Unileão Homologação

Tag: Fisioterapia Unileão

  • Unileão inaugura complexo pioneiro em Fisioterapia Neonatal e Pediátrica no Cariri

    Unileão inaugura complexo pioneiro em Fisioterapia Neonatal e Pediátrica no Cariri

    A Unileão inaugurou, na tarde desta quarta-feira, 11 de junho, o Complexo Integrado de Fisioterapia Neonatal e Pediátrico, primeiro espaço universitário da região dedicado ao atendimento especializado de recém-nascidos, crianças e adolescentes. A iniciativa faz parte das comemorações pelos 25 anos da instituição, amplia o acesso da população do Cariri e de estados vizinhos a serviços de reabilitação.

    O complexo reúne atendimentos em fisioterapia oftalmogógica, neuropedriatria, fisioterapia respiratória pediátrica e hidroterapia, concentrando em um único espaço especialidades que já eram oferecidas pela clínica-escola da instituição. Além de beneficiar pacientes e famílias, o novo equipamento fortalece a formação prática dos estudantes da área.

    Durante a inauguração, a pró-reitora pedagógica, professora Sônia Souza, relembrou que o projeto nasceu de um caderno de anotações da professora Gardênia Martins, coordenadora do curso de Fisioterapia. Nele, eram registradas propostas e necessidades observadas ao longo dos anos de atendimento infantil.

    A solenidade reuniu gestores acadêmicos, docentes, o presidente do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 6ª Região (Crefito-6) e demais representantes da entidade.

    Recuperação do pequeno Joás mostra importância da intervenção precoce

    Um dos pacientes atendidos pela Unileão é Joás, nascido prematuro com apenas 27 semanas e cinco dias de gestação. Morador de Exu (PE), Joás iniciou o acompanhamento no início deste ano, após passar três meses internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal e depender de oxigênio para sobreviver.

    “Eu achava que não ia levar meu filho para casa. Era sonda para se alimentar, oxigênio para respirar. Ver ele hoje respirando sem oxigênio, se alimentando e acompanhando o desenvolvimento… tudo para mim é um milagre”, relata a mãe, Ericleia Cordeiro.

    Segundo a professora Yáskara Amorim Filgueira, o acompanhamento precoce é decisivo para crianças que enfrentam complicações respiratórias após o nascimento.

    “Você reabilitar um pulmão de uma criança, reabilitar a parte cardiorrespiratória, é vital”, afirma.

    Atendimento integrado acompanha diferentes fases do desenvolvimento infantil 

    O complexo foi estruturado para atender desde recém-nascidos até adolescentes.

    Na área neonatal, o foco está no acompanhamento de bebês que passaram por internações hospitalares ou apresentam condições que exigem monitoramento especializado. Já a área pediátrica atende crianças e adolescentes com demandas de reabilitação motora, respiratória, neurológica e visual.

    Entre elas está Maria Kaysa, de 8 anos, moradora da zona rural de Exu (PE). Desde 2019, a família viaja três vezes por semana para garantir o tratamento da criança.

    “Lá onde a gente vive não tem o atendimento respiratório, que é o que ela mais necessita”, conta a mãe, Maria das Graças Ferreira da Anunciação.

    Kaysa nasceu com encefalopatia, conhecida popularmente como paralisia cerebral, e apresenta comprometimentos motores e visuais.

    De acordo com a professora Zildanê Pimental, o trabalho integrado entre as especialidades potencializa os resultados.

    “À medida que a estimulação visual melhora, a criança consegue fixar objetos, e isso influencia diretamente no desenvolvimento motor”, explica.

    Os avanços já são percebidos pela família.

    “O respiratório dela melhorou muito. Ela não sabia nem tossir e hoje consegue. Ela tinha um olhinho que se movimentava muito e agora já consegue focar um pouco melhor”, diz a mãe.

    Espaço fortalece a formação dos futuros fisioterapeutas 

    Além da assistência à comunidade, o novo complexo amplia as oportunidades de aprendizagem para os estudantes de Fisioterapia da Unileão.

    Sob supervisão docente, os alunos participam dos atendimentos e desenvolvem competências clínicas em situações práticas de cuidado.

    “Nosso papel é orientar, acompanhar e, gradualmente, permitir que ele desenvolva autonomia”, explica a professora Zildanê.

    Números do atendimento

    De acordo com a coordenadora do curso, professora Gardênia Martins, a inauguração do Complexo Integrado de Fisioterapia Neonatal e Pediátrico consolida um trabalho que já transformou vidas e representa um passo importante para ampliar o acesso da população a serviços especializados de reabilitação e fortalecer a formação de profissionais preparados para atuar nas demandas concretas da região.

