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  • Da graduação à publicação nacional: estudantes de Odontologia transformam pesquisa em capítulo de livro científico

    Da graduação à publicação nacional: estudantes de Odontologia transformam pesquisa em capítulo de livro científico

    Entre aulas, atendimentos clínicos, trabalhos acadêmicos e a rotina da graduação, um grupo de estudantes de Odontologia da Unileão encontrou tempo para mergulhar em um desafio que costuma parecer distante para muitos universitários: produzir conhecimento científico capaz de ultrapassar os muros da sala de aula.

    O resultado desse percurso ganhou alcance nacional. Os estudantes Igor Gabriel Ribeiro Dantas, Júllia Moraes Lopes, Gleidson Carlos da Silva Gonçalves, Jailde de Oliveira Jales e Maria Isabella Lima Nogueira, orientados pelo professor Vilson Rocha Cortez Teles de Alencar, tiveram um capítulo publicado no livro Cuidado e saúde: evidências, experiências e inovação, da Amplla Editora.

    Intitulado “Manifestações bucais em ambiente hospitalar: análise de prevalência e fatores associados”, o trabalho foi publicado em 31 de março e representa uma conquista construída ao longo da formação acadêmica.

    Para os autores, a publicação simboliza mais do que um resultado curricular. Ela marca a consolidação de uma trajetória iniciada ainda nos primeiros contatos com a pesquisa científica durante a graduação.

    “Esta conquista começou com a base oferecida pela Unileão, que despertou o interesse pela pesquisa científica. A partir desse estímulo, o projeto ganhou vida graças à disposição do professor Vilson de Alencar em assumir a orientação, permitindo que o trabalho avançasse até esta publicação”, relatam os estudantes.

    Uma construção coletiva

    O grupo reúne alunos em diferentes momentos da graduação. Enquanto quatro integrantes cursam o 6º semestre, um dos estudantes já está no 10º semestre. Essa diversidade de experiências contribuiu para fortalecer o desenvolvimento do trabalho e ampliar as trocas durante o processo de escrita.

    “Nossa jornada acadêmica une diferentes momentos da graduação. Todos já tínhamos contato com a escrita científica por meio de resumos e revisões de literatura. Além disso, a experiência mais sólida de alguns integrantes com produções acadêmicas foi fundamental para amadurecermos nossa escrita e consolidarmos este trabalho em formato de capítulo”, explicam.

    Segundo os estudantes, a convivência entre colegas com diferentes níveis de experiência permitiu que o projeto evoluísse de forma colaborativa, transformando conhecimento compartilhado em uma produção científica publicada.

    Pesquisa que amplia horizontes

    A publicação do capítulo significa uma oportunidade de inserção dos estudantes no universo da pesquisa científica, área cada vez mais valorizada na formação em saúde.

    Ao verem o trabalho publicado por uma editora nacional, os autores celebram não apenas o resultado alcançado, mas também o aprendizado acumulado ao longo do processo. Da escolha do tema à escrita final, cada etapa contribuiu para fortalecer competências que acompanharão os futuros cirurgiões-dentistas ao longo de suas carreiras.

    “Com muita satisfação, compartilhamos a publicação do nosso capítulo. Somos gratos ao professor Vilson de Alencar pela orientação e pelo apoio durante o desenvolvimento deste trabalho”, destacam os autores.

  • Egressa da Unileão constrói trajetória marcada por aprovações e dedicação à Psicologia

    Egressa da Unileão constrói trajetória marcada por aprovações e dedicação à Psicologia

    A trajetória da psicóloga Fernanda Leite é um exemplo de como dedicação, estudo e propósito podem abrir caminhos para importantes conquistas profissionais. Formada em Psicologia pela Unileão, a egressa acumula aprovações que refletem o compromisso com sua formação e atuação na área.

    A primeira grande conquista veio em 2023, quando foi aprovada na Residência Integrada Multiprofissional em Atenção Hospitalar – Urgência e Emergência do Complexo Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná (CHC-UFPR), em Curitiba. Mais recentemente, celebrou uma nova realização: a aprovação no concurso público do município de Barbalha.

    Para Fernanda, a formação recebida na Unileão foi fundamental para a construção desse percurso.

    “O curso de Psicologia da Unileão me preparou possibilitando conhecimentos amplos e essenciais para as conquistas que obtive, principalmente para a Residência no terceiro maior Hospital Federal do Brasil. As disciplinas de Políticas Públicas, Psicologia Social e Comunitária foram minhas principais bases para compreender como deve ser o funcionamento da saúde no Brasil. Guardo com carinho todos os ensinamentos”, destaca.

    Formação construída dentro da Unileão

    A relação de Fernanda com a Instituição foi além da graduação. Após concluir o curso, ela deu continuidade à sua formação acadêmica na própria Unileão, onde finalizou a pós-graduação em Teoria Psicanalítica, ampliando seus conhecimentos e aprofundando sua prática profissional.

