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Tag: Enfermagem

  • Transformar a morte em vida: Unileão debate importância da doação de órgãos e tecidos

    Transformar a morte em vida: Unileão debate importância da doação de órgãos e tecidos

    Na noite desta segunda-feira, 18 de setembro, o curso de Enfermagem da Unileão promoveu uma palestra para conscientizar sobre a importância da doação de órgãos e tecidos, com enfoque no processo de doação e no acolhimento aos familiares. O evento ocorreu no auditório do campus Saúde, mediado pela enfermeira e docente da Unileão, professora Bruna Bandeira.

    Conduzida pelos enfermeiros Wagner Brito e Thais Queiroz Feitosa, representantes da Organização de Procura de Órgãos (OPO), instalado no Hospital Regional do Cariri (HRC), unidade da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa), em Juazeiro do Norte, a palestra intitulada “Setembro Verde: um SIM pela Vida” faz alusão à campanha nacional de incentivo à doação de órgãos, que terá seu ponto alto no próximo dia 27.

    Transformar a morte em vida

    Em suas falas, os palestrantes destacaram a carência de doadores e a negativa familiar como principal dificuldade. “Mas doar órgãos é, simplesmente, se solidarizar com alguém”, defendeu Wagner Brito.

    Para a enfermeira Thais Queiroz, “a doação de órgão é oferecer oportunidade de transformar a tragédia da perda de um familiar em um ato nobre de doação, gesto que pode atenuar a dor e servir como consolo”.

    Quem pode ser um doador? 

    De acordo com a enfermeira Thais, os órgãos que podem ser doados são: rins, pulmões, coração, válvulas cardíacas, fígado, pâncreas, intestino e córneas. Esses órgãos, no entanto, precisam ser compatíveis e a doação deles autorizada pela família. Além disso, existem critérios de priorização, ou seja, a agilidade na recepção dependerá do estado de saúde do paciente.

    A palestrante também pontua que o rim pode ser doado em vida, mas apenas para um parente, a não menos que haja uma decisão judicial, não é possível doá-lo a alguém não-relacionado. “Tem toda uma avaliação social e psicológica para saber se eu posso doar para uma amiga minha, por exemplo, ou não”, explica.

    Quanto a um doador vivo, acrescenta a enfermeira, é possível doar um rim ou parte de algum órgão, como é o caso do fígado. “A gente pode doar um lobo do fígado e a gente sabe que o fígado tem a capacidade de se regenerar em poucos meses. Ele vai crescer e atingir o tamanho normal do fígado, tanto para mim, que doei o lobo, quanto para a pessoa que recebeu. Ele vai atingir o peso normal de um órgão com o passar dos meses”, afirma.

    Ainda de acordo com a profissional, são duas categorias de doador:

    1)    Doador vivo (relacionado ou não-relacionado com a pessoa que vai receber o órgão);

    2)    Doador falecido (com coração parado ou morte encefálica, de quem o órgão será retirado).

    Já pessoas sem identificação, com sepse ativa e refratária (infecção), sorologia positiva, neoplasia avançada (câncer) e com órgão comprometidos não podem doar.

    A enfermeira ressalta ainda que a doação só poderá ser realizada após autorização (do próprio paciente ou de um responsável legal). Daí a necessidade de informar à família sobre o desejo de ser um doador. Ela também destaca que não há qualquer despesa para a família e que o procedimento acontece inteiramente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a equipe responsável pelo procedimento garante a integridade do corpo do doador (no caso de pessoa falecida), ou seja, o devolve tal como ele era.

    Confira alguns registros da palestra!

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    Para saber mais

    Segundo informações do Hospital Regional do Cariri, até o início de agosto passado 10 órgãos e 17 tecidos foram captados para transplantes. Leia mais neste link. Por isso, o Setembro Verde levanta a bandeira da conscientização, principalmente para desconstruir os mitos que envolvem a doação de órgãos e, assim, diminuir a imensa fila de pessoas à espera de um transplante.

