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Tag: Inclusão

  • Unileão promove IV Simpósio de Educação Física Adaptada e Inclusão

    Unileão promove IV Simpósio de Educação Física Adaptada e Inclusão

    O Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) promoverá, nos dias 4 e 5 de dezembro, o IV Simpósio de Educação Física Adaptada e Inclusão. O evento acontecerá no auditório do Bloco E, no Campus Lagoa Seca, e reunirá estudantes do ensino médio, acadêmicos de graduação e pós-graduação, além de profissionais das áreas da Saúde, Educação e afins.

    Com uma programação diversificada, o Simpósio contará com mesa-redonda, oficinas e apresentações de trabalhos científicos, promovendo a troca de experiências e a integração entre diferentes áreas do conhecimento. As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas por meio deste link. Os valores são os seguintes:

    • R$ 10,00 para estudantes de graduação;

    • R$ 10,00 para estudantes de pós-graduação;

    • R$ 10,00 para profissionais;

    • Gratuitas para estudantes do ensino médio.

    Clique aqui para realizar a sua inscrição!

    Submissão de trabalhos científicos

    Os(as) interessados(as) poderão submeter seus trabalhos até o dia 21 de novembro. Cada participante poderá inscrever até dois trabalhos como autor principal.

    Veja também:

    Edital e normas para submissão de trabalhos

    Modelo de resumo

    Serviço 

    IV Simpósio de Educação Física Adaptada e Inclusão

    Dias: 4 e 5 de dezembro

    Local: Auditório do Bloco E – Campus Lagoa Seca

    Endereço: Av. Maria Letícia Leite Pereira, s/n – Lagoa Seca, Cidade Universitária, Juazeiro do Norte – CE

  • Projeto de inclusão e qualidade de vida já formou 12 turmas e beneficiou cerca de 700 idosos na Unileão

    Projeto de inclusão e qualidade de vida já formou 12 turmas e beneficiou cerca de 700 idosos na Unileão

    O Estatuto da Pessoa Idosa garante direitos essenciais para a população com 60 anos ou mais, como o acesso à educação, cultura e lazer. Os artigos 20 e 25, por exemplo, reforçam a importância do direito à educação e a criação de universidades abertas para essa faixa etária.

    Alinhado a esses princípios, um ano após a aprovação do Estatuto, o Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) criou o programa “Universidade para a Melhor Idade”, um curso de extensão gratuito vinculado à Coordenação de Pesquisa e Extensão (COPEX). Desde 2004, o programa funciona no campus Crajubar, em Juazeiro do Norte, com o objetivo de despertar o “protagonismo sênior” e promover a inclusão social dos participantes, incentivando a interação entre eles e valorizando suas experiências de vida, de acordo com a coordenadora Suzana de Alencar.

    A primeira turma formou-se em 10 de outubro de 2005. No entanto, os alunos, entusiasmados com as atividades, solicitaram a continuidade do programa. A partir disso, o projeto foi estruturado em duas turmas: a “Universidade para a Melhor Idade”, destinada aos ingressantes, e “Solidariedade não tem Idade”, para os veteranos.

    “Estamos sempre aprendendo algo novo e partilhando as nossas realidades. A gente se diverte muito, até esquece os nossos problemas”, diz a aposentada Ilma Macêdo, que participa dos encontros desde 2013. “É muito bom também para as pessoas que moram só, porque a gente participa dessa grande família, aprende a ter melhor qualidade de vida, arranja muitos amigos”, acrescenta.

    O reitor da Unileão, professor Jaime Romero, ressalta que, ao longo dos anos, os maiores beneficiados pelo programa têm sido o próprio centro universitário e a sociedade do Cariri. “Inicialmente, pensamos que seria um projeto de um ou dois anos, e já estamos há 20. Esperamos que as pessoas completem 90, 100, 110 anos conosco. São as melhores cabeças que temos aqui”, celebra.

    Desde sua criação, há 20 anos, o programa “Universidade para a Melhor Idade” já formou 12 turmas, beneficiando cerca de 700 idosos. O projeto é aberto a todos, independentemente do nível de escolaridade. As atividades acontecem às quintas e sextas-feiras pela manhã, com aulas ministradas por professores voluntários. Os temas abordados incluem Saúde, Educação, Lazer, Assistência Social, Direito, Cidadania e Cultura, com o objetivo de proporcionar qualidade de vida e bem-estar aos participantes.

