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Categoria: Fisioterapia

  • Do acidente à autonomia: a fisioterapia na recuperação do caso Regilânio

    Do acidente à autonomia: a fisioterapia na recuperação do caso Regilânio

    Pai de três filhos e avô de uma neta, Regilânio da Silva Inácio, popularmente conhecido como Regi, teve sua rotina transformada na manhã de 4 de agosto de 2023. Um equipamento de musculação caiu sobre seus ombros em uma academia de Juazeiro do Norte, causando uma lesão que o deixou paraplégico e interrompeu sua atividade profissional como motorista de aplicativo.

    Logo após a cirurgia para estabilização da coluna vertebral, ainda no hospital, ele iniciou os primeiros estímulos fisioterapêuticos. Um mês depois, começou um processo mais intenso de reabilitação, quando deu os primeiros passos simbólicos para reconstruir a própria vida.

    A Unileão como ponto de apoio permanente

    Desde o início da recuperação, Regi é atendido na Clínica-Escola de Fisioterapia da Unileão, onde encontrou estrutura, acolhimento e orientação profissional essenciais para sua evolução física e emocional.

    Ao relembrar o impacto do acidente, ele resume: “Minha vida mudou completamente. Ficou mais difícil, a maioria das coisas que faço é limitada, mas venho me superando. A fisioterapia me ajuda a criar minha independência e, todo dia, batalho com os fisioterapeutas para conquistar minha vida de volta aos poucos”, disse.

    O vínculo construído na Unileão se tornou um diferencial em sua trajetória. “A Unileão me abraçou desde o início do acidente. Para mim, ela é uma mãezona. Tudo que conquistei até agora é graças à Unileão, à fisioterapia que faço, aos professores e aos alunos. Sou muito grato por ter sido acolhido”, destaca.

    Da reabilitação à autonomia

    Com o acompanhamento contínuo, Regi readaptou seu veículo para voltar a dirigir e retomou tarefas domésticas, recuperando autonomia gradualmente. Ele afirma: “A fisioterapia mudou tudo. Na minha vida, depois de Deus, vem a fisioterapia. Tudo que ganhei após o acidente sobre minha independência é graças a ela. Voltei a dirigir, a sair sozinho, a tomar meu banho. Se eu for contar tudo que ganhei, vou passar semanas falando”, relata.

    Nas sessões que faz na Unileão, ele trabalha força, equilíbrio e a habilidade de conduzir a cadeira de rodas em diferentes situações, fundamentais para enfrentar os desafios do cotidiano. “Me ensinaram muita coisa e hoje consigo fazer várias tarefas em casa graças aos fisioterapeutas da Unileão”, afirma.

    Veja mais neste vídeo.

    A visão da Fisioterapia sobre o caso

    O professor Antônio Camurça, que atua na Clínica-Escola de Fisioterapia da Unileão, afirma que a Fisioterapia Neurofuncional é uma das áreas mais consolidadas da profissão e fundamental em casos como o de Regi. Ele relembra o início:

    “Com poucos dias de pós-operatório, ele veio pela primeira vez para a Clínica-Escola com muita dificuldade de ser transferido do carro para a cadeira. Ele não conseguia fazer nada de forma independente. Todas as atividades precisavam ser acompanhadas e supervisionadas. Ele precisava de auxílio para tudo. Não tinha controle de tronco, por isso não conseguia ficar sentado sem algum tipo de suporte ou apoio. Com a atuação da fisioterapia, os ganhos foram acontecendo. Conseguimos a ortostase, que é a postura em pé. Houve prescrição de órtese para auxiliar em movimentos que ele tinha mais dificuldade. Além disso, tivemos ganhos motores e sensitivos”, relata o professor.

    Clique no vídeo e veja imagens da reabilitação!

    Nesse ínterim, o professor afirma que toda a equipe tem muito orgulho e fica feliz com o resultado obtido, mas ressalta que isso faz parte de um somatório.

    “É importante lembrar que esse resultado é sempre um somatório. Ele é um paciente empenhado, assíduo e participativo na terapia. Houve uma condução terapêutica eficaz desde o início, desde o socorro imediato, o procedimento cirúrgico, o pós-operatório bem conduzido, o suporte familiar muito forte, o apoio da comunidade e a atenção fisioterapêutica constante. Enfrentamos muitos desafios na recuperação dele, mas sempre com propostas terapêuticas baseadas em evidência e com raciocínio clínico bem elaborado, feito pelos nossos alunos que acompanho na Clínica-Escola, que são nossos estagiários”, destaca.

    Em casos como o de Regilânio, explica o professor Antônio, os avanços beneficiam o paciente e também os alunos.

