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  • Dia do Trabalho: o que faz alguém escolher ficar?

    Dia do Trabalho: o que faz alguém escolher ficar?

    Às oito da manhã, antes mesmo de chegar à sala onde coordena o Comitê de Sustentabilidade, Ana Isabel Calixto já atravessou corredores que conhece há mais de vinte anos. Cumprimenta funcionários da portaria, encontra professores, resolve pequenas demandas no caminho. Em alguns desses espaços, ela já esteve em funções diferentes: primeiro como aluna de MBA, depois na recepção, mais tarde como professora e, hoje, como gestora.

    A rotina mudou muitas vezes desde 2003, quando entrou na Unileão com um plano bem definido: estudar, crescer e conquistar espaço dentro da instituição. O que talvez ela não imaginasse era que, duas décadas depois, sua própria trajetória se confundiria com a da faculdade.

    “Meu sobrenome passou a ser Unileão”, costuma dizer.

    Crescer onde se começou

    Formada em Biologia, Ana Isabel queria seguir carreira acadêmica e via na instituição uma possibilidade concreta de se tornar professora universitária. Enquanto construía esse caminho, assumiu um posto na recepção. Depois da especialização, veio o convite para se tornar docente. Mais tarde, concluiu o mestrado em Desenvolvimento Regional Sustentável e participou da estruturação do núcleo que deu origem ao atual Comitê de Sustentabilidade, que hoje coordena.

    Ao longo desse período, acompanhou também mudanças pessoais importantes. Os filhos cresceram — hoje têm 23 e 18 anos — e, para ela, as duas histórias caminharam juntas. A relação com o trabalho deixou de ser apenas profissional e passou a envolver pertencimento e identificação.

    “O trabalho precisa ser um lugar de bem-viver. Aqui, existe muito trabalho, mas também amizade, parceria e construção coletiva. Quando a gente trabalha com dedicação, consegue ser visto e consegue crescer”, afirma.

    O aprendizado como motivo para continuar

    A trajetória de Herminig Everson mostra que esse movimento não está restrito à sala de aula ou aos cargos acadêmicos.

    Hoje ele lidera uma equipe de 33 pessoas no Departamento de Tecnologia da Informação (DTI), mas a entrada na instituição aconteceu sem planejamento. Nascido em Santarém, no Pará, e filho de cearenses, mudou-se ainda adolescente para o Cariri, quando os pais decidiram voltar à terra natal.

    Em 2005, enquanto cursava Administração, enfrentava dificuldades financeiras para pagar a faculdade. Depois de várias tentativas frustradas de entregar currículos, acabou sendo percebido dentro da própria biblioteca do campus Crajubar. Ao ajudar espontaneamente uma aluna com um problema no computador, chamou a atenção do então coordenador de TI, que o convidou para um estágio.

    O estágio virou efetivação. Depois vieram novas responsabilidades com a abertura de novos campi e o crescimento da estrutura institucional. Quando foi contratado, passou a cuidar do campus Saúde. Com a expansão para o campus Lagoa Seca, assumiu a gestão de equipes e desenvolveu a liderança de forma paralela ao crescimento da universidade.

    Hoje, com quase duas décadas de trajetória, ele afirma que o que sustenta sua permanência é a possibilidade constante de aprender, embora reconheça que permanecer também significa lidar com desafios e recomeços.

    “Quando comecei como estagiário, eu focava em aprendizado. Por mim, eu estagiava até de graça para poder aprender. Eu via aqui que existiam muitas coisas que eu ainda não sabia fazer, mas tinha os recursos necessários para aprender. A gente leva muita pancada, enfrenta dificuldades, mas o maior intuito é focar no aprendizado e nas habilidades que pode construir naquele momento”, reflete.

    Foto: arquivo pessoal

    Da portaria ao laboratório: uma permanência que atravessa setores

    As histórias de Ana Isabel e Everson não são casos isolados. Um levantamento interno mostra que a Unileão possui 206 colaboradores com mais de dez anos de instituição. Desse total, 84 são técnicos-administrativos e 122 são docentes.

    Os dados ajudam a mostrar que a longevidade profissional não está concentrada em funções específicas. Ela perpassa diferentes setores: portaria, infraestrutura, compras, financeiro, biblioteca, laboratório, manutenção, recursos humanos, reitoria, tecnologia da informação e coordenações acadêmicas. Há profissionais com 20 anos de casa na portaria e no setor de TI, colaboradores com 15 anos em laboratórios e manutenção, além de professores e coordenadores com longas trajetórias.

    O que faz alguém escolher ficar

    Para a professora Larissa Vasconcelos, que ministra a disciplina de Psicologia Organizacional na Unileão, a permanência hoje envolve propósito, desenvolvimento e alinhamento de valores.