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    Conheça os professores

    Alania Maria Leal Gouveia, Bacharela em Direito e Administração Pública e Gestão Social, especialista em Administração Pública e Mestranda em Desenvolvimento Regional e Sustentável.

    Alessa Léssia Leal Gouveia Izidório, Psicóloga com formação em Logoterapia e Análise Existencial, com experiência na psicologia clínica atendendo adultos e idosos.

    Eduardo Renda, administrador, consultor financeiro com mais de 100 empresas transformadas através da gestão financeira. Um amante da educação financeira e professor voluntário do projeto da melhor idade.

    José Martes Vieira da Silva, Administrador de Empresas, especialista em Gestão Estratégica de Pessoas, pós-graduado em Docência do Ensino Superior e Licenciado em Sociologia.

    José Soares Neto, professor de Musicalização e Maestro, ministra aulas de Musicalização na rede escolar do município de Barbalha desde 1991, por meio de concurso público. Na função de Maestro/Regente, fundou vários corais nas categorias Infantojuvenil, Adulto e Melhor Idade em várias cidades da Região do Cariri Cearense. Desde 2018, atua no “Coral Vozes da Melhor Idade”, pertencente ao Programa de Extensão da Unileão: Universidade da Melhor Idade.

    Lila Bezerra Barreira Romão, Advogada especializada em Direito e Processo do Trabalho, pós-graduanda em Direito de Família e Sucessões.

    Maria Júlia Bezerra Barreira, Psicóloga, especializada em Logoterapia e Análise Existencial, pós-graduada em Gerontologia Social, com atuação na Psicologia Clínica, atendendo adultos e idosos.

    Maria Rosangela Barbosa Lima, Profissional com experiência como instrutora no SENAC e empresária no setor de estética. Formação em andamento em Estética e diversos cursos complementares, incluindo Atendimento, Fisiologia Aplicada à Estética e Especializações Técnicas. Possui certificações em Desenvolvimento de Educadores pelo SENAC e SEBRAE/CE.

    Ricardo Cavalcante, Professor de Felicidade, Consultor de Negócios Inclusivos, MBA em Gestão Empresarial pela FGV; Especialista em Inclusão, Diversidade e Acessibilidade; Mestre em Direito; Docente nos cursos de graduação em Administração e Ciências Contábeis e pós-graduação da Unileão.

    Victor Albuquerque, Professor de Educação Física e Nutricionista, especialista em Nutrição Esportiva, com foco em doenças crônicas e qualidade de vida.

    Como participar

    O programa “Universidade para a Melhor Idade” oferece experiências de aprendizado e convivência intergeracional. Para participar, basta comparecer ao Núcleo de Atendimento da Unileão, no campus Crajubar, com documentos pessoais, foto 3×4, comprovante de residência e consultar a disponibilidade de vagas. A coordenação do projeto é de responsabilidade de Suzana de Alencar.

    Contatos:

    Telefone: (88) 2101-1040
    E-mail: suzana@leaosampaio.edu.br

  • Unileão promove evento para debater a temática da diversidade

    Unileão promove evento para debater a temática da diversidade

    Na última segunda-feira, dia 3, no campus Lagoa Seca, os professores Junior Linhares e Marcos Teles organizaram, em parceria com os estudantes do 9° semestre de Psicologia da Unileão, o “I Seminário Diversidades: Conhecer para Incluir”. O objetivo do evento foi promover discussões sobre diversidade em seus diversos âmbitos: sexual, de gênero, geracional, cultural, etc. O evento é resultado dos esforços de ambos os professores, que ministram a disciplina “Psicologia e Diversidades” no curso de Psicologia da Unileão.

    Diversidade de gênero e saúde mental

    Brendha Vlasack, conselheira municipal dos direitos LGBT+ de Juazeiro do Norte e coordenadora e assistente social da Casa da Diversidade Cristiane Lima, trouxe a temática “Diversidade de Gênero”. Brendha compartilhou suas vivências como mulher transexual e os desafios enfrentados. “Vivemos em uma sociedade que nos marginaliza, em um contexto patriarcal, conservador, fundamentalista religioso, racista, misógino, LGBTfóbico, enfim. Falando da minha população trans, mas não deixando de falar das orientações sexuais, às vezes, dentro do próprio contexto social, essas pessoas são massacradas. Por isso, na Casa da Diversidade, nossa maior demanda é a psicologia, inclusive com fila de espera”, destaca.