    Os números da clínica-escola demonstram a dimensão desse atendimento. Somente em 2025, foram realizados quase 3 mil atendimentos em estágio nas áreas de neuropediatria, fisioterapia oftalmológica e fisioterapia respiratória pediátrica.

    E mesmo antes da inauguração oficial do complexo, os atendimentos especializados já registram resultados expressivos. Apenas no primeiro semestre de 2026, mais de 200 atendimentos foram realizados junto a crianças e adolescentes acompanhados pela instituição.

    Serviço

    Quem pode ser atendido?

    • Recém-nascidos;

    • Crianças;

    • Adolescentes com demandas de reabilitação respiratória, neurológica, motora e visual.

    Especialidades oferecidas

    • Fisioterapia Neonatal;

    • Fisioterapia Respiratória Pediátrica;

    • Neuropediatria;

    • Fisioterapia Oftalmológica

    • Hidroterapia.

    Como agendar

    • Encaminhamento de profissional de Saúde e/ou triagem pela Clínica-Escola de Fisioterapia da Unileão.

    • Informações e agendamentos (recepção geral): (88) 2101-1065

    Onde fica

    • Complexo Integrado de Fisioterapia Neonatal e Pediátrico da Unileão

    • Localização: por trás da clínica-escola de Fisioterapia.

    • Endereço: Anel Viário José Sobreira de Amorim – Lagoa Seca, Juazeiro do Norte – CE.

    Atendimento: segunda a sexta, das 8h às 21h

  • Entre sonhos e responsabilidades: cerimônia do jaleco marca início da jornada na Fisioterapia

    A Cerimônia do Jaleco e do Eterno Aprendiz do curso de Fisioterapia do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) deste primeiro semestre de 2026 foi dividida em dois dias: na quinta-feira (9/04), reunindo a turma da manhã; e na sexta (10/04), reunindo a turma da noite.

    Entre os novos alunos, as histórias pessoais ajudam a explicar o significado do momento. Natural de Milagres, a cerca de 60 quilômetros de Juazeiro do Norte, Lara Dantas percorre diariamente o trajeto até o campus Lagoa Seca. A escolha pela Fisioterapia surgiu a partir de experiências próprias com a área, ainda na infância.

    Lara teve contato com a fisioterapia após um quadro de paralisia e, anos depois, durante a recuperação de uma luxação clavicular. Foi nesse processo que passou a enxergar a profissão como parte essencial da sua vida. “Me empolga ver os estudantes atendendo na clínica-escola. E o jaleco faz a gente sentir que já é meio fio, sabe?”, comenta, ao lado da mãe, do primo e do namorado.

    Também calouro, Pedro Lucas Gomes, de Juazeiro do Norte, chegou ao curso por um caminho diferente. Com formação técnica em massoterapia, ele já havia tido contato com a rotina da área durante um estágio em uma clínica de fisioterapia, experiência que influenciou sua decisão.

    Para ele, o início da graduação é acompanhado tanto por entusiasmo quanto por apreensão. “O que mais me empolga no curso hoje, acredito que seja a diversidade diária que a gente tem de atuação. E o que mais me dá medo é a grande concorrência, mas acredito que a competência profissional dá uma segurança a mais”, afirma.

    Mesmo já tendo utilizado jaleco anteriormente, Pedro descreve a cerimônia como um marco distinto. “Não é a primeira vez que eu uso jaleco, mas é uma sensação diferente. A gente sente um peso diferente, é uma realidade diferente. Dá pra entender que é uma porta nova aberta. É uma mudança de mentalidade, de hábito, e é uma realização”, acrescenta. Ele já demonstra interesse em áreas como traumatologia, ortopedia e Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

    Durante a cerimônia, a coordenadora do curso, Gardênia Martins, destacou que este momento simboliza mais do que o início das atividades acadêmicas. “O sonho de vocês encontrou um lugar para crescer”, afirmou, ao ressaltar o compromisso do curso com a formação técnica e humana, evidenciado pelo conceito 5 no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade).

    No discurso de boas-vindas, a professora também chamou atenção para os desafios que fazem parte da trajetória acadêmica e profissional. “Os sonhos vão passar, necessariamente, por muitos desafios: financeiros, emocionais, perdas. Mas não existe caminho sem diversidade”, pontuou. Para ela, a fisioterapia exige mais do que domínio técnico: envolve escuta, empatia e envolvimento com o outro. “Nada substitui o envolvimento”, reforçou.

    História que traduz o propósito da profissão

    Um dos momentos mais marcantes da cerimônia foi o “Santo de casa faz milagres”, dedicado a histórias de egressos e experiências da prática profissional. Nesta edição, o destaque foi o caso de Regilânio da Silva Inácio, conhecido como Regi.