    “As pessoas permanecem onde conseguem responder, ainda que implicitamente, a três perguntas fundamentais: eu estou crescendo aqui? Eu sou valorizado aqui? O que eu faço aqui importa?”, analisa.

    Por isso, de acordo com ela, o pertencimento precisa ser construído de forma concreta, não apenas simbólica.

    “Pertencimento não se impõe. Ele é construído na experiência cotidiana. Organizações que conseguem cultivá-lo criam ambientes onde as pessoas não apenas ficam, mas escolhem permanecer”, afirma.

    Neste sentido, sugere a professora, embora a flexibilidade seja a regra atual, ter pessoas que conhecem a história da instituição é um diferencial competitivo.

    “Profissionais que permanecem por longos períodos, como Ana Isabel e Everson, representam algo muito valioso: eles são testemunhas da cultura, guardiões da história institucional e agentes de continuidade em um cenário de constante transformação”, diz.

    Ficar como escolha

    Vasconcelos considera ainda que, quando uma organização consegue oferecer reconhecimento, propósito e bons vínculos, ela deixa de ser apenas um local de trabalho e passa a ser um espaço de realização pessoal. As pessoas não ficam apenas pelo salário, elas ficam porque se sentem parte daquela história.

    Para Ana Isabel, essa percepção também está ligada ao impacto que ela enxerga fora dos muros da instituição. “Hoje, a gente sabe que todos os espaços de comércio, de trabalho, de Juazeiro do Norte, têm um aluno da Leão Sampaio ou um profissional formado pela Unileão, e eu faço parte disso. Então, isso me orgulha bastante”.

  • Unileão não terá funcionamento nos dias 1º e 2 de maio

    Unileão não terá funcionamento nos dias 1º e 2 de maio

    O Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) informa que não haverá expediente acadêmico e administrativo na próxima sexta-feira, dia 1º de maio, em razão do feriado nacional do Dia do Trabalho. O Hospital Veterinário, por sua vez, terá funcionamento normal.

    Sobre o feriado

    A data foi oficializada como feriado em 1925, pelo então presidente Artur Bernardes e é celebrada anualmente. A origem da homenagem remonta à greve organizada por trabalhadores norte-americanos em prol da redução da jornada de trabalho, que na época era de 12 horas por dia. O movimento começou no dia 1 de maio de 1886 e se tornou um feriado internacional.

  • Unileão não terá funcionamento no Dia do Trabalho

    Unileão não terá funcionamento no Dia do Trabalho

    Em 1924, o então presidente da República, Arthur Bernardes, instituiu o 1º de maio como feriado nacional em homenagem ao Dia Internacional do Trabalhador. Assim, o Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) suspenderá todas as suas atividades e atendimentos na quarta-feira (1º). A Instituição retomará suas atividades normais na quinta-feira (2).

    A Unileão deseja a todos os membros da comunidade acadêmica um excelente feriado e deseja que seja uma oportunidade para descansar e desfrutar de momentos de diversão com amigos e familiares.

    Sobre o Dia do Trabalho

    O Dia do Trabalho, ou Dia do Trabalhador, é celebrado anualmente em 1º de maio em diversos países ao redor do mundo. A data teve origem em 1886, quando trabalhadores da cidade de Chicago, nos Estados Unidos, organizaram uma greve geral para reivindicar melhores condições de trabalho. No Brasil, a data é lembrada desde a década de 1890, período de ascensão do desenvolvimento industrial.

  • Unileão celebra importância dos trabalhadores neste 1º de maio

    Unileão celebra importância dos trabalhadores neste 1º de maio

    Na próxima segunda-feira (1º), comemora-se o Dia do Trabalho e a Unileão celebra a importância dos trabalhadores e agradece a dedicação dos seus colaboradores, que contribuem diariamente para o crescimento da Instituição. Em respeito ao merecido feriado dedicado às pessoas que movimentam não só a economia, como toda a dinâmica da sociedade por meio dos seus serviços, a Instituição informa que todas as suas atividades e atendimentos estarão suspensos na segunda-feira, retornando ao normal na próxima terça-feira (2).

    A Unileão orienta seus colaboradores a utilizarem a folga para descansar e celebrar suas conquistas com aqueles que amam. A Instituição agradece a todos os colaboradores pelo trabalho prestado e se sente honrada com a parceria e confiança que são compartilhadas entre empresa e equipe.

    Confira abaixo depoimentos de colaboradores da Unileão acerca do trabalho:

    Cicero Luiz dos Santos Junior, porteiro na Unileão

    “O trabalho é muito importante, não só pra mim, mas para todos os pais de família, porque a pessoa que trabalha dignamente sustenta sua família. A importância da minha função na instituição, aqui na portaria, passa segurança para os alunos e para os funcionários. E a portaria, em modo particular, ela é o cartão postal da instituição, porque ali é a primeira aparência quando chega uma pessoa e pede uma informação.”

