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  • Abril Azul destaca a importância da conscientização sobre o autismo e da formação em saúde inclusiva

    Abril Azul destaca a importância da conscientização sobre o autismo e da formação em saúde inclusiva

    Comprometida com a formação em saúde e com a promoção de uma sociedade mais inclusiva, a Unileão destaca, durante o Abril Azul, a importância de ampliar o debate sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). A campanha reforça o papel da informação como ferramenta essencial para combater o preconceito e garantir mais respeito às diferenças.

    De acordo com o professor Júnior Linhares, do curso de Psicologia, iniciativas como o Abril Azul são fundamentais para transformar a realidade social. “É por meio da educação que conseguimos romper barreiras, tanto no ambiente acadêmico quanto na sociedade, promovendo espaços mais inclusivos para pessoas com autismo”, afirma.

    O TEA é um transtorno do neurodesenvolvimento caracterizado, principalmente, por desafios na comunicação e na interação social, além de padrões restritos e repetitivos de comportamento. Por se manifestar de formas distintas em cada indivíduo, o diagnóstico exige um olhar atento e multidisciplinar.

    “A observação cuidadosa dos marcos do desenvolvimento permite identificar sinais precoces e garantir um acompanhamento adequado, favorecendo o acolhimento e a inclusão”, explica o docente.

    Apesar dos avanços na informação, ainda persistem estigmas em torno do autismo. Entre os equívocos mais comuns está a ideia de que pessoas com TEA não aprendem ou não conseguem se socializar. “Isso é um mito. Com o apoio da família, da escola e da sociedade, é possível promover desenvolvimento, inclusão e participação social efetiva”, reforça.

    Nesse contexto, a participação da comunidade é decisiva. A integração entre família e escola é apontada como um dos principais caminhos para garantir não apenas o acesso, mas também a permanência e o desenvolvimento de pessoas com TEA em diferentes espaços sociais.

    “A conscientização prepara a sociedade para conviver com as diferenças e assegurar o direito de todos à vida em sociedade”, destaca o professor.

    Formando profissionais atentos a essa realidade, o curso de Psicologia da Unileão trabalha a temática de forma contínua, tanto em sala de aula quanto nas práticas desenvolvidas na clínica-escola, a partir das demandas da comunidade. A Instituição também investe em ações acadêmicas e eventos que ampliam a discussão sobre o tema.

    Como parte da programação do Abril Azul, será realizado, no dia 27 de abril, o VI Encontro sobre o Transtorno do Espectro Autista – TEA, com o tema: “Autismo e Família: O cuidado em rede fortalece a inclusão”, voltado à discussão de aspectos relacionados ao autismo e aberto à comunidade acadêmica.

  • Abril Azul: Unileão promove conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista

    Abril Azul: Unileão promove conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista

    A campanha Abril Azul, idealizada pela Organização das Nações Unidas (ONU), tem como objetivo conscientizar e dar visibilidade ao Transtorno do Espectro Autista (TEA). Durante todo o mês de abril, essa iniciativa busca sensibilizar a sociedade e promover a inclusão das pessoas com TEA. Nesse contexto, o Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) apoia a campanha e incentiva o debate sobre o tema.

    Inclusão: um dever de todos!

    Contribuir para o entendimento e acolhimento das pessoas com TEA na sociedade é uma responsabilidade compartilhada por todos. A professora Ariadne Sampaio, do curso de Enfermagem da Unileão, destaca que o enfermeiro desempenha um papel crucial na valorização da vida humana, respeitando suas necessidades. “Em nossa formação, aprendemos tecnologias de cuidado, como escuta qualificada, acolhimento, vínculo e corresponsabilização, que nos auxiliam a viabilizar práticas de cuidado necessárias para pessoas com TEA”, destaca.

    Segundo a professora, tanto a comunidade acadêmica quanto a sociedade em geral podem se envolver na inclusão e na promoção dos direitos das pessoas com autismo por meio do respeito, da sensibilidade e de muita empatia.

