazes de acompanhar o movimento do sol para ampliar a eficiência da geração. Já em 2024, a expansão incluiu módulos bifaciais, tecnologia que permite captar luz solar em ambos os lados das placas.

    Segundo a equipe técnica responsável pelo projeto, os módulos aproveitam tanto a incidência direta da luz quanto a luminosidade refletida pelo solo, aumentando a eficiência da geração.

    “O diferencial do projeto é que a energia produzida é destinada integralmente ao consumo da própria instituição”, explica o engenheiro Marcos Vinicius Leite de Araújo, que acompanha a implantação do sistema desde o início.

    Como funciona a geração própria

    O modelo adotado pela Unileão se enquadra na modalidade de Micro e Minigeração Distribuída (MMGD), sistema capaz de permitir a residências, escolas, empresas e indústrias a produção parcial ou integral da energia consumida.

    Nesse formato, quando a produção supera o consumo imediato, o excedente é direcionado para a rede elétrica da distribuidora e convertido em créditos energéticos, utilizados posteriormente pela unidade consumidora.

    O crescimento desse modelo acompanha uma tendência nacional de descentralização da produção elétrica, especialmente em regiões com alta incidência solar, como o Nordeste.

    Os números da expansão

    Os dados do projeto ajudam a dimensionar a expansão da geração própria ao longo da última década.

    Em 2016, o sistema registrava produção anual de cerca de 229 mil kWh. Em 2025, a capacidade chegou a 2,45 milhões de kWh. Segundo o engenheiro Marcos Vinicius, o volume seria suficiente para abastecer aproximadamente 3 mil residências com quatro moradores. Já a projeção para 2026 é alcançar 3 milhões de kWh.

    De acordo com o especialista, parte desse crescimento ocorreu após a implantação de uma terceira usina móvel instalada nas proximidades do Hospital Veterinário.

    Ao todo, o sistema conta com 3.678 módulos em operação. A estimativa é que a economia operacional relacionada à geração própria alcance R$ 2,6 milhões em 2026.

    Atualmente, o parque opera com três estruturas:

    • usina fixa instalada nos telhados do campus;

    • usina móvel localizada no complexo esportivo;

    • nova usina móvel responsável pela ampliação recente da capacidade de geração.

    Cariri como polo de transição energética

    Para a coordenadora do Comitê de Sustentabilidade, professora Ana Isabel Calixto, a expansão da energia solar no Cariri é o principal pilar da transição energética local. Segundo ela, a alta incidência de radiação solar transforma o semiárido em um polo de desenvolvimento sustentável.

    “A alta radiação solar da região traz benefícios imediatos, como independência econômica, atração de megaempreendimentos e geração de energia limpa com zero emissão de gases do efeito estufa”, destaca a professora.

    Ela também ressalta que a produção solar tem gerado uma economia que beneficia diretamente a instituição, sem necessidade de repasse dos custos de energia para as mensalidades dos alunos.

    “A produção de energia solar, renovável e limpa tem evitado a emissão de mais de 26 toneladas de resíduos por mês, que deixariam de poluir a água, a terra e o ar”, explica. A quantidade de resíduos, associada à geração energética baseada em combustíveis fósseis, tem como base parâmetros de plataformas e organizações ambientais, como SOS Mata Atlântica e WWF Brasil.

    Outras soluções sustentáveis

    Além da produção solar, a política ambiental da Unileão inclui iniciativas voltadas à eficiência energética. Entre elas está um sistema de climatização que utiliza blocos de gelo produzidos com energia solar durante o dia para resfriamento de ambientes no período noturno, horário em que o custo da eletricidade costuma ser mais elevado. A tecnologia funciona por meio do armazenamento térmico: o frio gerado durante o dia é utilizado posteriormente para reduzir o consumo nos horários de pico.

    De acordo com a professora Ana Isabel, contribuir com a redução dos impactos da poluição, enquanto universidade, traz satisfação por ajudar a construir um futuro mais limpo. “Isso nos traz a satisfação em contribuir com um futuro mais limpo e sustentável”, afirma.