    Em 2023, após um acidente em uma academia, quando um equipamento de 150 quilos caiu sobre seus ombros e pescoço, Regi ficou paraplégico. Com menos de 1% de chance de voltar a andar, encontrou na clínica-escola da Unileão um espaço de reabilitação e esperança.

    Acompanhado por professores e estudantes, ele passou de um quadro em que não conseguia sentar sozinho para uma condição de autonomia: hoje é atleta e consegue se deslocar do chão para a cadeira de rodas sem auxílio.

    Os egressos Jerlanderson Figueiredo e Vitória Andrade, que participaram do atendimento, compartilharam com os novos estudantes os bastidores dessa trajetória. Jerlanderson relembrou o início do processo como um momento de insegurança e responsabilidade. “Nas primeiras sessões, era um medo compartilhado: ele tinha medo de cair e eu de não ser capaz de ajudar”, contou. Segundo ele, a experiência foi um “enfrentamento conjunto” que transformou não apenas o paciente, mas também sua forma de entender a profissão. “Vocês são responsáveis não só por sonhos, mas por histórias que podem ser mudadas”, afirmou aos calouros.

    Vitória Andrade destacou que foi justamente esse caso que confirmou sua escolha profissional. “O caso dele me fez ter a certeza de que eu escolhi a profissão certa para seguir”, disse. Ela explicou que, na fisioterapia, metas orientam todo o processo de reabilitação. E, no caso de Regi, havia um objetivo profundamente simbólico: “Ele nos passou como meta ‘Meta Master’ que queria pagar uma promessa: ir na igreja, se ajoelhar e levantar sozinho”, contou.

    Confira registros deste momento especial!

    [su_image_carousel source=”media: 72393,72392,72388,72378,72379,72380,72381,72382,72383,72384,72385,72386,72387,72389,72391,72390″ limit=”2″ slides_style=”photo” align=”center” max_width=”90%” captions=”yes” dots=”no” autoplay=”2″ image_size=”medium_large”]

  • Professores do curso de Fisioterapia participaram de uma capacitação realizada pelo CREFITO

    Professores do curso de Fisioterapia participaram de uma capacitação realizada pelo CREFITO

    No último dia 6 de fevereiro, o corpo docente do curso de Fisioterapia do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) participou do “CBDF na Prática”, realizado em Juazeiro do Norte. A capacitação profissional, voltada à atualização de fisioterapeutas acerca da Classificação Brasileira de Diagnósticos em Fisioterapia (CBDF), foi promovida pelo CREFITO-6, em parceria com o COFFITO, como parte das ações direcionadas à ampliação e consolidação do uso da ferramenta em âmbito nacional.

    O objetivo principal do encontro foi orientar profissionais e instituições de ensino quanto à correta aplicação da CBDF, fortalecendo a padronização do diagnóstico fisioterapêutico e a identidade profissional da categoria.

    “Ao incorporar essa ferramenta à clínica escola, às disciplinas aplicadas e aos projetos de extensão de fluxo contínuo que envolvem a comunidade, garantimos que a formação acadêmica esteja alinhada às exigências normativas e às demandas contemporâneas da profissão”, explica a coordenadora do curso de Fisioterapia, professora Gardênia Martins.

    A instituição reafirma seu compromisso com uma formação alinhada às demandas reais dos serviços de saúde e às exigências do mercado de trabalho. Segundo a coordenadora, a inserção de docentes e futuros profissionais em capacitações como essa é fundamental para a atualização constante das práticas profissionais.

    “Capacitações dessa natureza promovem o alinhamento das ferramentas de avaliação e diagnóstico, fortalecem o crescimento da profissão e ampliam a qualidade da assistência prestada. A inclusão da CBDF no processo formativo fortalece a identidade profissional do estudante, uma vez que se trata de um instrumento construído especificamente para o diagnóstico fisioterapêutico — uma demanda histórica da profissão. Além disso, contribui para a padronização do diagnóstico nos diferentes serviços em que o egresso poderá atuar futuramente, promovendo maior segurança, autonomia e qualidade assistencial”, destaca.

  • Fisioterapia 2026.1 Unileão: referência no Cariri há 20 anos

    Fisioterapia 2026.1 Unileão: referência no Cariri há 20 anos

    Há vinte anos formando profissionais de destaque na área da Saúde, a graduação em Fisioterapia da Unileão une tradição, inovação e prática desde o início para preparar você para um futuro cheio de oportunidades.

    Com duração de 5 anos, o curso oferece turmas pela manhã e à noite, com professores experientes e reconhecidos no mercado. Desde o primeiro semestre, você já vivencia atendimentos reais na Clínica-Escola, equipada com recursos modernos — incluindo piscina térmica coberta.