  • “Todos os dias da minha graduação me preparei para esse momento”, conta egressa da Unileão aprovada em mestrado da Universidade Federal de São Paulo

    “Todos os dias da minha graduação me preparei para esse momento”, conta egressa da Unileão aprovada em mestrado da Universidade Federal de São Paulo

    “Sempre sonhei com esse momento, e todos os dias da minha graduação me preparei para ele”, conta a enfermeira Erika Galvão de Oliveira, egressa do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão), aprovada no processo seletivo para o mestrado da Universidade Federal de São Paulo, umas das mais prestigiadas do Brasil.

    Para alcançar essa conquista, Erika começou a traçar planos no primeiro semestre da graduação. Ela diz que sempre se sentiu atraída pela área de Ciências da Saúde, e a Enfermagem apareceu como possibilidade de concretizar seus objetivos, de ser professora e pesquisadora.

    A escolha por iniciar este caminho na Unileão – explica a egressa – se deu, principalmente, pela estrutura física “que é incrível e tem todo suporte que o aluno precisa para uma boa formação”.

    “Visitei outras instituições antes de tomar a decisão. A estrutura, laboratórios, grade curricular, professores, quantidade de horas de estágio… Todos esses fatores foram importantes na minha decisão”, ressalta. Erika concluiu Enfermagem em dezembro de 2022, como bolsista do Prouni, e atualmente é diretora do Departamento de Vigilância Sanitária do município de Jardim.

    Caminho para o mestrado

    Ao longo do curso, Erika buscou se envolver no maior número de atividades acadêmicas, porque sabia que elas ajudariam a pontuar em processos seletivos. Participou de grupos de pesquisa, inclusive em outras instituições, projetos de extensão e monitorias, como o Grupo de Pesquisa em Ciência e Saúde Coletiva, Liga Acadêmica de Bioquímica Clínica e Grupo de Assistência ao Calouro.

    A egressa também conta que a experiência dos grupos de pesquisa contribuiu significativamente para a sua formação acadêmica e até o desenvolvimento de habilidades como falar em público, escrever e apresentar projetos. Além disso, o tema de seu TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) serviu para aproximá-la, ainda mais, da escolha pelo programa de pós-graduação da Unifesp.

    “A experiência do grupo de pesquisa me abriu os olhos para as possibilidades que o curso de Enfermagem poderia me trazer. Foi no grupo que desenvolvi minhas habilidades de escrita científica e isso foi essencial para minhas publicações em revistas científicas. A experiência na liga acadêmica foi a melhor. “Foram dois anos e meio de um ótimo convívio com todos os integrantes, em especial Karina, Alan e Renata que tornaram o caminho mais leve”, recorda.

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    Inspirações

    Durante o curso, a egressa encontrou inspiração em professores renomados, como Renata Evaristo, Vanessa Bitu, Wesley Bezerra, Ariadne Sampaio, João Paulo, Andréa Couto, Aracélio e Magaly Mota, que despertaram nela a paixão pela docência e pela pesquisa científica. Além disso, sua colega de turma, Helenilda Araújo, também foi uma fonte de motivação, demonstrando que é possível alcançar metas apesar das adversidades da vida.

    Agora, Erika se prepara para desenvolver estudos na área de Gestão em Enfermagem e Saúde, confiante de que seus esforços contribuirão para o avanço da ciência no país. “Fiquei imensamente feliz e realizada com essa aprovação! Quero cursar meu mestrado, depois ingressar no doutorado e seguir na minha profissão como pesquisadora e professora em grandes universidades”.

  • Cuidar da vida, é cuidar da mente: curso de Enfermagem promove roda de conversa sobre saúde mental na universidade

    Cuidar da vida, é cuidar da mente: curso de Enfermagem promove roda de conversa sobre saúde mental na universidade

    Autocobrança, sobrecarga de atividades, frustração, sensação de desamparo. Esses são alguns fatores potencialmente danosos à saúde mental de estudantes, especialmente universitários.

    Uma pesquisa feita com alunos, docentes e técnicos administrativos, no segundo semestre de 2019, apontou que 45% dos entrevistados disseram precisar de cuidados de saúde mental e 57% afirmaram não estar recebendo nenhum cuidado, acompanhamento ou tratamento. Os dados foram divulgados pela Associação Nacional de Dirigentes de Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), com sede em Brasília. Saiba mais assistindo a esta transmissão.