  • Reitor da Unileão participará do 27º FNESP, o maior fórum de ensino superior da América Latina

    O reitor da Unileão, professor Jaime Romero, é um dos convidados para participar do 27º Fórum Nacional do Ensino Superior Particular (FNESP), considerado o maior e mais relevante encontro do setor na América Latina. O evento acontece nos dias 25 e 26 de setembro, no Distrito Anhembi, em São Paulo, e reunirá lideranças nacionais e internacionais, gestores de instituições de ensino superior, autoridades e especialistas em sustentabilidade e inovação.

    Com o tema “O poder da Educação para um planeta vivo”, o FNESP 2025 vai dar voz e apresentar cases de instituições de ensino e organizações comprometidas com práticas sustentáveis e de ESG. Entre os nomes confirmados estão a Ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva; Victoria Galán-Muros, diretora de Pesquisa e Análise da UNESCO IESALC; e o jornalista do Grupo Globo, André Trigueiros, especialista em Jornalismo Ambiental.

    Participação da Unileão

    O professor Jaime Romero terá participação em dois momentos de destaque:

    • 26 de setembro, às 12h – Painel 5: Campi sustentáveis formam sociedades do futuro. O debate vai reunir reitores para discutir como os campi universitários podem se tornar ecossistemas sustentáveis, conectando práticas ambientais à formação dos alunos, inclusive aqueles da modalidade a distância. O reitor da Unileão dividirá o painel com Manuir José Mentges (PUC-RS) e Erna Maters (Wageningen University & Research – Holanda).

    • 26 de setembro, às 14h30 – Universidades Inovadoras
    Em salas de conteúdo simultâneo, o reitor da Unileão participará do debate sobre IES que valorizam a sustentabilidade, o impacto social, o bem-estar e a formação do aluno, ao lado de José Antônio Mendes (FHO – Fundação Hermínio Ometto – SP) e Luiz Cláudio Pereira (Afya – MG).

    Sustentabilidade no DNA

    A Unileão se consolida como referência em sustentabilidade, especialmente no ano em que o Brasil sediará a 30ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP 30). Desde 2022, o Programa Gestão Sustentável vem promovendo ações internas voltadas à redução de resíduos e ao reaproveitamento de recursos. Além disso, projetos de extensão aproximam a comunidade acadêmica e a sociedade civil da agenda ambiental, com iniciativas práticas em diferentes áreas do conhecimento, desde a coleta de óleo para produção de sabão até hortos medicinais, programas de reciclagem e atividades de educação ambiental em escolas. Essa responsabilidade também é ampliada por meio de parcerias com associações e organizações não-governamentais.

    Entre os resultados alcançados, destacam-se:

    • Energia 100% renovável: autossuficiência desde 2020 com sistema híbrido solar (fixo + heliotrópico), que acompanha o movimento do sol para otimizar a captação.

    • Gestão inteligente da água: reaproveitamento de 12 mil litros diários em sua Estação de Tratamento, totalizando 4,3 milhões de litros tratados em 2020.

    • Economia circular: reciclagem de 6 toneladas de papel em 2024, preservando cerca de 120 árvores, em parceria com a Associação Engenho do Lixo e a Arplast.

    • Gestão institucional: criação de um núcleo especializado para coordenar políticas ambientais transversais em toda a instituição.

    Representatividade para o Cariri

    Durante o 27º FNESP, o professor Jaime Romero destacará o papel da Unileão como referência em práticas sustentáveis e que é possível conciliar excelência acadêmica com responsabilidade socioambiental. A participação também posiciona o Cariri como polo de inovação ambiental e de educação transformadora, projetando a região no cenário nacional.

    “Nossa participação demonstra que universidades do interior lideram debates globais sobre sustentabilidade”, afirma.

    Saiba mais sobre o evento clicando aqui.

  • Unileão reforça compromisso com a sustentabilidade durante a Semana do Meio Ambiente

    Unileão reforça compromisso com a sustentabilidade durante a Semana do Meio Ambiente

    Entre os dias 31 de maio e 6 de junho, a Unileão promoveu mais uma edição da Semana do Meio Ambiente, com uma programação diversificada e repleta de atividades educativas, projetos inspiradores e iniciativas que reforçam o compromisso institucional com a sustentabilidade. A abertura oficial ocorreu no dia 31 de maio e marcou um momento especial: a apresentação e premiação dos projetos desenvolvidos no âmbito do Programa de Educação Ambiental e Social (PEAS) da Unileão.