    Rumo ao seu futuro: inscreva-se agora no curso de Fisioterapia da Unileão!

    E tem mais: a Unileão está sempre à frente, acompanhando as mudanças da área da Saúde. Um exemplo é a atuação pioneira em Fisioterapia pediátrica na área oftalmológica, um serviço raro na região e que você terá a chance de experimentar durante a graduação. Além disso, você pode participar de ligas acadêmicas e realizar estágios em hospitais e postos de saúde do Cariri, ampliando sua vivência prática.

    Histórias reais, mudanças reais

    O curso de Fisioterapia da Unileão tem alta taxa de aprovação em concursos públicos e programas de residência. Isso significa que você receberá suporte para avançar na carreira e conquistar resultados como os de ex-alunos que ficaram em 1º lugar em concursos e residências multiprofissionais.

    Quer conhecer alguma dessas histórias de sucesso? Confira:

    Emanuel Sampaio, aprovado em 1º lugar no concurso público do município de Senador Pompeu-CE

    Lucas Andrade conquista cargo de coordenador de Fisioterapia na Secretaria de Saúde de Potengi-CE 

    Alessandra Delmondes 1° lugar no Programa de Residência Uniprofissional na área de Terapia Intensiva

    Facilidades de ingresso: Bora de Bolsa 100%

    Na Unileão você pode iniciar o curso de Fisioterapia sem esperar: com o programa Bora de Bolsa 100%, as aulas começam imediatamente. Enquanto o financiamento não é liberado, você não paga nada. E quando o FIES é aprovado, ele passa a cobrir 100% das mensalidades, garantindo tranquilidade para focar apenas nos estudos e no seu futuro.

    Quem pode participar

    • Ser aluno novato em 2026.1, aprovado pelo ENEM ou vestibular.

    • Ter feito o ENEM desde 2010 ou estar inscrito para o ENEM 2025.

    • Ter média mínima de 450 pontos no ENEM e nota diferente de zero na redação.

    • Possuir renda familiar mensal de até três salários mínimos por pessoa.

    • Não ter vínculo anterior com a Unileão e não ter participado como “treineiro”.

    • Estar matriculado para o semestre 2026.1.

    Segurança e apoio

    A Unileão oferece consultoria especializada e suporte em todas as etapas — da inscrição até a contratação e manutenção do FIES. Isso garante que o aluno e a família tenham tranquilidade para planejar os estudos.

    Quero garantir o meu futuro no curso de Fisioterapia da Unileão em 2026.1!

    Ainda tem dúvidas? Fale com a Unileão!

  • Do acidente à autonomia: a fisioterapia na recuperação do caso Regilânio

    Do acidente à autonomia: a fisioterapia na recuperação do caso Regilânio

    Pai de três filhos e avô de uma neta, Regilânio da Silva Inácio, popularmente conhecido como Regi, teve sua rotina transformada na manhã de 4 de agosto de 2023. Um equipamento de musculação caiu sobre seus ombros em uma academia de Juazeiro do Norte, causando uma lesão que o deixou paraplégico e interrompeu sua atividade profissional como motorista de aplicativo.

    Logo após a cirurgia para estabilização da coluna vertebral, ainda no hospital, ele iniciou os primeiros estímulos fisioterapêuticos. Um mês depois, começou um processo mais intenso de reabilitação, quando deu os primeiros passos simbólicos para reconstruir a própria vida.

    A Unileão como ponto de apoio permanente

    Desde o início da recuperação, Regi é atendido na Clínica-Escola de Fisioterapia da Unileão, onde encontrou estrutura, acolhimento e orientação profissional essenciais para sua evolução física e emocional.

    Ao relembrar o impacto do acidente, ele resume: “Minha vida mudou completamente. Ficou mais difícil, a maioria das coisas que faço é limitada, mas venho me superando. A fisioterapia me ajuda a criar minha independência e, todo dia, batalho com os fisioterapeutas para conquistar minha vida de volta aos poucos”, disse.

    O vínculo construído na Unileão se tornou um diferencial em sua trajetória. “A Unileão me abraçou desde o início do acidente. Para mim, ela é uma mãezona. Tudo que conquistei até agora é graças à Unileão, à fisioterapia que faço, aos professores e aos alunos. Sou muito grato por ter sido acolhido”, destaca.