    Em seguida, o psicólogo Agnelo Junior abordou a temática do estresse de minorias e saúde mental. Agnelo iniciou sua fala perguntando aos presentes quem se reconhecia como parte de uma minoria e, em seguida, explicou o termo. ‘’Afinal, o que é uma minoria? Sempre que falamos desta palavra, imaginamos uma questão estatística. Só que essa não é uma minoria quantitativa, é qualitativa, social. Minoria é toda instância que vai dificultar meu acesso a um determinado objetivo. Vou fazer um recorte muito claro dentro da vivência LGBT+. Eu sou um homem gay, não me sinto no direito de falar sobre a minoria de uma pessoa trans, ou de uma mulher. Eu não vivi isso na minha pele, apesar de ter um alto nível de empatia, não é meu lugar de fala”, explica.

    Agnelo também ressaltou que o estresse de minorias é causado por estressores gerais. “Dentre eles estão o término de um relacionamento, perda de um emprego… Ou seja, qualquer pessoa está sujeita a isso, entretanto, existem alguns estressores que são muito específicos das minorias. Por exemplo, somente um casal gay sabe o que eles passam para conseguir dar as mãos em público. O estresse de minorias é enfrentado pela comunidade LGBT+ como resultado da discriminação, do preconceito, da marginalização baseados na orientação sexual ou identidade de gênero”, afirma.

    Após a mesa-redonda, o Programa de Educação Ambiental e Social (PEAS) do curso de Psicologia foi apresentado, junto com seus integrantes, e a professora Larissa Linard explicou brevemente sobre os objetivos do programa. Para fechar com chave de ouro o primeiro bloco de discussões, o Coral da Melhor Idade da Unileão realizou uma apresentação, abrilhantando a manhã de todos(as) os(as) participantes.

    Diversidade étnico-racial, da pessoa com deficiência, neurodiversidade e geracional

    Yohana Alencar Oyátòsín, advogada e professora, trouxe à discussão o tema da diversidade étnico-racial e enfatizou a importância de abordá-lo nas salas de aula. “Para que uma pessoa se reconheça e tenha orgulho da sua história, ela precisa ter esse conhecimento. Enquanto as pessoas mantiverem o discurso de que o(a) negro(a) é inferiorizado(a), ele vai acreditar nisso. E a gente sabe que a realidade é diferente”, destaca Yohana.

    Márcia Clébia Damasceno, professora da Unileão e intérprete de Libras, discutiu a diversidade da pessoa com deficiência e a neurodiversidade. Como mãe de uma criança com síndrome de Down, ela afirmou que abraçou a inclusão desde a adolescência e para a vida toda. “Eu faço parte da inclusão dos surdos e trabalho em prol disso, e há seis anos a inclusão me abraçou de uma forma diferente, quando Deus me deu um grande presente: minha filha com síndrome de Down. Então, passei a ser pesquisadora e a me envolver em outra causa de inclusão. O maior conhecimento sobre inclusão vem de pessoas que vivem a falta dela. Eu não sabia o quanto era difícil, mesmo trabalhando desde adolescente pela inclusão dos surdos, combater não pessoas, mas ideias em relação ao preconceito”, relata.

    Encerrando a programação da manhã, a psicóloga Maria Júlia Bezerra, que também é professora do projeto Universidade para a Melhor Idade da Unileão, trouxe um debate sobre a diversidade geracional. Ela destacou que as pessoas não devem mascarar a velhice com eufemismos. “Velho e idoso são palavras sinônimas, não sendo necessário eufemismos ou palavras agradáveis para falar a mesma coisa. É preciso elevar a velhice e não mascará-la. Assim como todos os outros temas que estão aqui e são tratados na temática da diversidade, não é preciso eufemismos. É preciso elevar esses temas e essas populações, para a categoria, o destaque e a magnitude que nós merecemos”, concluiu Maria Júlia.