    Em sintonia com o “Setembro Amarelo”, campanha nacional de combate ao suicídio, valorização da vida e da saúde mental, o curso de Enfermagem da Unileão promoveu uma roda de conversa com alunos dos semestres iniciais e finais, por meio da Liga Acadêmica de Enfermagem da Família e Comunidade (LAESFC). O evento ocorreu no campus Saúde da Unileão, na noite desta quarta-feira (13).

    Mediada pelo psicólogo e professor André Lima, que também é docente da Instituição, a roda de conversa apontou algumas questões em torno da saúde mental e caminhos possíveis para não sucumbir à rotina exigente da universidade e de outros contextos em que os estudantes estão inseridos.

    “Para achar saídas é preciso considerar quem nós somos, onde nós estamos, como as coisas funcionam na nossa família, na nossa faculdade. A partir do entendimento disso, a gente consegue pensar estratégias, como ir tirando o peso da cobrança (dos nossos pais, da sociedade, do mercado de trabalho) e fazer esse exercício de entender a nossa realidade”, pontua o professor. Segundo ele, não há fórmulas prontas, há estratégias de prevenção.

    Para saber mais

    E quando setembro acabar? É preciso afirmar que a prevenção ao suicídio deve ser pauta o ano inteiro, defende o professor André Lima.

    “Falar de prevenção ao suicídio é falar em arte, esporte, saúde, segurança alimentar, trabalho. Devemos lutar por mais acesso à saúde pública, à educação, combater a miséria… Isso também é prevenção ao suicídio”, conclui o docente.

    O que dizem os estudantes

    Rafael Moreira, do 4º semestre de Enfermagem, considera que abordar o tema “é de tamanha importância para um processo de saúde mais adequado nessa trajetória”. Há alguns semestres mais avançados, Yasmymm Cezaria é da mesma opinião: “Uma vez que você não está bem, possivelmente você não estará bem para desenvolver suas atividades diárias. Cuidar da saúde mental é cuidar da vida, ou seja, é ter uma melhor qualidade de vida”, considera a estudante do 9º semestre.

    Se precisar, peça ajuda!

    Em 2023, o lema do Setembro Amarelo é “Se precisar, peça ajuda!” e tem como objetivo conclamar a todos para atuarem ativamente na conscientização da importância que a vida tem e ajudar na prevenção do suicídio, tema ainda é visto como tabu.

    Leia mais, neste link.

    Confira alguns registros da roda de conversa promovida pelo curso de Enfermagem!

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  • Curso de Enfermagem promove roda de conversa sobre Saúde Mental

    Curso de Enfermagem promove roda de conversa sobre Saúde Mental

    Proporcionar estratégias que visem o cuidado com a saúde mental e contribuir com o enfrentamento da ansiedade e/ou estresse vivenciado no meio acadêmico. Esse é o objeto de uma roda de conversa que será organizada na próxima quarta-feira, dia 13, das 18h às 19h30, na sala 13, do campus Saúde da Unileão. A atividade é voltada para alunos do sétimo semestre de Enfermagem do turno da noite (também serão convidados alunos do primeiro e segundos semestres do mesmo turno).

    As inscrições serão realizadas pelos ligantes da LAESFC, nas salas do primeiro e segundo semestres, nos dias 11 e 12 de setembro. Os estudantes inscritos deverão entregar 1kg de alimento não perecível que será doado ao Albergue Sagrada Família, uma instituição de Longa Permanência para Idosos.

    Sob o imperativo “Setembro Amarelo: quem cuida da mente, cuida da vida”, o evento é organizado pela Liga Acadêmica de Enfermagem em Saúde da Família e Comunidade (LAESFC), motivada pela disciplina de Enfermagem em Saúde do Idoso, e terá como palestrante o professor André Lima, orientador e preceptor do curso de Psicologia da Unileão.

    Por que é importante participar?

    No Brasil, setembro é o mês dedicado a atividades de valorização da vida e de prevenção ao suicídio. A campanha teve início em 2015.