    Da reabilitação à autonomia

    Com o acompanhamento contínuo, Regi readaptou seu veículo para voltar a dirigir e retomou tarefas domésticas, recuperando autonomia gradualmente. Ele afirma: “A fisioterapia mudou tudo. Na minha vida, depois de Deus, vem a fisioterapia. Tudo que ganhei após o acidente sobre minha independência é graças a ela. Voltei a dirigir, a sair sozinho, a tomar meu banho. Se eu for contar tudo que ganhei, vou passar semanas falando”, relata.

    Nas sessões que faz na Unileão, ele trabalha força, equilíbrio e a habilidade de conduzir a cadeira de rodas em diferentes situações, fundamentais para enfrentar os desafios do cotidiano. “Me ensinaram muita coisa e hoje consigo fazer várias tarefas em casa graças aos fisioterapeutas da Unileão”, afirma.

    Veja mais neste vídeo.

    A visão da Fisioterapia sobre o caso

    O professor Antônio Camurça, que atua na Clínica-Escola de Fisioterapia da Unileão, afirma que a Fisioterapia Neurofuncional é uma das áreas mais consolidadas da profissão e fundamental em casos como o de Regi. Ele relembra o início:

    “Com poucos dias de pós-operatório, ele veio pela primeira vez para a Clínica-Escola com muita dificuldade de ser transferido do carro para a cadeira. Ele não conseguia fazer nada de forma independente. Todas as atividades precisavam ser acompanhadas e supervisionadas. Ele precisava de auxílio para tudo. Não tinha controle de tronco, por isso não conseguia ficar sentado sem algum tipo de suporte ou apoio. Com a atuação da fisioterapia, os ganhos foram acontecendo. Conseguimos a ortostase, que é a postura em pé. Houve prescrição de órtese para auxiliar em movimentos que ele tinha mais dificuldade. Além disso, tivemos ganhos motores e sensitivos”, relata o professor.

    Clique no vídeo e veja imagens da reabilitação!

    Nesse ínterim, o professor afirma que toda a equipe tem muito orgulho e fica feliz com o resultado obtido, mas ressalta que isso faz parte de um somatório.

    “É importante lembrar que esse resultado é sempre um somatório. Ele é um paciente empenhado, assíduo e participativo na terapia. Houve uma condução terapêutica eficaz desde o início, desde o socorro imediato, o procedimento cirúrgico, o pós-operatório bem conduzido, o suporte familiar muito forte, o apoio da comunidade e a atenção fisioterapêutica constante. Enfrentamos muitos desafios na recuperação dele, mas sempre com propostas terapêuticas baseadas em evidência e com raciocínio clínico bem elaborado, feito pelos nossos alunos que acompanho na Clínica-Escola, que são nossos estagiários”, destaca.

    Em casos como o de Regilânio, explica o professor Antônio, os avanços beneficiam o paciente e também os alunos.

    “Esse processo de reabilitação do Regilânio ensina aos alunos o quanto é necessário ter conhecimento fisiopatológico da lesão. Este é o primeiro ponto do fazer fisioterapêutico, que envolve conhecer o que é a lesão, sua gravidade, a forma de avaliação, a interpretação dos achados, a elaboração do diagnóstico cinético-funcional e a proposição de uma conduta terapêutica alinhada às metas. Tudo isso deve ser feito com prática baseada em evidência, de forma crítica e ética, contemplando o objetivo final, que é a participação social do paciente. Ensina ainda sobre humanidade, porque no final das contas estamos ajudando uma pessoa”, afirma.

    O professor Antônio aproveita para elogiar o desempenho dos alunos da Clínica-Escola e destaca o trabalho do colegiado e do corpo docente, que se empenham em oferecer um ensino de qualidade. Ele também agradece à coordenação do curso pelo apoio contínuo às atividades desenvolvidas.

    “Só tenho a agradecer e parabenizar o trabalho dos nossos alunos na Clínica-Escola, que é resultado do esforço de um colegiado e de um corpo docente muito capacitado e empenhado no crescimento pedagógico, para que esses alunos sejam preparados para entregar resultados como os que entregam hoje. Agradecemos também à coordenação do curso, que sempre nos dá apoio e suporte para as atividades que precisamos desenvolver, tanto a coordenação do curso quanto a da Clínica-Escola, todas de mãos dadas em busca dos melhores resultados para alunos e pacientes”, finaliza o professor.

    A corrida de rua como novo horizonte

    Além da reabilitação, Regi encontrou no esporte uma forma de fortalecer o corpo e a mente. Após orientação dos profissionais que o acompanham, passou a participar de corridas de rua, impulsionando sua cadeira de rodas e celebrando cada chegada como uma vitória pessoal.

    “Os fisioterapeutas e médicos me aconselharam a procurar um esporte que ajudasse no corpo e no psicológico. Entrei na corrida de rua e me identifiquei. Cada percurso que completo é uma superação, graças à fisioterapia”, finaliza Regi.