    A programação seguiu durante todo o dia, com a realização de uma roda de conversa à tarde, uma intervenção sobre o racismo linguístico e uma mostra de banners dos alunos do 9° semestre. À noite, houve um momento de descontração, o “Diversity Sunset”, com a presença do DJ Luan Duarte, seguido da apresentação das ligas, Atlética Empírika e grupo de pesquisa do curso, e foi encerrado com o lançamento de um livro.

    Lançamento do Livro “Vem cá que eu te conto!”

    A programação da noite contou com um momento especial para o professor Junior Linhares: o lançamento de seu livro intitulado “Vem cá que eu te conto! Trajetórias profissionais de travestis e transexuais: intersecções entre corpo, gênero, sexualidade e raça”, resultado de sua tese de doutorado.

    Para o professor, pesquisar sobre essa temática é relevante porque demarca uma posição ética e política na defesa dos direitos da população trans. “Esse é o fruto do meu processo de doutoramento em Psicologia Clinica. Um trabalho que possibilita grandes reflexões subsidiando a atuação das diferentes áreas, auxiliando em discursos e práticas verdadeiramente inclusivas”, disse.

    Confira os registros da manhã:

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  • Cultura surda é tema de palestra na Unileão

    Cultura surda é tema de palestra na Unileão

    Na última segunda-feira (25), os cursos de Administração e Ciências Contábeis da Unileão realizaram a palestra intitulada “Organização, cultura e sociedade: um convite a pensar sobre a cultura surda”. A palestra foi realizada em alusão ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, comemorado no dia 21 de setembro, e teve como foco a necessidade de reflexões sobre inclusão, diversidade e acessibilidade.

    “Falar em Surdos hoje no Brasil nos remete impreterivelmente à luta por direitos, inclusão e respeito à diversidade. O Brasil oficialmente tem a língua portuguesa como primeira língua e a Libras como segunda, contudo poucos sabem e, menos ainda, falam alguma coisa em Libras. Nesse cenário nos deparamos com a necessidade da acessibilidade”, ressalta o professor Ricardo Cavalcante, coordenador do evento. Além disso, ele também acrescenta que “em nosso país necessitamos de atitude, cultivar uma cultura inclusiva, e essa iniciativa tem que partir de cada um de nós. Sempre digo que a verdadeira inclusão começa no coração”.

    Mais sobre a palestra

    A palestra foi ministrada pela professora Shimbherly de Mori Crepaldi dos Santos, intérprete e tradutora de Libras, uma pessoa apaixonada pela cultura surda. Para a surpresa dos alunos, a professora entrou na sala falando em Libras, causando um impacto geral nos participantes. Aos poucos, os alunos se envolveram e se tornaram protagonistas de um importante momento de disseminação da cultura da inclusão e da diversidade.

    “Ela nos fez um breve recorte histórico sobre o surdo no Brasil e, sobretudo, proporcionou aos nossos alunos e alunas uma imersão na beleza que é sermos diferentes, respeitarmos as condições uns dos outros, sem capacitismo ou pena, mas com muita dignidade e valorização do ser humano”, ressalta o prof. Ricardo, para quem foi muito gratificante perceber que ao final da palestra os alunos saíram do ambiente com um novo pensamento sobre esse assunto. “A luta por direitos continua, está apenas começando, mas a semente foi lançada lá naquele dia 25 de setembro. Saímos daquela sala pessoas melhores que querem uma sociedade mais solidária e inclusiva”, destaca.

    Você já se sentiu invisível para as pessoas?

    De acordo com o professor, é assim que muitas pessoas surdas se sentem. Hoje, no Brasil, são cerca de 10 milhões de pessoas surdas. Logo, é essencial trazer essa discussão para o meio acadêmico: “Quantos surdos você já viu na sua academia, no barzinho que você frequenta, nas escolas de ensino fundamental e médio, nas universidades, nos shoppings… Quantos surdos contadores, enfermeiros, advogados, administradores, profissionais de educação física você conhece? Eles não querem frequentar esses locais? Eles não querem exercer uma profissão? Lógico que sim, mas não se sentem acolhidos, não se sentem pertencentes”.

    “Discutir isso na academia é, antes de tudo, despertar a necessidade urgente de nos unirmos por essa cultura inclusiva e de respeito à diversidade”, finaliza o professor.

    Confira alguns registros!