    Ariadne Gomes Patricio, professora do curso de Enfermagem da Unileão

    “Ser trabalhadora é extremamente essencial para o ser humano. É dignificante poder usufruir dos talentos, como da inteligência que a gente vai adquirindo ao longo do tempo para exercer no dia a dia de forma concreta. Na docência, eu vejo o trabalho do professor como algo extremamente fundamental para a transformação do mundo. E a docência na Enfermagem, especificamente para mim, tem um significado de mudança, de transformação, de empoderamento.”

    Josilânia Dionizio de Moura, auxiliar administrativa do setor de Bolsas e Financiamentos

    Eu acho meu trabalho muito importante porque eu consigo ajudar os estudantes a tirarem suas dúvidas, ficarem mais por dentro de todos os processos, e conseguirem concluir e realizar um sonho. Eu acho que eu trabalho realizando sonhos, porque como eu trabalho com o Prouni,   muita gente tem esse sonho de conseguir uma bolsa.”

    Sobre o Dia do Trabalho

    O Dia do Trabalho ou Dia do Trabalhador é comemorado anualmente no dia 1º de maio em diversos países do mundo. A data teve origem no ano de 1886, quando operários da cidade de Chicago, nos Estados Unidos, organizaram uma greve geral para reivindicar por melhores condições trabalhistas.

    No Brasil, a data é lembrada desde a década de 1890, quando o desenvolvimento industrial começou a emergir. Entretanto, foi apenas no ano de 1924 que o então presidente da república, Arthur Bernardes, instituiu o dia 1º de maio como feriado nacional por causa do Dia Internacional do Trabalhador.

  • Unileão homenageia trabalhadores neste 1º de maio

    Unileão homenageia trabalhadores neste 1º de maio

    Neste sábado (1º), celebra-se o Dia do Trabalho e a Unileão enaltece a importância dos trabalhadores e agradece a dedicação dos seus colaboradores, que vem possibilitando o crescimento da Instituição nos últimos 20 anos. Em respeito ao merecido feriado dedicado às pessoas que movimentam não só a economia, como toda a dinâmica da sociedade por meio dos seus serviços, a Instituição informa que todas as suas atividades e atendimentos estarão suspensos no sábado, retornando ao normal na próxima segunda-feira (3).

    A Unileão orienta seus colaboradores a utilizarem a folga para descansar e celebrar suas conquistas com aqueles que amam, mesmo que a distância, respeitando as medidas de biossegurança sugeridas pelas autoridades sanitárias do país. A Instituição agradece a todos os colaboradores pelo trabalho prestado e se sente honrada com a parceria e confiança que são compartilhadas entre empresa e equipe.

    Confira abaixo depoimentos de colaboradores da Unileão acerca do trabalho:

    Michele Batista de Souza, auxiliar administrativa na recepção da Clínica-Escola da Unileão

    O trabalho significa conquistas, sonhos e metas. Ver o resultado de um trabalho feito com qualidade, que transforma e ajuda pessoas, me deixa com o coração transbordando de felicidade. Ser Unileão é aprender todos os dias, é crescer. Cada aprendizado contribui imensamente para meu crescimento profissional e pessoal. Tenho orgulho em fazer parte desse time maravilhoso.

    Elisângela de Lavor Farias, professora do curso de Fisioterapia da Unileão

    Ser professora é uma profissão muito árdua, mas, quando trabalhamos porque gostamos, ela se torna muito prazerosa. É assim como me sinto nessa missão. Então sou muito grata por fazer parte da Unileão há sete anos, pois todo profissional precisa de um ambiente organizado, acolhedor e agradável para desenvolver bem o seu trabalho e a Unileão retrata bem esse ambiente, além de oferecer muitas oportunidades de desenvolvimento e crescimento.

    Flávio de Lima Clemente, eletricista na Unileão

    Para mim, o trabalho traz dignidade. É por ele que consigo planejar meus objetivos e traçar caminhos para serem alcançados. Com ele consigo aprender, ensinar e ter amigos para a vida toda. Trabalhar na Unileão significa trabalhar em uma grande Instituição de Ensino, onde todos os dias aprendemos coisas novas realizando tarefas e, assim, se tornando uma pessoa cada vez melhor.

    Sobre o Dia do Trabalho

    O Dia do Trabalho ou Dia do Trabalhador é comemorado anualmente no dia 1º de maio em diversos países do mundo. A data teve origem no ano de 1886, quando operários da cidade de Chicago, nos Estados Unidos, organizaram uma greve geral para reivindicar por melhores condições trabalhistas.

    No Brasil, a data é lembrada desde a década de 1890, quando o desenvolvimento industrial começou a emergir. Entretanto, foi apenas no ano de 1924 que o então presidente da república, Arthur Bernardes, instituiu o dia 1º de maio como feriado nacional por causa do Dia Internacional do Trabalhador.