    Durante a graduação, participou ativamente de diversas atividades acadêmicas que contribuíram para sua formação. Foi monitora das disciplinas de Políticas Públicas e Psicologia do Trabalho, integrou um projeto de Iniciação Científica voltado ao estudo do discurso de ódio na mídia digital e participou de atividades extracurriculares na área de gestão, em parceria com a Universidade Federal do Cariri (UFCA).

    Uma jornada guiada pela Psicanálise

    Segundo Fernanda, a pós-graduação teve papel decisivo na construção de sua identidade profissional.

    “Com a pós-graduação em Teoria Psicanalítica tive contato com psicanalistas extremamente éticos e responsáveis com o fazer da psicanálise, que ajudaram a construir o meu fazer profissional. Tanto é que minha escolha pela residência da UFPR foi norteada pela psicanálise. Era o único edital que colocava a psicanálise como teoria de base”, relembra.

    Aprovada por meio do Exame Nacional de Residência (Enare), a psicóloga seguiu aprofundando sua formação e atualmente integra o Aleph – Escola de Psicanálise de Belo Horizonte.

    “Hoje faço parte do Aleph como participante inscrita, contribuindo para a continuidade de um fazer psicanalítico ético e norteado pelo desejo”, afirma.

     

  • Aluna Atleta da Unileão é campeã de atletismo no Jogos Universitários Cearenses

    Aluna Atleta da Unileão é campeã de atletismo no Jogos Universitários Cearenses

    A ultrapassagem da linha de chegada para um corredor significa escrever mais um capítulo de superação. Os treinos, desafios e renovações da jornada são lembrados e transformados em força para um grande fechamento de prova. É assim que a atleta de alto rendimento Loise Victória ultrapassou a linha de chegada para receber não uma, mas três medalhas nos Jogos Universitários Cearenses (JUCs), realizados nos dias 11 e 12 de abril em Fortaleza, capital cearense.

    Natural de Juazeiro do Norte, Loise é aluna do terceiro semestre do curso de Educação Física do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) e atleta por excelência. A paixão pela corrida foi herdada de seus pais, também atletas da modalidade, e responsáveis pela equipe de atletismo mais antiga da cidade, fundada em 1991. Loise compartilha que a mãe correu até os três meses de sua gestação e que, desde o nascimento, pode se inspirar no exemplo de casa. “As corridas que ela participava, as viagens, a maioria eu participava juntamente com ela e com o meu pai. Nisso não houve jeito, eu tomei gosto”, conta.

    Durante a infância, seu pai a levava em corridas infantis que apareciam na região e, aos dez anos, a universitária decidiu começar a treinar por conta própria. “Até onde Deus pretender, eu não vou parar”, ressalta.

    Treze anos depois, agora com 23 anos, a corredora representou a Unileão nos Jogos Universitários Cearenses e saiu consagrada como campeã dos 10.000 metros e vice-campeã dos 5.000 e 1.500 metros. As excelentes posições criam expectativas para a classificação nos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs) deste ano. Em 2025, Loise Victória percorreu esse caminho e levou a Unileão para a fase nacional em Brasília, tendo destaque como uma das seis melhores atletas femininas nas categorias de 5.000 e 10.000 metros do país.

    Dos treinos às provas

    De acordo com o site oficial das Olímpiadas, as corridas fazem parte de um leque de provas do atletismo, obrigatoriamente realizadas no sentido anti-horário e com a linha de chegada em um local comum para todas as provas. Os tipos de corrida variam: longa distância, de meia-distância, de velocidade, de revezamento e com barreiras.

    Loise competiu nas de longa distância (10.000 e 5.000 metros) e na de média distância (1.500 metros). Essas provas exigem estratégias diferentes: nas mais longas, por exemplo, deve-se priorizar a resistência do corpo; e as de menor distância, a velocidade. A autoconsciência corporal é uma habilidade notória em atletas de alto rendimento, como Loise explica: “Eu tomo conhecimento da condição do meu corpo no aquecimento. Porque há dias e dias. Há dias que você está bem, outros dias não. Através do aquecimento eu já sei como o meu corpo vai responder durante a prova”.

    Ter confiança é essencial para realizar uma boa prova, assim como lembrar de todo o treinamento e compreender que não é sobre ser melhor do que ninguém, mas sobre ser melhor do que si mesmo. Pouco antes da largada, Loise sabe que está preparada e pronta para se superar mais uma vez.

    Mas até chegar no momento da competição, é preciso conciliar os treinos com estudo, trabalho e casa. “Quando entrei aqui na faculdade, eu treinava de noite. Aí nisso tive que me readaptar com relação aos meus treinamentos e minha rotina”, explica a estudante, que já possui uma graduação anterior em letras-inglês, “Comecei a treinar de manhã, de tarde, em horários quentes mesmo. Porque a aula começa às seis horas [da noite]”. A corredora treina de três a quatro horas por semana, além de participar de provas da região, como duas meias maratonas e a III Corrida Unileão.

    Apoio e próximos passos

    Loise Victória ingressou no Centro Universitário através do Programa Bolsa Social e relembra que o Complexo-Esportivo foi um dos principais motivos para a escolha da instituição. Hoje, ela usufrui de sua expertise como atleta e da estrutura do campus nas aulas que envolvem corrida.