    O evento organizado pela LAESFC chama atenção, justamente, para o cuidado com a saúde mental no contexto da universidade, cuja rotina é bastante exigente. A ideia é discutir estratégias que ajudarão a lidar com as exigências e tensões próprias desse período e evitar desgastes emocionais para os estudantes.

    Sobre o palestrante

    André Lima é graduado em Psicologia pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB-2008) e atua como psicólogo clínico na abordagem histórico-cultural. É servidor público no estado de Pernambuco e trabalha como analista em Saúde no Hospital Regional Inácio

    de Sá, no município de Salgueiro-PE, desde 2017. É professor universitário, orientador e

    supervisor de estágio no Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (UNILEÃO).

    Serviço

    Roda de conversa: “Setembro Amarelo: quem cuida da mente, cuida da vida”

    Data: 13 de setembro, das 18h às 19h

    Local: Sala 13, campus Saúde

     

  • Professores e egressos de Enfermagem publicam artigo em revista da Escola de Saúde Pública do Ceará

    Professores e egressos de Enfermagem publicam artigo em revista da Escola de Saúde Pública do Ceará

    Recentemente, docentes e egressos do curso de Enfermagem do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) publicaram um trabalho conjunto na conceituada revista científica da Escola de Saúde Pública do Ceará (Cadernos ESP). Os autores são os professores Andréa Couto Feitosa e Hercules Pereira Coelho, juntamente com os egressos Sara Virgínia Nogueira do Nascimento Gualberto, Francielton de Amorim Marçal, Crisângela Santos de Melo e Janayle Kéllen Duarte de Sales.

    Intitulado “Abortamento: Vivências e Sentimentos das Mulheres”, o artigo lança luz sobre as experiências emocionais das mulheres diante do processo de abortamento. O estudo concentrou-se na vivência das mulheres atendidas em uma Unidade de Saúde da Família no município de Juazeiro do Norte. O objetivo principal foi conhecer os sentimentos e as experiências dessas mulheres em um momento delicado de suas vidas, o abortamento. Além disso, representa mais um passo em direção à melhoria dos cuidados de saúde e à valorização das vozes das mulheres em circunstâncias difíceis.

    Acesse o artigo na íntegra!

    Publicado na edição de número 17, volume 1 (2023) da revista, o artigo não apenas enriquece o conhecimento científico, mas também realça a importância de explorar temas sensíveis dentro do campo da saúde. A pesquisa oferece uma perspectiva valiosa para os profissionais da área e para a comunidade em geral, promovendo uma compreensão mais profunda das questões emocionais e psicológicas enfrentadas pelas mulheres em situações de abortamento.

    O periódico Cadernos ESP é amplamente reconhecido por sua contribuição ao avanço do conhecimento em saúde pública e, ao ser classificado no Qualis CAPES B4, o artigo reafirma sua qualidade e relevância no cenário acadêmico. Os interessados podem acessá-lo na íntegra e explorar as percepções compartilhadas pelas mulheres participantes, bem como as implicações práticas para os profissionais de saúde.

  • LAESMIC, do curso de Enfermagem, recebe menção honrosa em congresso nacional

    LAESMIC, do curso de Enfermagem, recebe menção honrosa em congresso nacional

    Um trabalho científico apresentado pela Liga de Saúde da Criança e da Mulher (LAESMIC), do curso de Enfermagem, recebeu menção honrosa durante o II Congresso Brasileiro em Saúde da Mulher, organizado de forma on-line pela editora Science e Saúde, nos últimos dias 03, 04 e 05 de agosto.

    Com orientação da professora Ana Érica de Oliveira Brito Siqueira, a Liga é composta por nove estudantes do campus Saúde: José Nacélio da Silva Ferreira, Maria Rayanne Silva do Nascimento, Juliana Paula Aguiar Queiroz, Ana Laura Mizael da Silva, Luanne Monteiro Bacurau do Vale, Maria Eloiza Nogueira Enoque de Morais, Ingrid Oliveira do Nascimento, Sarah Ferreira de Sousa e Claudenice Carneiro Pereira.

    A menção honrosa foi dada ao capítulo “Saúde da Mulher”, avaliado na área temática de mesmo nome, que abordou hipertensão arterial na gravidez, tendo como objetivo compreender os mecanismos fisiológicos da doença e as principais abordagens terapêuticas utilizadas.