    “Esse processo de reabilitação do Regilânio ensina aos alunos o quanto é necessário ter conhecimento fisiopatológico da lesão. Este é o primeiro ponto do fazer fisioterapêutico, que envolve conhecer o que é a lesão, sua gravidade, a forma de avaliação, a interpretação dos achados, a elaboração do diagnóstico cinético-funcional e a proposição de uma conduta terapêutica alinhada às metas. Tudo isso deve ser feito com prática baseada em evidência, de forma crítica e ética, contemplando o objetivo final, que é a participação social do paciente. Ensina ainda sobre humanidade, porque no final das contas estamos ajudando uma pessoa”, afirma.

    O professor Antônio aproveita para elogiar o desempenho dos alunos da Clínica-Escola e destaca o trabalho do colegiado e do corpo docente, que se empenham em oferecer um ensino de qualidade. Ele também agradece à coordenação do curso pelo apoio contínuo às atividades desenvolvidas.

    “Só tenho a agradecer e parabenizar o trabalho dos nossos alunos na Clínica-Escola, que é resultado do esforço de um colegiado e de um corpo docente muito capacitado e empenhado no crescimento pedagógico, para que esses alunos sejam preparados para entregar resultados como os que entregam hoje. Agradecemos também à coordenação do curso, que sempre nos dá apoio e suporte para as atividades que precisamos desenvolver, tanto a coordenação do curso quanto a da Clínica-Escola, todas de mãos dadas em busca dos melhores resultados para alunos e pacientes”, finaliza o professor.

    A corrida de rua como novo horizonte

    Além da reabilitação, Regi encontrou no esporte uma forma de fortalecer o corpo e a mente. Após orientação dos profissionais que o acompanham, passou a participar de corridas de rua, impulsionando sua cadeira de rodas e celebrando cada chegada como uma vitória pessoal.

    “Os fisioterapeutas e médicos me aconselharam a procurar um esporte que ajudasse no corpo e no psicológico. Entrei na corrida de rua e me identifiquei. Cada percurso que completo é uma superação, graças à fisioterapia”, finaliza Regi.

  • Cerimônia do Jaleco e do Eterno Aprendiz de Fisioterapia destaca a reabilitação como transformação de vida

    Cerimônia do Jaleco e do Eterno Aprendiz de Fisioterapia destaca a reabilitação como transformação de vida

    Em 2025, o curso de Fisioterapia da Unileão — pioneiro na região do Cariri — celebra duas décadas de história e conquistas. Na noite de sexta-feira, 21 de novembro, os estudantes do 1º semestre viveram um momento marcante ao participar da XVI Cerimônia do Jaleco e do Eterno Aprendiz, ato solene que reafirmou o compromisso ético, humano e profissional que os guiará ao longo dos próximos cinco anos de formação.

    Acompanhados por padrinhos, familiares e amigos — primeiros apoiadores e referências de cuidado na trajetória dos estudantes — os futuros fisioterapeutas foram convidados a refletir sobre a responsabilidade que assumem ao ingressar na área.

    “A nossa excelência no tratamento dos pacientes, o nosso suporte técnico, a nossa capacidade de estar ali sendo cuidado e sendo assistência é fundamental. Mas é sempre uma grande provocação entender que, quando a gente pensa que já deu o máximo que pôde, o cuidar exigirá mais de nós”, destacou a coordenadora do curso, Gardenia Martins, na abertura da cerimônia.

    Mais do que uma tradição dos cursos da Saúde, explicou a professora, o momento representa um chamado à presença, à coragem e à entrega contínua no cuidado ao outro, valores que sustentam a essência da profissão e a missão formativa da Unileão. Ao enfatizar que o cuidado começa na família e se fortalece na jornada acadêmica, ela descreveu a reabilitação como “um processo complexo, cheio de desafios, perdas e reencontros, mas também de pequenas vitórias”, destacando o fisioterapeuta como um artesão que ajuda a reconstruir capacidades e transformar vidas.

    Segundo a coordenadora, essa entrega contínua forma profissionais mais generosos, atentos ao ritmo do outro e capazes de reconhecer significado em cada avanço. “Qualquer pessoa envolvida em um processo de reabilitação sabe que toda reabilitação é disruptiva, é uma transformação de vida”, completou.

    Compromisso e esperança

    A oradora da turma da manhã, Laura de Albuquerque Brayner, destacou o jaleco como símbolo de esperança e de compromisso — com a família, com os professores e consigo mesmos. Para ela, a cerimônia representa um divisor de águas para os futuros fisioterapeutas, que iniciam uma trajetória marcada por perseverança, propósito e responsabilidade social.