  • Cerimônia do Jaleco e do Eterno Aprendiz de Fisioterapia destaca a reabilitação como transformação de vida

    Cerimônia do Jaleco e do Eterno Aprendiz de Fisioterapia destaca a reabilitação como transformação de vida

    Em 2025, o curso de Fisioterapia da Unileão — pioneiro na região do Cariri — celebra duas décadas de história e conquistas. Na noite de sexta-feira, 21 de novembro, os estudantes do 1º semestre viveram um momento marcante ao participar da XVI Cerimônia do Jaleco e do Eterno Aprendiz, ato solene que reafirmou o compromisso ético, humano e profissional que os guiará ao longo dos próximos cinco anos de formação.

    Acompanhados por padrinhos, familiares e amigos — primeiros apoiadores e referências de cuidado na trajetória dos estudantes — os futuros fisioterapeutas foram convidados a refletir sobre a responsabilidade que assumem ao ingressar na área.

    “A nossa excelência no tratamento dos pacientes, o nosso suporte técnico, a nossa capacidade de estar ali sendo cuidado e sendo assistência é fundamental. Mas é sempre uma grande provocação entender que, quando a gente pensa que já deu o máximo que pôde, o cuidar exigirá mais de nós”, destacou a coordenadora do curso, Gardenia Martins, na abertura da cerimônia.

    Mais do que uma tradição dos cursos da Saúde, explicou a professora, o momento representa um chamado à presença, à coragem e à entrega contínua no cuidado ao outro, valores que sustentam a essência da profissão e a missão formativa da Unileão. Ao enfatizar que o cuidado começa na família e se fortalece na jornada acadêmica, ela descreveu a reabilitação como “um processo complexo, cheio de desafios, perdas e reencontros, mas também de pequenas vitórias”, destacando o fisioterapeuta como um artesão que ajuda a reconstruir capacidades e transformar vidas.

    Segundo a coordenadora, essa entrega contínua forma profissionais mais generosos, atentos ao ritmo do outro e capazes de reconhecer significado em cada avanço. “Qualquer pessoa envolvida em um processo de reabilitação sabe que toda reabilitação é disruptiva, é uma transformação de vida”, completou.

    Compromisso e esperança

    A oradora da turma da manhã, Laura de Albuquerque Brayner, destacou o jaleco como símbolo de esperança e de compromisso — com a família, com os professores e consigo mesmos. Para ela, a cerimônia representa um divisor de águas para os futuros fisioterapeutas, que iniciam uma trajetória marcada por perseverança, propósito e responsabilidade social.

    “Ao vestir o jaleco, não estamos apenas colocando o uniforme; estamos assumindo um compromisso com quem acreditou em nós, com quem sonhou por nós quando nosso próprio sonho parecia distante. Mas, acima de tudo, estamos assumindo um compromisso com nós mesmos: o de honrar a esperança que nos trouxe até aqui”, afirmou.

    Já a oradora da turma da noite, Francisca Livanira Cardoso dos Santos, celebrou a diversidade da turma e o esforço coletivo para alcançar o sonho de ser fisioterapeuta. Ela lembrou os colegas que enfrentam longas viagens diárias, jornadas duplas de trabalho e mudanças de cidade para estudar — gestos que revelam coragem, determinação e sentido de propósito.

    A estudante reforçou ainda que o jaleco marca o início de uma trajetória pautada pela ética, pela responsabilidade e pela empatia. “A fisioterapia é a arte de curar com toque, empatia e amor, devolvendo movimento e transformando vidas”, destacou.

    Confira alguns registros desse momento especial!

    [su_image_carousel source=”media: 70030,70002,70003,70005,70006,70007,70008,70009,70010,70011,70012,70013,70014,70015,70016,70017,70004,70018,70019,70020,70021,70022,70023,70024,70025,70026,70027,70028,70029″ limit=”30″ slides_style=”photo” align=”center” max_width=”90%” captions=”yes” dots=”no” autoplay=”2″ image_size=”medium_large”]

  • Liga Acadêmica de Uroginecologia e Obstetrícia da Unileão promove evento sobre atuação multidisciplinar no câncer de mama

    Liga Acadêmica de Uroginecologia e Obstetrícia da Unileão promove evento sobre atuação multidisciplinar no câncer de mama

    A Liga Acadêmica de Uroginecologia e Obstetrícia (LAUGO), do curso de Fisioterapia da Unileão, realizará no dia 23 de outubro, a partir das 13h, o evento “Abordagem Integrada: a importância da atuação multidisciplinar no câncer de mama”, no Auditório do Bloco E, no Campus Lagoa Seca. O evento é destinado a estudantes da área da saúde, mediante inscrição no valor de R$ 10,00.