    A cerimônia de premiação contou com uma banca avaliadora composta por três profissionais de referência em suas áreas: a professora Dra. Maria Arlene Pessoa (URCA), a professora Dra. Cláudia Marco (UFCA) e a professora Suzana Alencar (CPA Unileão). Os projetos apresentados evidenciaram o protagonismo dos cursos da Unileão e a criatividade dos estudantes e professores na busca por soluções que aliam responsabilidade ambiental e impacto social positivo. Confira os projetos premiados:

    1º lugar: Projeto Lab Vivo Biomedicina, orientado pelas professoras Ana Ruth e Raíra Justino;

    2º lugar: Projeto Labjor Educação Física, sob orientação do professor José Edson.

    Destaques especiais:

    • Projeto de coleta de óleo de cozinha usado (Administração – Profª Márcia Leite);

    • Descarte correto de medicamentos (Enfermagem – Profª Elayne Dantas);

    • Troca de escovas plásticas por escovas de bambu (Odontologia – Profª Marayza Alves).

    A coordenadora do Núcleo de Sustentabilidade da Unileão, professora Ana Isabel Santos, registrou agradecimentos especiais para todos os envolvidos no PEAS: “Agradeço aos professores participantes, pois todos são premiados por contribuírem para a construção de um planeta melhor. Também registramos um agradecimento aos projetos do curso de Psicologia, com a professora Larissa Linard; de Fisioterapia, com a professora Rejane Fiorelli; e de Medicina, com a professora Bruna [sobrenome]”, disse.

    Além da premiação, a programação da semana contou com diversas atividades que integraram ensino, comunidade e práticas sustentáveis: Chá Científico com o curso de Biomedicina; distribuição de mudas com o curso de Medicina; ação de troca de escovas plásticas por escovas de bambu com a Odontologia; roda de conversa sobre a importância da coleta de óleo com a Administração; exposição de brinquedos feitos com material reciclável pelo curso de Educação Física; e o Bazar Eco Psi, promovido pelo curso de Psicologia.

  • Unileão fica no top 3 do Prêmio Nacional de Gestão Educacional

    Unileão fica no top 3 do Prêmio Nacional de Gestão Educacional

    O Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) figura entre as três melhores instituições na categoria “Responsabilidade Social” do Prêmio Nacional de Gestão Educacional (PNGE), edição 2025. A cerimônia de premiação, realizada no último dia 26 de março no PRO MAGNO Centro de Eventos, em São Paulo, reuniu 90 projetos de todo o país, avaliados por uma comissão de nove especialistas. A Unileão foi reconhecida pelas ações exitosas desenvolvidas no âmbito da sustentabilidade, que incluem desde a geração de energia limpa até programas de educação ambiental e social.

    “Eu vejo que estamos no caminho certo, olhando para as pessoas e para a sustentabilidade. Muitas instituições ainda não têm esse olhar, e sermos reconhecidos como uma universidade do Sul do Ceará que se equipara às maiores do Brasil em preocupação com o meio ambiente é algo muito significativo”, destaca a professora Ana Isabel.

    A indicação da Unileão para o prêmio partiu do professor Pedro Loula, dos cursos de Administração e Ciências Contábeis. Durante o evento, a instituição apresentou diversas práticas sustentáveis desenvolvidas nos três campi, entre elas:

    — Energia Solar: Instalação de mais de 3.000 placas solares para geração de energia limpa, evitando a emissão de 13 toneladas de resíduos por mês;

    — Reciclagem de Papel: Separação e encaminhamento de resíduos para reciclagem em parceria com associações locais;

    — Reaproveitamento de Água: Reutilização de até 12.000 litros de água por dia na irrigação e limpeza do ambiente;

    — Programa de Educação Ambiental e Social – PEAS: Promoção da conscientização ambiental em todos os cursos, envolvendo alunos, professores e colaboradores;

    — Visitas Técnicas: Abertura das instalações para estudantes de outras instituições conhecerem as práticas sustentáveis da Unileão;

    — Compromisso Contínuo: Plano de expansão do parque solar previsto para 2025.

    A professora Ana Isabel Calixto afirma que a Unileão, mesmo localizada no interior do Ceará, se destaca por sua vanguarda ao implementar as melhores práticas educacionais. Ela também diz que muitas iniciativas discutidas no evento já são aplicadas pela instituição há algum tempo.