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  • Unileão realiza o Encontro Profissional de Educação Física Adaptada e Inclusão

    Unileão realiza o Encontro Profissional de Educação Física Adaptada e Inclusão

    Os cursos de Educação Física do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) realizarão o “Encontro Profissional de Educação Física Adaptada e Inclusão”, no dia 17 de junho, das 18h às 22h, no auditório do Bloco E do campus Lagoa Seca. O evento está com inscrições abertas de 1º a 17 de junho. Os interessados devem acessar este link para se cadastrar. Serão ofertadas 220 vagas no total.

    A programação do Encontro conta com os relatos de experiências de dois egressos da Unileão, o personal trainer José Ricardo da Silva Filho, que trabalha com treinamento personalizado para alunos com deficiência; e o professor Rafael Santos, trazendo a reflexão “Todos Somos Capazes: História de Lutas, Desafios e Conquistas”. Os egressos compartilharão suas vivências e conhecimentos adquiridos ao longo da trajetória dentro do assunto abordado.

    O Encontro também terá uma mesa-redonda com a temática “A importância da formação profissional para a Educação Física adaptada e inclusiva”, mediada pelo professor da Unileão, Renan Vanali, e composta pelos professores convidados, Thainá Bezerra Batista, da UniVS, e André Mont Alverne, mestrando em Educação Física pela UNIVASF.

    Inscreva-se aqui!

    O momento visa reforçar a importância da inclusão de pessoas com deficiência nos mais diversos tipos de manifestações sociais, servindo como incentivo para a oferta de espaços e serviços acessíveis a todos. O Encontro funciona também como ferramenta para uma formação pessoal e profissional mais humanizada e inclusiva.

    Serviço

    Encontro Profissional de Educação Física Adaptada e Inclusão

    Data: 17 de junho

    Horário: 18h às 22h

    Local: Auditório do Bloco E – Campus Lagoa Seca

  • Dia Nacional do Sistema Braille conscientiza população brasileira sobre a importância da inclusão de pessoas cegas ou com pouca visão

    Dia Nacional do Sistema Braille conscientiza população brasileira sobre a importância da inclusão de pessoas cegas ou com pouca visão

    Nesta quinta-feira (8), comemora-se o Dia Nacional do Sistema Braille. A data tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância das políticas públicas de inclusão, que possibilitam que as pessoas cegas ou com pouca visão estejam inseridas no sistema educacional brasileiro, e faz alusão ao nascimento de José Álvares de Azevedo, o primeiro professor cego do Brasil.

    Inclusão social promove a equiparação de oportunidades

    Para o professor do curso de Fisioterapia da Unileão Antonio José dos Santos Camurça, a inclusão social promove a equiparação de oportunidades e o pleno acesso aos recursos da sociedade. O docente reforça que a educação é uma das ferramentas que colabora para que esse processo de inclusão ocorra plenamente.

    “Ensinar nossos alunos a participarem ativamente do processo de inclusão é um ato de cidadania na equiparação dessas pessoas em relação à sociedade. O conhecimento e a sensibilização adequada tornam o indivíduo capaz de conduzir meios para uma convivência equânime e justa”, afirma o prof. Antonio José dos Santos Camurça.

    Importância de políticas públicas

    Segundo a profa. Marcia Clébia, também docente do curso de Fisioterapia da Unileão, a criação de políticas públicas é essencial para a inclusão de pessoas cegas ou com pouca visão na sociedade, pois possibilitam não só o avanço conceitual com relação à escolarização em todos os níveis de ensino, mas também garantem a igualdade de oportunidades e a efetivação dos direitos.

    “As políticas públicas contribuem para que essa parcela da população não seja somente inserida no meio educacional, mas que lhes sejam concedidos meios adequados para a inclusão, garantindo a expansão do atendimento educacional especializado e a democratização dos recursos de tecnologia assistiva acessíveis dentro desses espaços”, completa a profa. Marcia Clébia.

    Ainda de acordo com a docente, outro recurso importante são as campanhas que auxiliam na promoção de conhecimento e na conscientização de que a inclusão das pessoas cegas ou com pouca visão na escola é necessária e se constitui como um direito, a fim do desenvolvimento das potencialidades desses cidadãos e da desmistificação do capacitismo.