    Curso de Enfermagem da Unileão realiza exposição sobre “Arte em Saúde Mental”

    No início do mês de abril, o curso de Enfermagem da Unileão realizou a Exposição “Arte em Saúde Mental”, organizada pela disciplina de Saúde Mental do 5º semestre. A temática do TEA foi abordada por meio dos trabalhos dos alunos, apresentados à comunidade acadêmica no campus Saúde. A organização ficou a cargo das professoras Ariadne Patrício e Lys Callou.

    “A exposição teve como objetivo sensibilizar a comunidade acadêmica sobre práticas de cuidados em Enfermagem em Saúde Mental, incluindo a necessidade de atenção às pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo. Isso contribui para a reflexão e conscientização da temática”, explica a professora.

    Ainda de acordo com a docente, abordar o Autismo em eventos educativos como essa exposição é uma oportunidade única para a formação dos acadêmicos de Enfermagem. “Inegavelmente, isso contribui para o conhecimento, desenvolvimento de competências e habilidades específicas para cuidar de pessoas com TEA, bem como as competências de práticas educativas, de empatia, do respeito às diferenças, entre outras. Além disso, também é um momento de provocar as pessoas no meio acadêmico a pensarem sobre quem tem o transtorno, de quem vive e convive com essa realidade e do papel do Enfermeiro no contexto da saúde mental”, conclui.

    Confira alguns registros:

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  • Unileão adere ao Abril Azul e incentiva a conscientização sobre o autismo

    Unileão adere ao Abril Azul e incentiva a conscientização sobre o autismo

    Com o objetivo de informar a sociedade sobre o autismo, condição inserida no Transtorno do Espectro Autista (TEA) e, assim, reduzir a discriminação e tornar a inclusão dessas pessoas uma realidade, se celebra, em 2 de abril, o Dia Mundial da Conscientização do Autismo, data instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU). A conscientização acerca do autismo se estende ainda por todo o mês de abril, por meio da campanha Abril Azul, e o Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) apoia a iniciativa e incentiva o debate sobre o tema durante esse período.

    Inclusão pela Educação

    Um dos pilares para a criação de uma sociedade pautada na inclusão é a educação. Embora a educação seja um direito assegurado por lei para todos os brasileiros, “ainda há um enorme descompasso entre aquilo que é lei e aquilo que se pensa”, conforme avalia a professora do curso de Fisioterapia da Unileão Zildanê Cândido. Segundo a docente, um dos maiores desafios para a educação inclusiva é a falta de reconhecimento e valorização das diferenças.

    “Os lugares de aprendizado, tais como as escolas e universidades, devem ser espaços de todos, sem distinção. Lugares que estimulam seus alunos a construírem o conhecimento através de aprendizados de acordo com suas capacidades, habilidades e fragilidades para que, dessa forma, possam expressar suas ideias a partir de suas diferenças, se posicionando como integrantes no cenário da inclusão”, frisa a profa. Zildanê Cândido.

    Além de praticarem a inclusão, escolas e universidades devem ser lugares que ensinam a importância desse tema. Por dar o devido valor à construção de uma sociedade justa e igualitária, a Unileão cultiva práticas inclusivas que vão desde a adequação de seus espaços e metodologias de ensino até ações que propõem a reflexão para seus estudantes e futuros profissionais acerca da necessidade de se criar espaços que sejam acessíveis a todos.

    Clínica-Escola de Fisioterapia promove atendimento para crianças com autismo

    A Clínica-Escola de Fisioterapia da Unileão realiza atendimento diferenciado e individualizado para crianças com TEA, especialmente no setor de Neuropediatria. Os responsáveis podem entrar em contato com a Recepção do setor pelo telefone (88) 2101-1048 para receberem mais informações sobre os serviços ofertados no local.

    “Além dos serviços ofertados pela nossa Clínica-Escola, a Liga de Pediatria da Unileão (LAPED) tem um projeto chamado ‘Tudo Azul’, que tem o objetivo de estimular o desenvolvimento motor de crianças autistas pela integração sensorial, ajudando, assim, a reorganização global e a integração na sociedade. As atividades desse projeto são gratuitas e misturam exercícios e brincadeiras que estimulam a vivência sensório-motora, o contato físico e a convivência social entre os autistas”, observa a professora do curso de Fisioterapia da Unileão Viviane Gomes Barbosa Filgueira.