    A Unileão apoia o esporte universitário, desde os equipamentos até o incentivo para competir, garantindo o diferencial na vida de atletas universitários. Começar um curso de nível superior não deve implicar no abandono de uma parte fundamental da identidade do aluno, como o esporte é a de um atleta. “A Unileão me apoiou muito nas etapas do universitário. No ano passado, me ajudaram muito com as passagens para Brasília. Este ano também”, diz a corredora.

    Para quem deseja participar de competições universitárias, o recado dela é claro: “Esporte é saúde”. Como atleta profissional, a competição se torna seu objetivo central, mas praticar esportes proporciona uma melhor qualidade de vida para qualquer um, competidor ou não.

    Os próximos passos de Loise Victória são em direção a novos patamares, evoluindo e melhorando o ritmo, sem medo de ir atrás do que quer. No futuro, deseja se tornar treinadora e atuar no desenvolvimento de novos atletas. Sair do mundo da corrida não é uma opção, pois, segundo ela, é o que a faz ser quem é.

  • Egressa da Unileão é destaque em programas de residência do Nordeste

    Egressa da Unileão é destaque em programas de residência do Nordeste

    No ano de 2024, primeiro lugar na Residência Multiprofissional em Saúde do Adulto e do Idoso no Hospital Universitário Prof. Alberto Antunes da Universidade Federal de Alagoas (HUPAA/UFAL). Um capítulo publicado no livro Psicologia e Políticas Públicas: diálogos entre formação e prática, promovido pelo Conselho Regional de Psicologia de Alagoas (CRP 15). Nesse ano de 2026, na cidade de Fortaleza, também primeiro lugar na residência em Saúde Mental pela Escola de Saúde Pública do Ceará (ESP/CE). E ainda, outro primeiro lugar! Dessa vez na residência em Saúde Mental, realizada pela Universidade de Pernambuco (UPE), em Garanhuns.

    Esse é o currículo que apresenta Giovanna Rodrigues Martins, egressa do curso de Psicologia da Unileão, e as partes mais recentes de uma jornada acadêmica inspiradora que começou no Cariri Cearense. No Centro Universitário Leão Sampaio (Unileão), Giovanna deu os primeiros passos para o que seria sua viagem entre os estudos e seus sonhos. “Acredito que uma base bem construída sustenta qualquer trajetória, independentemente das escolhas profissionais que fazemos ao longo do caminho. Durante minha graduação na Unileão, busquei me implicar verdadeiramente com cada disciplina, não apenas em um viés de cumprir etapas, mas em deixar ser atravessada pelo conhecimento.”

    A construção de uma base sólida na graduação

    A psicóloga conta que estabelecer vínculos com professores e profissionais, assim como ir além do que era solicitado, questionando e refletindo, foi fundamental para seu amadurecimento acadêmico. Fazendo questão de participar ativamente de diferentes espaços formativos, a residente relembra a jornada acadêmica na graduação. “Realizei duas monitorias, experiência que me ensinou sobre o compromisso coletivo com a aprendizagem. Também participei de um grupo de estudos que se desenvolveu para um projeto de extensão (Círculo de Cultura da Práxis Freiriana), ampliando meu olhar para além da sala de aula e aproximando a Psicologia da realidade concreta do território.”

    A experiência do projeto de extensão, inclusive, é a guardada com mais carinho em seu coração. “Na época não havia grupos de extensão ativos, além de ser um grupo que foi bastante autogerido com base no afeto dos participantes (não era só para ter certificado, ou que ficava aguardando o professor tomar decisões), com bastante apoio da coordenação e dos professores”, explica.

    Como deseja ingressar no mestrado posteriormente, Giovanna realizou o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) como uma pesquisa de campo que a permitiu vivenciar o rigor metodológico e a produção de conhecimento a partir de experiências práticas. Além disso, os estágios obrigatórios foram de grande importância durante a formação. “Foram neles que muitas inquietações surgiram, e estas se transformaram em motor de reflexão crítica e posicionamento profissional”.

    Giovanna é egressa do curso de Psicologia da Unileão.

    Tendo construído uma vida na graduação com propósito e dedicação, Giovanna foi reconhecida como aluna laureada ao final do curso.

    A decisão de fazer residência veio somente após a formatura e, por conta da trajetória na Unileão ao longo dos anos, o novo objetivo não a intimidou. “Percebi que tinha uma base sólida, construída com intencionalidade ao longo dos anos. Isso me deu segurança para enfrentar os processos seletivos sem precisar investir em cursinhos externos para suprir lacunas”, conta.

    Em 2026, Giovanna foi contemplada com a aprovação em dois programas de residência em Saúde Mental pela Escola de Saúde Pública do Ceará e pela Universidade de Pernambuco. A egressa irá assumir a vaga no Ceará, continuando a protagonizar sua trajetória marcada pelo compromisso com a saúde e busca pelo conhecimento.