    O que é o Sistema Braille

    O sistema Braille é um processo de escrita e leitura criado pelo francês Louis Braille (1809 – 1852), que perdeu a visão aos 3 anos. Baseado em 64 símbolos em relevo, resultantes da combinação de até seis pontos dispostos em duas colunas de três pontos cada, o sistema permite que pessoas com deficiência visual, parcial ou total, tenham acesso à leitura.

    Com o Braille, pode-se fazer a representação tanto de letras quanto de algarismos e sinais de pontuação. A leitura é feita da esquerda para a direita, ao toque de uma ou duas mãos ao mesmo tempo.

  • Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência debate inclusão em 21 de setembro

    Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência debate inclusão em 21 de setembro

    Com o objetivo de conscientizar a população brasileira acerca da importância da criação de meios de inclusão de pessoas com deficiência na nossa sociedade, o dia 21 de setembro foi escolhido para celebrar o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência. A data integra o calendário oficial do país desde 2005, tendo sido instaurada pelo Decreto de Lei Nº 11.133, mas já era celebrada de modo extraoficial desde 1982.

    A data também propõe a reflexão sobre as dificuldades e os preconceitos enfrentados diariamente por pessoas com deficiência no Brasil. Segundo dados coletados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no Censo de 2010, 45 milhões de brasileiros têm algum tipo de deficiência, o que corresponde a quase 24% da população.

    Inclusão pela educação

    Um dos pilares para a criação de uma sociedade pautada na inclusão é a educação. Embora a educação seja um direito assegurado por lei para todos os brasileiros, “ainda há um enorme descompasso entre aquilo que é lei e aquilo que se pensa”, conforme avalia a professora do curso de Fisioterapia da Unileão Zildanê Cândido. Segundo a docente, um dos maiores desafios para a educação inclusiva é a falta de reconhecimento e valorização das diferenças.

    “Os lugares de aprendizado, tais como as escolas e universidades, devem ser espaços de todos, sem distinção. Lugares que estimulam seus alunos a construírem o conhecimento através de aprendizados de acordo com suas capacidades, habilidades e fragilidades para que, dessa forma, possam expressar suas ideias a partir de suas diferenças, se posicionando como integrantes no cenário da inclusão”, frisa a profa. Zildanê Cândido.

    Além de praticarem a inclusão, escolas e universidades devem ser lugares que ensinam a importância desse tema. Por dar o devido valor à construção de uma sociedade justa e igualitária, a Unileão cultiva práticas inclusivas que vão desde a adequação de seus espaços e metodologias de ensino até ações que propõem a reflexão para seus estudantes e futuros profissionais acerca da necessidade de se criar espaços que sejam acessíveis a todos.

    “É importante desenvolver nos alunos e futuros profissionais uma cultura de valorização das diferenças, mantendo sempre o respeito pelo outro e tendo um novo olhar sobre a deficiência, reconhecendo a necessidade de ver ‘igualdade’ nas diferenças; não com um olhar piedoso, mas com respeito, equidade e admiração”, observa a profa. Zildanê Cândido.

    Para o professor do curso de Fisioterapia da Unileão Antonio José dos Santos Camurça, a inclusão social promove a equiparação de oportunidades, a interação das pessoas com e sem deficiência e o pleno acesso aos recursos da sociedade. O docente reforça que a educação é uma das ferramentas que colabora para que esse processo de inclusão ocorra plenamente.

    “Ensinar nossos alunos a participarem ativamente do processo de inclusão das pessoas com deficiência é um ato de cidadania na equiparação dessas pessoas em relação à sociedade. O conhecimento e a sensibilização adequada tornam o indivíduo capaz de conduzir, em conjunto com as pessoas com deficiência, meios para uma convivência equânime e justa”, afirma o prof. Antonio José dos Santos Camurça.

    Unileão tem vagas remanescentes para o FIES 2020.2

    Estudar em um ambiente que valoriza as diferenças é essencial para o perfil de profissional que geralmente se desenvolve no mercado de trabalho. Para quem tem interesse em ingressar na Unileão e poder contar com um ensino baseado também em princípios como o da valorização da diversidade e inclusão, essa entrada no Ensino Superior ficou ainda mais fácil, pois a Instituição é recordista em vagas de FIES na região do Cariri em virtude dos bons resultados nas avaliações do MEC. Em 2020.2, a Unileão terá vagas remanescentes para o FIES. Confira mais informações sobre o assunto neste link.