    De acordo com a docente, os encontros organizados pela LAPED, que conta com uma equipe multidisciplinar formada pelos cursos de Fisioterapia, Educação Física, Psicologia e Medicina Veterinária da Unileão, também possibilitam a troca de informações com os familiares.

    SPA da Unileão oferece atendimentos para pessoas com TEA

    Na Unileão, a temática do autismo é trabalhada ao longo do ano por meio do curso de Psicologia. O Serviço de Psicologia Aplicada (SPA) da Unileão reforça o aprendizado dos alunos do curso com atendimentos prestados a crianças, adolescentes e adultos com TEA, por meio de diversas abordagens psicológicas. O SPA fica localizado na Clínica-Escola, no campus Lagoa Seca, e os atendimentos são destinados a toda a população. As intervenções psicossociais causam impactos positivos no bem-estar e na qualidade de vida das pessoas com TEA e de seus cuidadores.

    Para mais informações sobre os serviços ofertados pelo SPA, os interessados podem entrar em contato com a Recepção do setor pelo telefone (88) 2101-1048.

    Sobre o autismo

    O autismo é um transtorno que pode afetar a comunicação e o comportamento social do indivíduo. As causas do TEA ainda estão sendo estudadas, com indicações de que possa ser o resultado da combinação de fatores genéticos, externos ou de ambos. O quebra-cabeça é o símbolo do autismo por representar sua complexidade, diversidade e muito do que ainda falta descobrir sobre o TEA.

    O autismo pode começar a se desenvolver na infância e persistir na adolescência e na idade adulta. Por isso, é imprescindível a observação dos comportamentos tidos como atípicos da idade, na busca do diagnóstico precoce e das intervenções necessárias o quanto antes. Salienta-se, ainda, que os graus de comprometimento podem variar de pessoa para pessoa, sendo leve, moderado ou grave.

    Independente do grau de comprometimento, o tratamento de forma multidisciplinar desenvolvido por uma equipe de profissionais da Saúde auxilia no processo de estimulação, visando maior autonomia e independência do sujeito. A equipe pode ser formada por médicos, psicólogos, fonoaudiólogos, pedagogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e educadores físicos, além do acompanhamento e da participação dos pais ou cuidadores e da família.

    Mitos sobre o autismo

    Apesar de ser um tema muito discutido na atualidade, o autismo ainda é cercado de mitos. Para contribuir com a desmistificação do tema, a professora do curso de Psicologia da Unileão Emília Suitberta respondeu algumas perguntas comuns que surgem ao se abordar o assunto:

    Pessoas com TEA gostam de ficar sozinhas?

    Isso é um mito, pois pessoas com autismo têm uma dificuldade qualitativa na interação social, ou seja, elas têm dificuldade no relacionamento com outras pessoas, o que não significa que gostam de ficar sozinhas.

    Autistas são mais inteligentes que a média da população?

    Pessoas com autismo se diferenciam com relação às suas habilidades, inclusive cognitivas e intelectuais. Existem autistas com um coeficiente de inteligência acima da média, outros abaixo e outros com um QI dentro da normalidade. Não é possível generalizar a capacidade de pessoas com TEA.

    Autistas não sentem emoções?

    Pessoas com autismo podem ter dificuldades na comunicação das emoções, tanto na compreensão das emoções das outras pessoas como na hora de expressar suas próprias emoções. Isso não significa que essas pessoas não sentem emoções, apenas as expressam de uma forma diferente do convencional.

    Dados

    Atualmente, não existem dados oficiais sobre as pessoas com Transtorno do Espectro Autista no Brasil. No entanto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que o país tenha mais de 2 milhões de pessoas diagnosticadas com o transtorno e que há 70 milhões de pessoas em todo o mundo com algum tipo de autismo.