Em sintonia com as campanhas de conscientização do Fevereiro Roxo, sobre doenças crônicas que exigem diagnóstico precoce e acompanhamento contínuo, a Clínica-Escola de Fisioterapia do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) oferece atendimentos especializados a pacientes com lúpus, Alzheimer, fibromialgia e outras condições que exigem diagnóstico precoce e acompanhamento contínuo. Os atendimentos são realizados nos setores de Fisioterapia Traumato-Ortopédica, Reumatológica, Cardiofuncional, Neurofuncional e Aquática.
Segundo a professora Ana Geórgia, responsável técnica da Clínica-Escola, pacientes com lúpus podem necessitar de acompanhamento tanto para o controle da dor crônica quanto para o condicionamento cardiorrespiratório.
“Por se tratar de uma doença reumática, o paciente pode apresentar dor articular localizada ou generalizada, demandando acompanhamento para controle da dor crônica ou para o condicionamento cardiorrespiratório, já que a doença pode desencadear manifestações sistêmicas, como hipertensão arterial e até insuficiência cardíaca”, explica.
Para pacientes com Alzheimer, o atendimento ocorre no setor de Fisioterapia Neurofuncional, com foco na melhora das habilidades motoras, do equilíbrio e da marcha. Já os pacientes com fibromialgia se beneficiam especialmente das intervenções da Fisioterapia Traumato-Ortopédica e Aquática, que auxiliam na redução dos pontos dolorosos, da fadiga e da insônia.
Os atendimentos são realizados por estudantes dos Estágios Supervisionados I e II da Unileão, sempre sob a supervisão direta de professores. Antes do início do tratamento, os pacientes passam por uma avaliação individualizada, e os planos terapêuticos são definidos de acordo com as necessidades específicas de cada caso.
Atualmente, a Clínica-Escola da Unileão realiza cerca de 17 mil atendimentos por ano, recebendo pacientes encaminhados pelas redes pública de municípios como Juazeiro do Norte, Crato, Barbalha e cidades vizinhas. Além de ampliar o acesso da população aos serviços de reabilitação, a iniciativa fortalece a formação prática dos futuros fisioterapeutas, integrando ensino, cuidado e compromisso social.


Após a conclusão da graduação, vem a expectativa de atuação no mercado de trabalho. Emanuel destaca que, inicialmente, trabalhou por um período na prefeitura da cidade onde morava e também em uma clínica local. Mas seu foco passou a ser a conquista de estabilidade financeira. “Assim, optei por reservar meu tempo para estudar, visando conseguir um emprego fixo. Depois de um tempo estudando, fui aprovado no concurso público de Senador Pompeu, em 1º lugar. Atualmente, continuo estudando e me dedicando a tentar outros processos seletivos, como concursos e processos para mestrado”, compartilha.