    De acordo com a professora Ana Érica de Oliveira Brito Siqueira, orientadora da Liga, a menção honrosa expressa a relevância e a qualidade do estudo apresentado no evento, avaliado junto a mais de 160 trabalhos. Ela também destaca os aprendizados adquiridos na participação de um congresso nacional por meio dos diversos temas abordados nos minicursos e palestras.

    “É sempre uma satisfação acompanhar os alunos nas atividades da Liga. As experiências exitosas, no caso da pesquisa, traduzem todo um esforço e empenho dos alunos com as suas atividades acadêmicas”, considerou.

    Sobre o Congresso

    II Congresso Brasileiro em Saúde da Mulher buscou disseminar conhecimento nos vários cenários da Saúde da mulher, por meio de palestras, minicursos e apresentações de trabalhos científicos, nas modalidades resumo simples, resumo expandido e capítulo de livro. Contando com a presença de profissionais de várias áreas da saúde como Enfermagem, Medicina, Fisioterapia e Psicologia.

  • Professora e alunos do curso de Enfermagem da Unileão publicam dois capítulos de livro

    Professora e alunos do curso de Enfermagem da Unileão publicam dois capítulos de livro

    A professora Andrea Couto Feitosa, do curso de Enfermagem da Unileão, produziu e publicou dois capítulos de livro, juntamente com 10 discentes da IES. As produções são intituladas: “Assistência realizada por acadêmicos de enfermagem a idosos institucionalizados: relato de experiência” e “Ocorrência de lesão por pressão em pessoas idosas hospitalizadas: relato de experiência”. Elas foram publicadas no livro “Qualidade de vida na saúde do idoso”, que pode ser acessado gratuitamente através deste link.

    Acesse aqui as publicações!

    Sobre a experiência, um dos autores e aluno do 8º semestre de Enfermagem, Marcolino Ribeiro Silva, disse: “Ter a oportunidade de desenvolver a habilidade com a produção de trabalhos acadêmicos é sem dúvidas algo essencial na caminhada acadêmica que impactará diretamente no sucesso dentro do mercado de trabalho de cada discente. Publicar o capítulo de livro em parceria com colegas competentes e dedicados reforça ainda mais o desejo de agregar conhecimentos científicos que contribuem para uma sociedade mais rica e desenvolvida”.

    Todo o processo de pesquisa, escrita e construção das produções científicas contou com desafios e conquistas. O tema envolve os cuidados de enfermagem à pessoa idosa e os autores encontraram algumas dificuldades relacionadas à complexidade e amplitude do assunto que engloba vários aspectos fisiológicos, além do preconceito social que o grupo de pessoas em questão vivenciam.

    Apesar dos desafios, os estudantes e a professora conquistaram espaço para publicação e consideram que a produção se tornou bastante importante para o conhecimento geral na área abordada. O grupo de alunos que fez parte de todas as etapas de construção dos trabalhos considera que a participação dos professores no incentivo à produção científica é extremamente importante, tendo em vista as dificuldades vivenciadas pelos acadêmicos no desenvolvimento e inserção no meio.

    “A produção do manuscrito foi extremamente importante para minha percepção da realidade em que a pessoa idosa está inserida hoje no Brasil, tanto em questões socioeconômicas, como no âmbito da saúde-doença. Realizar trabalhos nessa área e publicá-los como capítulo de livro foi uma grande realização, tanto para mim quanto para meus colegas, possibilitando nosso conhecimento sobre o assunto, enfatizando a importância da enfermagem no contexto do cuidado à pessoa idosa”, relata um dos autores e aluno do 8º semestre de Enfermagem, José Nacélio da Silva Ferreira.

    O auxílio e orientação dos professores em produções científicas é essencial para que os alunos se identifiquem com escrita, normas e formatação. O corpo docente da Unileão se preocupa com a qualificação de seus estudantes, tanto na área do conhecimento quanto da pesquisa, e está sempre buscando inovar e participar ativamente na formação científica e profissional de cada um. Esses hábitos trazem benefícios, não só para o aluno e para o professor, mas também para a instituição de ensino.