    “Ao vestir o jaleco, não estamos apenas colocando o uniforme; estamos assumindo um compromisso com quem acreditou em nós, com quem sonhou por nós quando nosso próprio sonho parecia distante. Mas, acima de tudo, estamos assumindo um compromisso com nós mesmos: o de honrar a esperança que nos trouxe até aqui”, afirmou.

    Já a oradora da turma da noite, Francisca Livanira Cardoso dos Santos, celebrou a diversidade da turma e o esforço coletivo para alcançar o sonho de ser fisioterapeuta. Ela lembrou os colegas que enfrentam longas viagens diárias, jornadas duplas de trabalho e mudanças de cidade para estudar — gestos que revelam coragem, determinação e sentido de propósito.

    A estudante reforçou ainda que o jaleco marca o início de uma trajetória pautada pela ética, pela responsabilidade e pela empatia. “A fisioterapia é a arte de curar com toque, empatia e amor, devolvendo movimento e transformando vidas”, destacou.

    Confira alguns registros desse momento especial!

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  • 15ª edição do CONFIC celebra 20 anos do curso de Fisioterapia da Unileão com recorde de público e programação ampliada

    15ª edição do CONFIC celebra 20 anos do curso de Fisioterapia da Unileão com recorde de público e programação ampliada

    De 4 a 7 de novembro, o Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) realizou a 15ª edição do Congresso de Fisioterapia do Cariri (CONFIC), em uma edição especial que celebrou os 20 anos do curso e reuniu um público recorde: aproximadamente 500 inscritos, entre estudantes, profissionais e participantes externos.

    A programação contou com mais de 20 minicursos e cerca de 100 trabalhos científicos apresentados, reforçando o caráter científico, formativo e colaborativo do encontro. O evento também destacou a presença de delegações de diferentes regiões, ampliando o alcance e a troca de experiências entre os participantes.

    A edição comemorativa também celebrou a identidade cultural da região, com homenagens a Expedito Seleiro, Epitácio Pessoa e Mestre Noza – que esteve presente durante todos os dias do evento produzindo artesanato no Campus Lagoa Seca.

    Conexões em rede e conhecimento em múltiplas dimensões

    Para a professora Gardênia Martins, coordenadora do curso de Fisioterapia da Unileão, esta edição foi marcada por um movimento mais amplo de articulação entre saberes, territórios e práticas profissionais.

    “Recebemos uma comissão do município de Belém de São Francisco com 23 estudantes, o que foi uma alegria. Outras cidades de Pernambuco também estiveram presentes. Foi um evento em que trabalhamos a conexão em rede e começamos a discutir como o conhecimento hoje está articulado em muitas dimensões, além de muitas profissões partilhadas ao mesmo tempo”, disse.

    Ela destacou ainda que o CONFIC ampliou o diálogo para além das fronteiras do Cariri – literalmente. “Tivemos palestrantes remotos, incluindo dois provenientes dos Estados Unidos e um de São Paulo, que tratou do teleatendimento, uma vertente nova da prática fisioterapêutica. Também discutimos projeção de carreira, marketing digital e recebemos fisioterapeutas que utilizam esse tipo de assessoria no dia a dia”, comentou.

    Um dos palestrantes virtuais foi o egresso Fernando Pedro de Souza, que atualmente realiza Pós-doutorado em Cardiologia na University of Minnesota.

    “Eu fui da turma 100 do curso de Fisioterapia da Unileão e, na época, ainda tínhamos a Jornada de Fisioterapia – o nome ainda não era CONFIC. Vi os posts da linha do tempo das camisas e ainda tenho todas elas, desde a primeira edição. É uma alegria muito grande participar; é sempre muito bom voltar para casa. Hoje faço meu pós-doc aqui na University of Minnesota, e é importante dizer que, quando estava na graduação, esse era o meu desejo e onde eu queria estar. A Unileão me deu todo o apoio para chegar onde estou, especialmente na pessoa da professora Gardênia, que foi minha orientadora de monografia e quem me ajudou a dar os primeiros passos na carreira científica”, compartilhou na abertura de sua palestra.

    Outro ponto marcante foi a presença de grandes nomes da área: “Um dos palestrantes da palestra magna é hoje uma das principais referências do Brasil em prática baseada em evidências, o professor Leonardo Costa, que possui aproximadamente 500 mil seguidores nas redes sociais e amplo reconhecimento nacional e internacional. Foi a primeira vez que esteve no Cariri”, destacou a professora Gardênia.