  • Egressa da Unileão conquista aprovação na Residência Multiprofissional de Atenção em Terapia Intensiva da UNIVASF

    Egressa da Unileão conquista aprovação na Residência Multiprofissional de Atenção em Terapia Intensiva da UNIVASF

    Algumas conquistas nascem do talento. Outras, da disciplina. A da egressa Camila Alencar nasceu da combinação dos dois. Com dedicação, esforço e muito estudo, a fisioterapeuta conquistou a aprovação na Residência Multiprofissional de Atenção em Terapia Intensiva da Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF).

    Jornada na graduação

    Durante a graduação, Camila construiu uma trajetória marcada pelo aproveitamento ativo das múltiplas oportunidades formativas oferecidas pela Unileão. Ao longo do curso, vivenciou experiências que extrapolaram a sala de aula, envolvendo monitorias, participação em ligas acadêmicas, projetos e eventos científicos, caminhos que contribuíram diretamente para sua formação profissional e pessoal.

    “Na minha graduação, pude viver tantas experiências bonitas. Absorvi tudo o que pude e vivenciei cada oportunidade de maneira única. Fui monitora da disciplina que hoje vou vivenciar na residência, participei de duas ligas acadêmicas, de projetos de extensão, grupos de estudo, atuei por três anos na comissão científica do Congresso de Fisioterapia do Cariri (CONFIC) e pude apresentar diversos trabalhos, conquistando o primeiro lugar em um congresso com um deles. Sem dúvida, cada atividade extracurricular e cada troca me fizeram ser melhor”, recorda.

    Do sonho distante à aprovação

    Após concluir a graduação, o próximo passo se tornou inevitável. Há cerca de um ano e meio, Camila iniciou a preparação focada na aprovação na Residência. “Sou grata por hoje viver o que, há um ano e meio, era apenas um sonho e o início de um processo gigante, cheio de dificuldades, mas que, dia após dia, questão a questão, conteúdo a conteúdo, foi se concretizando”, escreveu em uma publicação em seu Instagram profissional.

    Segundo a egressa, o apoio recebido ao longo da graduação foi determinante para a conquista. “Cada passo e cada escolha dados na Unileão fizeram parte desse processo e me conduziram até aqui. Fui abraçada pelos meus professores e pela coordenação do curso a lutar por esse sonho. Sempre tive o apoio e o carinho incondicional de quem viu minha dedicação e acreditou em mim. Isso foi, sem dúvidas, essencial para que hoje eu pudesse estar aqui”, destaca.

    Em conclusão, Camila reforça a força da perseverança: “Em meio às incertezas, a minha força e a minha dedicação me trouxeram até aqui. Hoje, o que era um sonho distante se tornou uma verdade absoluta: sou R1 [residente do primeiro ano] em Terapia Intensiva, no programa que sonhei, na instituição que sonhei e no caminho que Deus traçou para mim”, finaliza.

  • Jornadas que Inspiram: Unileão convida discentes e egressos a contar histórias de sucesso

    Jornadas que Inspiram: Unileão convida discentes e egressos a contar histórias de sucesso

    O Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão), por meio do Núcleo de Carreira e Profissão (NUCAP), convida seus alunos e egressos a participarem do projeto “Jornadas que Inspiram”. A iniciativa tem como propósito reconhecer e dar visibilidade a conquistas acadêmicas e profissionais, compartilhando relatos reais de superação, dedicação e sucesso.

    As histórias podem ser indicadas por coordenadores de curso, professores ou enviadas diretamente pelos próprios estudantes e egressos, através do formulário disponível abaixo. Após o envio, a equipe de Marketing da Unileão entra em contato para conhecer melhor a trajetória e produzir o conteúdo.

    Clique aqui e compartilhe sua jornada que inspira!

    Exemplos que já inspiraram

    Diversos alunos e egressos já tiveram suas histórias divulgadas pelo projeto, mostrando que o esforço aliado à formação acadêmica abre caminhos para novas conquistas pessoais e profissionais.

    É o caso do biomédico Daniel Rodrigues, que conquistou uma vaga na Residência Multiprofissional do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, reconhecido como um dos melhores do mundo e referência na América Latina. Outra jornada inspiradora é a da cirurgiã-dentista Paula Bitu, que atua no Serviço Militar Temporário como 2ª tenente do Exército Brasileiro, numa região de fronteira. Enquanto a xará dela, Paula Sobreira, é delegada na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher de Camaçari, na Bahia.

    Leia outras histórias clicando aqui.

    NUCAP: apoio contínuo à carreira

    O Núcleo de Carreira e Profissão (NUCAP) atua como um elo entre a formação acadêmica e o mercado de trabalho, oferecendo serviços que vão desde oficinas de capacitação, convênios e parcerias com empresas da região, até orientação de carreira, banco de talentos e acompanhamento de egressos.

    Principais atividades:

    • Desenvolvimento de oficinas;

    • Convênio e parceria com empresas e instituições da região;

    • Orientações e consultorias;

    • Banco de talentos;

    • Acompanhamento de egressos.