    A iniciativa busca promover discussões sobre a importância de um cuidado integral e colaborativo na jornada de pacientes com câncer de mama, reunindo profissionais de áreas da saúde para compartilhar conhecimentos e vivências.

    Reserve a sua vaga!

    Confira a programação completa: 

    13h – Recepção e credenciamento

    14h – Abertura oficial com a LAUGO e apresentação da Liga

    Prof.ª Dra. Carolina Assunção Macedo Tostes

    14h30 Palestra: “Saúde integral da mulher: prevenção, cuidados e qualidade de vida no câncer de mama”

    Dra. Ana Maria Santos

    15h20 – Palestra: “Fisioterapia na jornada de cuidado e reabilitação do câncer de mama”

    Dra. Jaqueline Pedrosa

    16h10 – Palestra: “Câncer de mama e cuidados paliativos: a importância de olhar para além da doença”

    Dr. Leonardo Feitosa

    17h00 – Espaço para perguntas, roda de conversa e encerramento

  • Dia do Fisioterapeuta na Unileão: vinte anos de histórias que inspiram e transformam

    Dia do Fisioterapeuta na Unileão: vinte anos de histórias que inspiram e transformam

    No Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão), o Dia do Fisioterapeuta, celebrado em 13 de outubro, ganha um significado especial em 2025.

    A data coincide com os 20 anos de criação do curso de Fisioterapia, que ao longo de sua trajetória conquistou nota máxima (5) no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) e está entre os 50 melhores do Brasil, segundo o Ministério da Educação (MEC).

    É uma história de excelência construída com dedicação, inovação e o compromisso de formar novos fisioterapeutas que unem ciência, cuidado e humanidade.

    Profissão em movimento e tecnologia a serviço da aprendizagem

    Entre os profissionais que ajudaram a construir essa história está Antônio Camurça, que ingressou no quadro de docentes em 2014.

    Natural de Quixeramobim, no Sertão Central do Ceará, a chegada em Juazeiro do Norte foi motivada pela busca de desafios e oportunidades. Ao refletir sobre os avanços da Fisioterapia, destaca a velocidade com que a área se transforma.

    “A Fisioterapia hoje representa crescimento, amadurecimento, ganho de conhecimento, entrega. No que eu quero ver o outro melhor, eu preciso melhorar. A gente vê isso no aluno que se transforma junto com a gente e no paciente que recebe a transformação vinda até da mão do estagiário”, afirma.

    Sobre o impacto das novas tecnologias, reconhece que a fisioterapia “se transforma muito rápido”, mas não significa que “a Inteligência Artificial vai tomar o lugar do fisioterapeuta”. Ao contrário: é necessário agregá-la à prática profissional, para potencializar o que já é feito.

    Segundo ele, hoje é possível utilizar softwares de análise de marcha para avaliar pacientes que, após um AVC [Acidente Vascular Cerebral], perderam a capacidade de deambular ou apresentam dificuldades significativas para andar.

    “Para que o aluno compreenda melhor como o paciente se movimenta, realizamos uma análise digitalizada da marcha. Filmamos o paciente e, a partir disso, conseguimos identificar em qual fase da marcha há alterações, quais músculos estão comprometidos e quais movimentos não estão sendo executados adequadamente”, explica o docente. Esse tipo de recurso, tanto reforça quanto potencializa o aprendizado dos estudantes.

    “Eu me formei há 15 anos. Acho que boa parte do que eu aprendi na minha graduação, não utilizo mais na minha prática. Hoje, a formação é muito mais integralista, aborda muito mais aspectos variados, é muito mais baseada em evidência. E a evidência hoje circula muito rápido”, considera.

    Neste contexto, ele defende, a formação profissional exige constante atualização e sensibilidade.

    “Que a gente nunca perca a capacidade de nos sensibilizar pelo nosso entorno, pelo nosso paciente, pela nossa comunidade, pelo nosso aluno, pelo profissional que está do nosso lado, pela equipe que trabalha conosco, porque é isso que vai dar o resultado final da nossa empreitada como fisioterapeuta, que é reintegrar essas pessoas à vida”.

    “Ser fisioterapeuta é escolher e (re)escolher com propósito”

    A trajetória da professora Anny Karolliny Pinheiro na Fisioterapia começou em 2007, quando ingressou na então Faculdade Doutor Leão Sampaio, integrando uma das primeiras turmas do curso.

    Ela conta que, ainda no terceiro ano do ensino médio, sentia-se incomodada com o padrão de escolha profissional que predominava entre os colegas.