    “A Unileão realmente tem o diferencial de estar à frente. Acreditamos que temos as melhores práticas sociais e ambientais. Temos hoje uma gestão sustentável, na qual nossos colaboradores e alunos acreditam no processo. Eles querem um planeta melhor para exercerem suas profissões da melhor forma possível”, considera a professora.

    Sobre o Prêmio Nacional de Gestão Educacional (PNGE) 2025

    O PNGE, realizado desde 2008, visa incentivar instituições a aprimorarem a educação no Brasil. Com o apoio de entidades como a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) e a Associação Nacional dos Centros Universitários (ANACEU), o prêmio já reconheceu mais de 250 cases de sucesso em diversas categorias, incluindo:

    — Inovação Acadêmico-Pedagógica: Práticas inovadoras de ensino e aprendizagem.

    — Responsabilidade Social: Ações sustentáveis e colaborativas para o bem-estar da comunidade interna e externa.

    — Gestão de Excelência: Práticas administrativas, financeiras, de gestão de pessoas e marketing.

    Profa. Ana Isabel de pé, na ponta direita da foto, segura a placa de bronze. Foto: repordução do Instagram @geducoficial
  • Gestão sustentável na Unileão: colaboradores transformando o futuro

    Gestão sustentável na Unileão: colaboradores transformando o futuro

    Sustentabilidade é a canção da terra, e cada um de nós é uma nota importante nessa sinfonia de preservação e harmonia. Ciente disso, em 2022, a Unileão implementou o Programa de Gestão Sustentável, com o objetivo de integrar a sustentabilidade nos setores da Instituição, por meio de ações planejadas e executadas pelos próprios colaboradores em seus locais de trabalho. Você tem alguma ideia para compartilhar? Escreva para anaisabel@leaosampaio.edu.br. Suas ideias serão analisadas e, posteriormente, implementadas.

    No Integrar 2023, evento destinado aos colaboradores da Unileão, a professora Ana Isabel, coordenadora do Núcleo de Sustentabilidade da Instituição, premiou os colaboradores que implementaram o programa Gestão Sustentável em seus setores. Para ela: “divulgar uma cultura sustentável é cuidar do planeta pensando no presente e nas futuras gerações”. E acrescenta que: “a gestão sustentável é responsabilidade de cada colaborador da Unileão. As mudanças climáticas são uma realidade que precisamos enfrentar com ações que melhorem a qualidade de vida atual. Dessa forma, cuidamos para que as futuras gerações desfrutem de uma qualidade de vida igual ou melhor do que a que temos hoje”, ressalta.

    Além disso, a professora parabenizou o campus Crajubar por ter zerado o uso de descartáveis.

    Confira alguns registros:

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    Conheça as ações de sustentabilidade na Unileão:

    As ações gerais de sustentabilidade da Unileão incluem coleta e destinação correta de resíduos sólidos, reutilização de 100% da água com a Estação de Tratamento de Água do campus Lagoa Seca, produção e utilização de energia solar e atividades ligadas aos cursos de graduação através do desenvolvimento do Programa de Educação Ambiental e Social (PEAS), juntamente com a promoção da qualidade de vida no trabalho para os colaboradores da Instituição.

  • Unileão reforça a importância da preservação e da sustentabilidade no Dia Mundial do Meio Ambiente

    Unileão reforça a importância da preservação e da sustentabilidade no Dia Mundial do Meio Ambiente

    O Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado no dia 5 de junho, começou a ser comemorado em 1972, com a realização da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente. Ao longo dos anos, a ocasião foi se configurando uma plataforma global de sensibilização pública sobre o tema, celebrada por milhões de pessoas em mais de 100 países. Pensando nisso, o Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) tem se preocupado em desenvolver e ampliar as medidas de proteção e preservação ambiental.

    No Dia Mundial do Meio Ambiente, a instituição realiza o dia sem plástico, com o intuito de promover a redução do uso desses materiais poluentes. A iniciativa se deu pela urgência da problemática e suas implicações. Mais de 400 milhões de plásticos de 5mm de diâmetro acabam em alimentos, água e ar. Estima-se que cada pessoa no planeta consome mais de 50.000 partículas de plástico por ano. A poluição plástica e seus impactos prejudicam a saúde, economia e meio ambiente, não podendo ser ignorados. O relatório da ONU destaca que o plástico representa 85% dos resíduos que chegam aos oceanos e adverte que até 2040 os volumes de plásticos que fluem para o mar podem triplicar.