    Como entrar em contato

    WhatsApp: (88) 9 9216-3040

    Instagram: @nucleocarreira

    E-mail: nucleodecarreira@leaosampaio.edu.br

    Local: 2º andar do Bloco A, campus Lagoa Seca

    Funcionamento: Segunda a sexta, das 8h às 22h

  • Egresso da Unileão conquista vaga em residência do Sírio-Libanês, hospital referência na América Latina

    Egresso da Unileão conquista vaga em residência do Sírio-Libanês, hospital referência na América Latina

    Egresso do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão), Daniel Rodrigues da Silva cursou Biomedicina com o apoio do Fundo de Financiamento Estudantil (FIES), destacando-se como exemplo de perseverança e aproveitamento das oportunidades educacionais. Recentemente, ele foi aprovado na Residência Multiprofissional com ênfase em Diagnóstico por Imagem do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, uma instituição reconhecida mundialmente e referência na América Latina. Daniel está entre os oito aprovados para o programa altamente concorrido, um grande passo em sua carreira profissional.

    Jornada na graduação

    A jornada acadêmica de Daniel foi repleta de desafios e aprendizados. Nos primeiros semestres, ele enfrentava um trajeto de duas horas de sua cidade natal, Bodocó (PE), até Juazeiro do Norte (CE). Com o apoio de amigos, conseguiu morar mais próximo da Unileão, o que lhe permitiu se dedicar ainda mais aos estudos.

    Sobre sua trajetória na graduação, Daniel afirma: “fiz um pouco de tudo.” O egresso aproveitou as diversas oportunidades que a Unileão oferece aos estudantes. “Fui monitor da disciplina de Citologia, Histologia e Embriologia durante um ano e, na maior parte da graduação, fui membro e um dos diretores da Liga Acadêmica de Microbiologia Clínica. Durante minha participação na liga, pude me aprofundar no ramo da Microbiologia e, junto aos meus colegas, criamos muitos artigos, trabalhos e realizamos cursos que somaram muito à minha formação”, relembra.

    Além disso, Daniel participou de congressos de Biomedicina, simpósios e mesas de debate promovidas pelo “Unileão Científico”. Todo esse empenho resultou em uma série de certificados que foram essenciais para sua aprovação na residência, onde continuará se especializando pelos próximos dois anos.

    Para ele, estudar na Unileão foi a realização de um sonho. “O profissional que sou hoje foi totalmente moldado pelos maravilhosos professores que fazem parte dessa instituição. A Unileão dá aos seus alunos toda a estrutura necessária para se tornarem grandes profissionais em suas respectivas áreas, e ter a Clínica-Escola como local de estágio me fez sair para o mercado de trabalho sem medo, disposto a ser um biomédico competente e confiante para enfrentar qualquer desafio”, finaliza o egresso.

    Desafios e expectativas na residência do Sírio-Libanês

    Sobre o início da residência, Daniel compartilha suas impressões: “Está sendo bastante desafiador, com uma carga horária intensa de 60 horas semanais, deslocamento em São Paulo e a necessidade de equilibrar estudo e lazer”. Mas ele também destaca o apoio recebido: “Os residentes recebem total apoio, o que me deixou muito satisfeito e confiante, superando o medo inicial do novo”.

    De acordo com ele, a residência oferece uma formação completa em diagnóstico por imagem, com teoria e prática. “Durante a graduação, o foco era mais em análises clínicas, mas a residência está me moldando do zero”, explicou Daniel. “Temos momentos teóricos sobre Tomografia, Ressonância e Medicina Nuclear, e muita prática ao lado de preceptores”.

    Para Daniel, o Hospital Sírio-Libanês, com seus equipamentos de ponta e equipe especializada, tem proporcionado uma experiência única. “Espero sair daqui, em dois anos, um profissional totalmente capacitado e especialista em Diagnóstico por Imagem”, diz, expressando sua confiança no futuro.

  • Egressa da Unileão é delegada na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher, em Camaçari/Bahia

    Egressa da Unileão é delegada na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher, em Camaçari/Bahia

    O Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) tem orgulho de ver seus egressos trilhando caminhos de sucesso e transformando realidades em diversas áreas. Um exemplo inspirador é Paula Sobreira, formada em Direito pela Instituição, pós-graduada em Segurança Pública pelo Centro de Estudo de Especialização e Extensão e hoje delegada na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher de Camaçari, na Bahia. Após enfrentar um processo seletivo desafiador que durou dois anos, ela assumiu o cargo há seis meses e, desde então, tem se dedicado a garantir justiça e acolhimento às mulheres que buscam apoio.

    Paula ingressou na Unileão por meio do Mega Vestibular, sendo aprovada em 1º lugar para o curso de Direito. Posteriormente, conquistou uma bolsa pelo ProUni, que lhe permitiu concluir a graduação em 2020. Após um ano atuando na advocacia, decidiu se dedicar aos estudos para concurso público. O interesse pela carreira de delegada surgiu a partir de uma sugestão de seu noivo, que, na época, era seu namorado: por que não estudarem juntos para o cargo? Foi o início de uma jornada desafiadora que Paula compartilha nesta entrevista.

    Por que a senhora escolheu cursar Direito? 