    Confira abaixo todos os autores:

    Alana Félix Parente – 7º Semestre – Enfermagem

    Andréa Couto Feitosa – Professora do curso de Enfermagem

    Antonio Josimar Silva Ferreira – 6º semestre – Enfermagem

    Caroline da Silva Santos – 7º Semestre – Enfermagem

    Felipe Sebastião Gonçalves Pinheiro – 7º semestre – Enfermagem

    Jean Victor Gomes Lima Monte – 7º Semestre – Enfermagem

    José Nacélio da Silva Ferreira – 8º semestre – Enfermagem

    Marcolino Ribeiro Silva – 8º semestre – Enfermagem

    Paloma Pereira da Silva – 7º semestre – Enfermagem

    Ranielle Silvestre Gomes – 7º semestre – Enfermagem

  • Aluna do curso de Enfermagem da Unileão é aprovada em concurso

    Aluna do curso de Enfermagem da Unileão é aprovada em concurso

    Camila Marcelino Gabriel, estudante do curso de Enfermagem da Unileão, conquistou, ainda no 8° semestre da graduação, o 3° lugar no concurso municipal de Bodocó – PE para o cargo de enfermeira da Estratégia de Saúde da Família. “É uma alegria sem tamanho ter esse resultado ainda no 8º semestre. É a certeza de que estou no caminho certo”, afirmou a aluna.

    A aprovação

    A aprovação em um concurso público antes mesmo de finalizar o curso era uma das metas de Camila. No processo de preparação para o concurso, a estudante revisou os conteúdos vistos ao longo dos 7 semestres da graduação, intercalando com os conteúdos de conhecimento gerais. Além disso, a acadêmica estudou questões de provas e revisões dos materiais disponibilizados pelos professores da Unileão, o que foi essencial para o resultado alcançado. “Eu comecei a perceber que as bancas de concursos costumavam cobrar assuntos da parte específica com foco em conteúdos que costumamos ver logo nos semestres iniciais, o que de fato é a base”, explicou Camila.

    Os desafios foram vencidos com muita força de vontade e determinação. A estudante precisou conciliar a jornada de trabalho e estudos da faculdade. Camila encontrou incentivo na possibilidade de escolher onde atuar e ter sua liberdade na vida profissional. Os professores e a estrutura proporcionada pela Unileão também foram essenciais para a conquista. “O corpo docente da faculdade é extremamente preparado para guiar seus discentes rumo às aprovações. O material, o estilo de questões que são cobradas nas avaliações, as revisões, tudo. Todo o suporte que a Unileão oferece aos seus alunos é essencialmente importante para que se tenha resultados exitosos. Nenhuma palavra é capaz de definir a sensação de ver suas metas sendo realizadas depois de tantas lutas”, relatou a estudante.

    “Esse resultado é fruto da competência, dedicação e comprometimento que a Unileão tem com seus alunos. Quem estuda pra concurso sabe que não é uma jornada fácil. Ter profissionais preparados e material de qualidade é extremamente importante nesse processo”, concluiu.

    Jornada na Unileão

    Camila ingressou na Unileão como bolsista ProUni. Ela escolheu a instituição porque todos os amigos e conhecidos que mais admira profissionalmente e intelectualmente são egressos da IES. Dentro do curso o que mais a motiva é poder promover saúde e ajudar as pessoas. “Nossa profissão é muito prática, resolutiva no sentido de fazer acontecer. Eu gosto disso, gosto de ajudar e resolver problemas”, explicou a discente.

    Entre Monitorias e Liga Acadêmicas

    A estudante foi monitora da disciplina de Bioestatística, e contou que o período da monitoria foi enriquecedor. Camila sempre teve em mente que a monitoria era importante para facilitar os estudos dos alunos, por isso escolheu fazer parte. “A experiência com a monitoria, principalmente a remunerada, é uma forma de beneficiar todos os estudantes que vão receber suporte na disciplina”, explicou a jovem.

    Recentemente, Camila foi selecionada para fazer parte da Liga Acadêmica de Enfermagem em Saúde da Família e da Comunidade (LAESFC). A nova experiência é mais uma oportunidade para a discente ampliar seus conhecimentos e vivências na graduação.