    Sustentabilidade na Unileão

    O desenvolvimento sustentável é o caminho para a preservação do meio ambiente e das condições de vida necessárias à sobrevivência das próximas gerações. Ciente disso, a Unileão é comprometida com essa causa ao longo de todo o ano, por meio de ações que visam incentivar a construção de um mundo melhor para todas as espécies que nele habitam.

    Pelo Núcleo de Sustentabilidade e pelo Programa de Educação Ambiental e Social (Peas), toda a comunidade acadêmica da Unileão é incentivada à prática de ações sustentáveis que reafirmam diariamente o compromisso da Instituição com a Educação Ambiental.

    Seguindo os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), as ações de sustentabilidade da Unileão incluem iniciativas voltadas para o melhor aproveitamento do uso de recursos como água, energia e papel, dentre outros, sempre na perspectiva de deixar um planeta melhor para as futuras gerações. Todas essas ações podem ser conferidas no Relatório de Sustentabilidade 2022 da Unileão.

    Confira formas de contribuir com a preservação do meio ambiente:

    – Substitua canudos de plástico pelos feitos com materiais biodegradáveis ou metálicos;

    – Substitua as sacolas plásticas por ecobags na sua rotina de compras nos mercados;

    – Adote uma garrafa e evite utilizar copos descartáveis;

    – Não jogue óleo de cozinha usado no ralo ou esgoto;

    – Evite desperdícios;

    – Faça a coleta seletiva do lixo;

    – Pratique a carona solidária;

    – Economize energia elétrica e água;

    – Consuma produtos com menor impacto ambiental, como a escova dental fabricada com bambu;

    – Mantenha áreas verdes ao seu redor;

    – Tenha o compromisso de agir com responsabilidade ambiental;

    – Prefira produtos feitos com material reciclado;

    – Ande sempre com sua xícara de café (além de ser mais saudável, protege o meio ambiente);

    – Incentive outra pessoa a ter atitudes sustentáveis.

  • Unileão realiza Programa Gestão Sustentável com colaboradores da Instituição

    Unileão realiza Programa Gestão Sustentável com colaboradores da Instituição

    A Unileão sabe da importância da sustentabilidade para a preservação dos recursos naturais. Por isso, tem ela como um dos seus principais preceitos e hoje é uma da Instituições que mais investem em ações sustentáveis. É buscando ampliar ainda mais essas ações que a Unileão incentiva seus colaboradores a pensarem em soluções sustentáveis para os seus setores por meio do Programa Gestão Sustentável.

    Novo uso para sacos plásticos

    A Maria Solange, colaboradora do setor de Arquivo, por exemplo, achou um novo uso para os saquinhos plásticos que eram utilizados para conservar os documentos dos alunos. Como não estão mais recebendo documentos físicos dos discentes, ela pensou que eles poderiam ser utilizados no armazenamento das avaliações a serem entregues aos docentes.

    Ela falou então com a colaboradora Hyanne Kelly, do Controle Acadêmico. Com isso, o setor teve uma redução significativa na compra de envelopes, e os sacos já existentes estão sendo reutilizados e ganhando um novo propósito.

    “Consumir plástico no lugar de papel, não é ruim? Mas acontece que é um plástico que nós já temos. Ele já tinha sido comprado e consumido. Então qual seria o outro destino dele? O lixo? O ideal é que nós produzamos menos plástico, é claro, mas quando ele já existe, o ideal é que ele tenha uma utilização e reutilização o máximo possível”, afirma a profa. Ana Carla, coordenadora do Controle Acadêmico.

    Colaborador(a), contribua também com ideias

    Os(as) colaboradores(as) que tiverem ideias para melhorar a gestão sustentável dos seus setores podem compartilhá-las através dos e-mails comunicacao@leaosampaio.edu.br ou anaisabel@leaosampaio.edu.br.

    Premiação para ações sustentáveis

    No Integrar 2022, evento do corpo técnico-administrativo da Unileão, houve a entrega de premiações para os colaboradores que implementaram o Programa Gestão Sustentável nos seus setores. Confira abaixo alguns registros:

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