    Direito foi o único curso que eu pensei em fazer, não tinha uma segunda opção. Assim que saí do ensino médio, prestei o vestibular aqui na Unileão e fui aprovada em primeiro lugar. Depois consegui o FIES, fiz mais uma vez o Enem, consegui a bolsa do Prouni e concluí a graduação por esse programa, e em 2020, decidi que iria advogar.

    Como foi a transição da graduação para o mercado de trabalho e o que a motivou a seguir essa carreira?

    Passei um ano advogando, só que foi justamente o ano da pandemia, então era bem complicado, escritórios fechados e tudo mais. No final do ano, eu decidi que iria estudar para concurso, e a carreira de delegada surgiu através do meu noivo, que na época era meu namorado. Ele disse: “Por que não estudamos para sermos delegados?” E aí a gente começou a estudar e, seis meses depois, fizemos o primeiro concurso.

    Tanto eu quanto ele obtivemos êxito na primeira e na segunda fase, mas era no estado do Pará e, por ser muito longe, a gente decidiu não prosseguir nas fases e continuar estudando. Foi quando, no ano seguinte, surgiu a oportunidade de prestar o concurso na Bahia, que é um estado mais próximo e, por ser Nordeste também, a gente achou que se sentiria mais em casa.

    Algum tempo depois, ele abandonou o concurso, disse que não queria mais e continuou na advocacia, que é o que ele gosta, e eu continuei no processo e consegui obter êxito. O concurso foi em 2022, e eu tomei posse em setembro de 2024. Desde então, estou lotada na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher de Camaçari, na Bahia.

    Como é a sua rotina de trabalho como delegada?

    Antes de ser delegada, eu tinha um cargo comissionado no Tribunal de Justiça e trabalhava em um Juizado de Violência Doméstica, então já era uma temática que eu conhecia e meio que dominava. Mas, como delegada, eu sinto que a gente pega as coisas mais “cruas”, vamos dizer. A gente pega assim que acontece, no calor do momento. Então, preciso fazer terapia (risos) e faço para conseguir atender a demanda, que é grande e mexe com a gente de certa forma. 

    Então, na minha jornada, tento dar o melhor de mim como delegada e, às vezes, também preciso ser psicóloga, ser ouvinte dessas mulheres, para além da minha profissão. Tento transformar o espaço que eu vivo lá para as pessoas, para a sociedade, para contribuir cada vez mais, tanto para o fim da violência doméstica quanto para o acolhimento dessas mulheres na instituição que é a Polícia Civil.

    Como foi a sua adaptação ao cargo e a recepção das pessoas?

    O pior foi lidar com a realidade quando eu assumi o cargo (risos), porque sou uma “menina”, né, como todo mundo diz. O pessoal me olha e fala: “nossa, uma menina delegada!” É chocante e impactante para todo mundo. Eu não me acho uma menina, já me acho uma mulher, mas as pessoas me veem de outra forma. Mas eu me senti muito bem recepcionada pela população e, principalmente, pelas mulheres. 

    E esse é o intuito do Governo da Bahia, de em todas as Delegacias de Atendimento à Mulher as delegadas serem mulheres. Na delegacia que eu trabalho, somos cinco mulheres, porque é um desejo da população, das mulheres, serem atendidas por mulheres. Elas ficam muito felizes quando entram na sala e veem que é uma mulher que vai atender elas. 

    Já teve uma mulher que disse: “eu quero ser atendida pela delegada novinha, a loirinha” (risos). Esse vínculo que criamos com a sociedade desmistifica o trabalho da polícia e é de muita relevância.

    A senhora já teve momentos de dúvida sobre a profissão?

    Às vezes, eu me perguntava se esse cargo era para mim mesmo, por causa das coisas que eu ouvia, mas depois que eu entrei, percebi que é para mim, é para nós, mulheres, aquilo ali. A gente não tem que ter vergonha ou medo, ou como muitas pessoas falam que a polícia é violenta. Mas dá para transformar isso em algo positivo. A unidade onde eu estou está muito transformada depois que nós quatro, porque somos quatro novatas e a nossa chefe, todas jovens, chegamos.

    As pessoas vêm de outras cidades para serem atendidas na nossa delegacia, porque oferecemos um atendimento diferenciado, procuramos solucionar o problema. Queremos resolver e também mostrar o nosso trabalho. Por sermos mulheres, precisamos trabalhar duas vezes mais para provar que merecemos estar ali.

    Que conselho poderia nos dar para quem quer seguir essa profissão?

    Sempre incentivo as mulheres a não terem medo. Eu digo: estudem e tentem ocupar esses espaços, porque você pode chegar a qualquer lugar se se dedicar. Se você não desistir, uma hora vai obter êxito. Para nós, mulheres, é muito importante vencermos pelo estudo. Se você, mulher, deseja ser delegada de polícia, pesquise sobre a profissão, veja o que realmente fazemos. As pessoas têm uma visão estereotipada da profissão, mas na prática é diferente.