    Sobre o futuro

    Camila pretende aproveitar bastante os últimos semestres do curso, vivendo ao máximo as oportunidades proporcionadas pelos professores e pela instituição. Sobre sua futura área de atuação, ela espera mais reconhecimento e autonomia. “Que sejamos ainda mais valorizados pelo papel essencial que temos dentro de todo o contexto da saúde. E que mais profissionais da enfermagem ocupem lugares de destaque no cenário político”, desejou a aluna.

    Confira também: Programa Bolsa Social facilita ingresso de estudantes de Juazeiro do Norte na Unileão em 2023

  • Curso de Enfermagem da Unileão realiza o II Workshop de Saúde do Homem

    Curso de Enfermagem da Unileão realiza o II Workshop de Saúde do Homem

    No mês da campanha Novembro Azul, o curso de Enfermagem do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) irá promover o II Workshop de Saúde do Homem: cuidar da saúde também é coisa do homem. O evento, voltado para estudantes, profissionais e para o público geral, acontecerá nos dias 16 e 17 de novembro, no campus Saúde da instituição. As inscrições podem ser realizadas por meio deste link.

    Inscreva-se aqui!

    O workshop traz na programação uma mesa-redonda com a temática “Masculinidade saudável: um pouco sobre a rede de apoio para homens”, com a participação do psicólogo Diógenes Lima e da assistente social Jacsa Vieira. Haverá também uma palestra, ministrada pela enfermeira do trabalho, Aretha Feitosa, abordando o tema “Promoção da Saúde do Homem no Trabalho”, e apresentações da Mostra Interdisciplinar Enfermagem em Ação.

    Confira mais sobre a Mostra Interdisciplinar Enfermagem em Ação!

    A ação busca provocar a reflexão sobre o protagonismo do homem na promoção de sua saúde, debatendo a importância e os benefícios da rede de apoio para a saúde do homem e para a construção da masculinidade saudável. Os participantes poderão tirar dúvidas, aprender mais sobre a temática e compartilhar experiências.

    Programação

    Quarta-feira (16/11)

    14h – Mesa-redonda “Masculinidade saudável: um pouco sobre a rede de apoio para homens”, com a participação do psicólogo Diógenes Lima e da assistente social Jacsa Vieira

    Quinta-feira (17/11)

    8h – Apresentação da Mostra Interdisciplinar Enfermagem em Ação

    14h – Palestra “Promoção da Saúde do Homem no Trabalho”, com a enfermeira do trabalho, Aretha Feitosa

    18h – Apresentação da Mostra Interdisciplinar Enfermagem em Ação

     

    Serviço

    II Workshop de Saúde do Homem: cuidar da saúde também é coisa do homem

    Data: 16 e 17 de novembro

    Horário: Disponível na programação

    Local: campus Saúde – Unileão

  • Curso de Enfermagem da Unileão promove ações de prevenção para mulheres no Outubro Rosa

    Curso de Enfermagem da Unileão promove ações de prevenção para mulheres no Outubro Rosa

    O curso de Enfermagem do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) realizou ações de prevenção relacionadas à saúde sexual e reprodutiva, no contexto do autocuidado da mulher. As atividades, em alusão à campanha Outubro Rosa, foram desenvolvidas nas Unidades de Saúde da Família (USF) do município de Juazeiro do Norte.

    Durante as ações, o público foi orientado sobre autocuidado e a importância da prevenção do câncer de mama e de colo do útero. Também foram esclarecidas dúvidas sobre o autoexame da mama e o exame Papanicolau.

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    “Foi uma ação única, que nos incentivou a buscar conhecimentos, proporcionando um momento com as pacientes e permitindo uma troca de experiência sobre o tema abordado, baseado no nosso conhecimento e relato de vida das pacientes. São momentos como esse que enriquecem a nossa bagagem enquanto acadêmica de Enfermagem e nos fazem aprofundar nossos conhecimentos e buscar novos horizontes”, relatou a estudante do curso de Enfermagem da Unileão, Maira Jordana Alves Oliveira.