    Foi nesse contexto que, ao pesquisar sobre a Fisioterapia — recém-chegada à região — despertou nela o desejo de seguir esse caminho.

    Formada em 2011, época em que o curso tinha duração de quatro anos e meio, após a graduação seguiu para Fortaleza.

    Lá se aprimorou em reabilitação cardíaca e transplante, além de se especializar em terapia intensiva — áreas em que atua até hoje.

    Pouco tempo depois de retornar à região, surgiu a oportunidade de ingressar na docência.

    Desde 2016, é supervisora de estágio e destaca que esse papel lhe permite contribuir para a melhoria da assistência fisioterapêutica por dois caminhos: pela prática clínica e pela formação de novos profissionais.

    “A docência me trouxe a possibilidade de impactar a assistência em fisioterapia não apenas com minhas mãos, mas também com o conhecimento que compartilho com os futuros fisioterapeutas […] Hoje entendo que não fui escolhida pela fisioterapia, eu escolho diariamente estar nela”, ressalta.

    Transformações na Profissão

    Ao refletir sobre os 20 anos do curso, a professora Anny enfatiza as inúmeras transformações que a profissão vivenciou, indo além das especialidades já conhecidas pela comunidade.

    “Hoje temos fisioterapeutas atuando em oncologia, lesões vasculares, terapia intensiva, reabilitação cardíaca, e também em áreas emergentes como reabilitação visual e reabilitação desautonômica”, explica.

    Como egressa, Anny testemunhou de perto essas mudanças. Ela lembra que, no início, a clínica-escola era pequena e funcionava junto ao campus Saúde. Com o tempo, houve uma mudança para o campus Lagoa Seca e, atualmente, a estrutura está em expansão, com a quase inauguração do prédio da pediatria respiratória.

    “A fisioterapia cresce, e a Unileão cresce junto, trazendo novas possibilidades para a comunidade”, afirma com orgulho.

    Venha fazer parte dessa história

    Celebrar 20 anos é também abrir portas para os próximos capítulos. O curso reúne tradição, nota máxima do MEC, infraestrutura de moderna e professores referência no ensino e na prática clínica.

    Cada estudante encontra a chance de transformar vidas e se tornar protagonista de uma história de impacto social.

    Formas de ingresso

    Mega Vestibular e Vestibular Digital – provas presenciais e online.

    • Ingresso via ENEM – aproveite sua nota sem precisar fazer nova prova.

    Transferência Externa – para estudantes vindos de outras instituições.

    Ingresso para Graduados – quem já possui diploma pode iniciar nova formação.

    A Unileão também oferece programas de bolsas e financiamentos, ampliando o acesso à graduação.

    Saiba sobre o curso de Fisioterapia neste link.

    Acompanhe as novidades e o dia a dia do curso pelo perfil: @fisiounielao

  • VI Encontro de Escrita Científica em Fisioterapia

    VI Encontro de Escrita Científica em Fisioterapia

    O curso de Fisioterapia do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) promove, na próxima segunda-feira (7), o VI Encontro de Escrita Científica em Fisioterapia. O evento acontecerá nos turnos da manhã, tarde e noite, nas salas temáticas do Bloco C, no Campus Lagoa Seca.

    A ação tem como objetivo estimular a escrita científica entre os estudantes do curso, desmistificar os desafios da produção acadêmica e incentivar a construção e divulgação de novas pesquisas. Durante o evento, os alunos apresentarão seus projetos em duas modalidades: apresentação oral, para pesquisas em andamento, e formato de banner, para trabalhos já finalizados.

    Ao final do evento, as produções científicas serão publicadas em anais, ampliando a visibilidade das pesquisas desenvolvidas no curso.

    Serviço: 

    VI Encontro de Escrita Científica em Fisioterapia

    Data: 7 de julho, nos períodos manhã, tarde e noite

    Local: Salas temáticas do Bloco C – Campus Lagoa Seca da Unileão

    Endereço: Av. Maria Letícia Leite Pereira s/n, Lagoa Seca – Cidade Universitária, Juazeiro do Norte – CE

  • Curso de Fisioterapia divulga lista de materiais para o semestre 2025.2

    Curso de Fisioterapia divulga lista de materiais para o semestre 2025.2

    O curso de Fisioterapia do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) divulgou a lista dos materiais de uso obrigatório das disciplinas práticas (1º ao 8º semestre) e do Estágio Supervisionado I e II (9º e 10º semestres) referentes ao período de 2025.2, além do arquivo da logo para bordados. A coordenação do curso reforça que o uso do bordado não é obrigatório.

    Confira:

    Lita de materiais – 1º ao 8º semestre

    Lista de materiais – Estágio Supervisionado I e II

    Arquivo da logo para bordados