    E nós, mulheres, precisamos ocupar esses lugares. Quando se pensa na polícia, vem à mente um ambiente masculinizado. Mas, lá, nós trabalhamos de rosa, de vestido, de terninho, de salto… Claro, há momentos em que precisamos estar operacionais, de bota e farda, mas também trazemos esse toque feminino para o ambiente. Não precisa ser um lugar obscuro.

    Se for isso que você quer, vá em frente e encare. Se for o seu sonho, você vai se sentir realizada na profissão!

  • Jornadas que Inspiram: Egressa da Unileão atua na advocacia criminal e compartilha experiências

    O Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) se destaca como referência em ensino de qualidade no Cariri cearense, formando anualmente centenas de profissionais que seguem carreira em diversas áreas. Um exemplo disso é a egressa Thamiris Silva, que atua na advocacia criminal há três anos e é mãe de uma criança da mesma idade. Ela é pós-graduada em Direito Penal e Criminologia, e pós-graduanda em Tribunal do Júri, Execução Penal, Direito Administrativo e Gestão Pública. Thamiris também é membro da Comissão de Direito Penal e Direito Penitenciário, além da Comissão de Apoio ao Jovem Advogado.

    Natural de São Paulo e com família pernambucana, Thamiris iniciou sua jornada acadêmica na Psicologia. “Sempre ouvi que o Direito era elitista, voltado para quem tinha familiares advogados ou alguma influência no meio jurídico”, disse. Mas, ao ouvir comentários sobre a Unileão, ela prestou vestibular, com Psicologia como primeira opção e Direito na segunda. Durante o curso, ela destaca que ganhou coragem e tentou novamente o vestibular para Direito, sendo aprovada.

    O interesse de Thamiris pela advocacia criminal surgiu durante um estágio na Defensoria Pública do Estado do Ceará, na sede de Juazeiro do Norte, onde ela percebeu que queria atuar lidando com as injustiças e com a falta de amparo do Estado. Mas, estar em um espaço tradicionalmente ocupado por homens, fez Thamiris passar por alguns desafios. Leia mais nesta entrevista.

    Como surgiu o interesse pelo Direito e como foi sua jornada na graduação?

    Eu soube que queria cursar Direito ainda no ensino médio. No entanto, por muito tempo, achei que esse curso não era para mim. Sempre ouvi que o Direito era elitista, voltado para quem tinha familiares advogados ou alguma influência no meio jurídico. Também diziam que era um curso caro e que, se eu não passasse em uma universidade federal, não conseguiria cursá-lo. 

    Sou natural de São Paulo, com família pernambucana de Exu. Fui criada entre as duas cidades e, ao terminar o ensino médio em Exu, fiz o Enem e enviei minhas notas para faculdades de São Paulo, pois queria voltar para lá. No entanto, minha mãe não permitiu, pois se preocupava que eu fosse para tão longe. Assim, restou-me a opção do FIES, e foi então que descobrimos a Unileão. Percebi que não precisava ir tão longe para cursar Direito, pois, bem próximo de Exu, havia uma Instituição capacitada e muito bem reconhecida na região. 

    Quando entrei na graduação, meu objetivo era me tornar delegada da Polícia Civil, mas, ao longo do curso, descobri minha paixão pela advocacia. Durante o estágio na Defensoria Pública, percebi que queria atuar lidando com as injustiças e com a falta de amparo do Estado. Foi essencial para mim tudo o que aprendi durante a graduação. Tive professores excelentes, que até hoje me inspiram muito. E sigo aprendendo bastante. Mas, da minha jornada, a Unileão é a parte essencial. Eu me senti muito acolhida. Aprendi muito, não só dentro do Direito, mas também como pessoa. Cresci muito aqui.

    Como foi a transição da faculdade para a advocacia?

    Saí da graduação já atuando na área. Fui aprovada na OAB enquanto ainda era estudante e, em abril, já estava com minha carteira oficial da Ordem. Senti a diferença de ter tido um bom preparo, porque tive professores que eram referências não apenas na docência, mas também na advocacia. 

    Seguir na advocacia foi uma escolha que, de certa forma, também me escolheu. Quando comecei a advogar, percebi que era isso que eu queria. Os estágios que fiz foram fundamentais para minha formação e me ajudaram a enfrentar os desafios da profissão. 

    Desde o início, sabia que queria atuar na área criminal, mesmo quando me aconselhavam a começar com algo “mais leve”. Diziam que eu não era daqui, não tinha parentes, e eu dizia: “eu vou lá no Instagram e divulgo que sou advogada”. Então, comecei gravando vídeos sobre Direito Penal e, logo, recebi minha primeira ligação para um flagrante.

    Como foi conciliar a maternidade com a advocacia?

    Hoje, enfrento um desafio maior do que a advocacia: sou mãe de uma menina de 3 anos. Minha jornada na advocacia começou ao mesmo tempo que a maternidade. Durante a graduação, fiquei gestante e segui estudando até o fim. Fiz a segunda fase da OAB três dias antes do meu parto. Lembro que as pessoas olhavam para mim na prova e provavelmente pensavam que eu poderia entrar em trabalho de parto ali mesmo. 

    Quando minha filha nasceu, muitas pessoas sugeriram que eu trancasse o curso, dizendo que seria muita responsabilidade cuidar de um recém-nascido e continuar estudando. Mas eu bati o pé e segui em frente. 

    Muitas vezes, enquanto amamentava minha filha, eu também peticionava. Nesses momentos, eu fazia um registro e publicava no Instagram. Algumas pessoas me criticavam, dizendo que eu não deveria postar esse tipo de coisa, mas fiz questão de mostrar a realidade da advocacia. A advocacia não é só colocar um salto bonito, um terninho e achar que nós, mulheres, já temos o mesmo espaço que os homens, e chegar lá achando que não vamos sofrer nenhum tipo de represália. A gente tem que mostrar que as lutas que passamos não diminuem nossa competência. Pelo contrário, elas me faziam ser uma pessoa que subia um degrau a mais na escada para poder estar ali.

    Como é ser uma mulher advogada na área criminal? 

    Eu lembro que, para sair para questões de trabalho, eu tinha que colocar minha filha para dormir, amamentar, fazer uma coisa e outra. Já tive cliente que disse: “eu pensei em ligar para a doutora, mas pensei nela com criança para sair essas horas”. Eu disse: “mas eu escolhi atuar na criminal, então é uma responsabilidade para mim dar o meu jeito e estar ali naquela situação”. Esse é um dos desafios: a gente não tem hora.

    A atuação na criminal tem esse diferencial, a gente tem que ter essa disponibilidade de tempo e escolher estar naquele lugar de forma determinada. A delegacia é, normalmente, um ambiente hostil. Eu já ouvi de um policial: ‘’vida de moça bonita é muito fácil nesses lugares”. Me veio um enjoo na hora, pois deram a entender que, por ser bonita e arrumada, você entra em qualquer espaço e resolve qualquer coisa.

    Também enfrento julgamentos dentro da própria advocacia. Uma vez, um advogado disse que não conversava com clientes presos, diferente do que eu faço. Eu, por outro lado, sempre faço questão de dialogar com meus clientes. Muitos não recebem visitas de familiares e eu sou a única conexão que eles têm com o mundo exterior. Para mim, a advocacia deve ser humanizada, e isso não diminui minha firmeza profissional. Não preciso perder minha humanidade para ser respeitada na área criminal.

    Quais são os maiores desafios da advocacia criminal?

    Por exemplo, quando um flagrante chega até mim, é de uma pessoa que recebeu indicação pelo meu tempo de atuação e meu nível de conhecimento. Quando vem, normalmente é de alguém próximo ou das redes sociais, mas o primeiro pensamento das pessoas é um advogado antigo e homem. O desafio é mostrar que a mesma atuação que aquele homem pode fazer, eu também posso. Já conheci pessoas com muito tempo de atuação e menos experiência, porque a advocacia é uma vivência prática. Dentro desses 3 anos, já vivi situações de repassar conhecimentos para colegas, porque me atualizo. Já vi profissionais antigos que acham que sabem de tudo. 

    Além disso, mostrar competência não é somente postar vídeos mostrando estar no presídio, mas viver momentos como eventos para mostrar minha fala, mostrar que eu sei o que falo, estar em eventos acadêmicos onde a gente pode falar de lei, direito penal, Código de Processo Penal, ocupar espaços dentro dos cursos de mestrado e pós-graduação, por exemplo.

    Que conselho você daria para quem quer seguir nessa área?

    Se eu pudesse deixar uma mensagem para alguém, seria a de que se preparasse de forma prática, não só nos estágios da Unileão, mas que buscasse oportunidades também nos órgãos estaduais, em escritórios, porque a vida prática exige que a gente se prepare muito.

  • Egressa da Unileão é aprovada em 1º lugar no Programa de Residência Multiprofissional em Oncologia, em Sobral (CE)

    Egressa da Unileão é aprovada em 1º lugar no Programa de Residência Multiprofissional em Oncologia, em Sobral (CE)

    A fisioterapeuta Daphne Cristinielle Correia, formada pela Unileão no segundo semestre de 2023, foi aprovada em 1º lugar no Programa de Residência Multiprofissional em Oncologia da Santa Casa de Misericórdia de Sobral, por meio da Escola de Saúde Pública do Ceará (ESP/CE).

    Daphne ingressou na Unileão em 2019, por meio do Programa Bolsa Social de Juazeiro do Norte. “Sempre me dediquei a ter uma atuação ativa durante a minha jornada acadêmica, participando de congressos, simpósios, cursos, projetos de extensão e ligas acadêmicas, o que me proporcionou vivências incríveis e um aprendizado valioso”, compartilha.

    Apesar de ter precisado trancar a faculdade temporariamente devido à dificuldade de conciliar os estudos com o trabalho, Daphne concluiu sua graduação com êxito no semestre 2023.2.

    Ela destaca a Unileão como peça fundamental para sua trajetória. “A Unileão contribuiu muito [para a minha conquista], principalmente através do conhecimento transmitido pelos professores e das atividades extracurriculares das quais participei, como grupos de estudos, projetos de extensão e ligas acadêmicas”, finaliza.