    Experiências práticas, criatividade e protagonismo estudantil

    Além das palestras e minicursos, o evento integrou ações inovadoras que aproximaram teoria e prática. Um dos destaques foi o podcast interativo com participação de todas as Ligas Acadêmicas, combinando hands on com criatividade, produção estudantil e comunicação acadêmica – um formato que encantou o público e reforçou o protagonismo discente.

    A programação incluiu ainda uma feira de saúde e negócios com vários apoiadores e uma homenagem aos 15 anos do CONFIC, reunindo memórias, camisetas, materiais e registros históricos produzidos pelos próprios estudantes. “O evento é feito por estudantes. A comissão de execução conta com professores, mas é do começo ao fim conduzida pelos alunos do curso, que merecem todo o destaque, porque são extremamente envolvidos e apaixonados pelo que fazem”, reconheceu a professora Gardênia.

    Entre os participantes, a estudante Larissa Ribeiro, do 6º semestre de Fisioterapia de outra instituição da região, avaliou a experiência de forma muito positiva. “Foi uma experiência incrível participar do CONFIC. Apresentei três trabalhos junto com minhas amigas. O evento foi muito importante para mim na construção da minha futura carreira, porque tivemos muitos palestrantes que agregaram bastante para a gente”, ressaltou.

    Confira os registros do CONFIC!

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  • Cerimônia do Jaleco e Eterno Aprendiz da Fisioterapia

    Cerimônia do Jaleco e Eterno Aprendiz da Fisioterapia

    No próximo dia 21 de novembro, às 19h, o Auditório do Bloco E do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) sediará mais uma edição da Cerimônia do Jaleco e Eterno Aprendiz da Fisioterapia, um evento especial que celebra a trajetória dos estudantes ingressantes e concluintes do curso.

    A cerimônia será marcada por momentos emocionantes, como o juramento à profissão e a tradicional vestimenta do jaleco, que simboliza o compromisso e a responsabilidade com a área da saúde. O evento é destinado aos alunos e seus convidados, que poderão vivenciar juntos essa etapa importante da formação acadêmica.

    Serviço  

    Cerimônia do Jaleco e Eterno Aprendiz da Fisioterapia 

    Data: 21 de novembro

    Horário: 19h

    Local: Auditório do Bloco E – Campus Lagoa Seca da Unileão

    Endereço: Av. Maria Letícia Leite Pereira, s/n – Lagoa Seca, Cidade Universitária – Juazeiro do Norte

  • CONFIC 2025: programação destaca pesquisadores de renome e debates sobre inovação na Fisioterapia

    CONFIC 2025: programação destaca pesquisadores de renome e debates sobre inovação na Fisioterapia

    O Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) divulgou a programação oficial do XV Congresso de Fisioterapia do Cariri (CONFIC 2025), que acontecerá de 4 a 7 de novembro, no campus Lagoa Seca, com o tema “Fisioterapia em rede: conectando saberes, fortalecendo vínculos, transformando a prática”.

    A programação inclui palestras, mesas-redondas, minicursos, espaços interativos e apresentações de trabalhos científicos, além da presença de pesquisadores de destaque nacional e internacional.

    Quero garantir o meu lugar!

    Palestra magna

    Um dos momentos mais aguardados será no dia 5 de novembro (quarta-feira), com a participação do Prof. Dr. Leo Costa, referência mundial em pesquisa sobre dor lombar e prática baseada em evidências.

    O Prof. Dr. Leo Costa é Bacharel em Fisioterapia pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, Mestre em Educação Física pela UFMG e Doutor em Fisioterapia pela Universidade de Sydney (Austrália). Com mais de 15 anos de experiência acadêmica, é autor de 199 artigos científicos, acumula mais de 6 mil citações e possui Fator H 44. Reconhecido como o maior pesquisador do Brasil no tópico “back pain” pela Expert Scape, também figura entre os seis maiores pesquisadores do mundo na categoria “Physical Therapy Specialty”.

    Além de sua produção científica, Leo Costa é reconhecido por aproximar o público da ciência por meio das redes sociais, onde soma 450 mil seguidores e mais de 100 mil inscritos no YouTube, compartilhando conteúdos sobre fisioterapia baseada em evidências, dor lombar e boas práticas clínicas.

    A programação completa está disponível aqui!

    Inscrições e submissão de trabalhos científicos

    O congresso também mantém abertas as inscrições e submissões de trabalhos científicos, destinadas a estudantes que desejem divulgar suas pesquisas e contribuir para o fortalecimento da área. O regulamento pode ser conferido no link abaixo.

    Submissão de trabalhos

    Serviço

    Evento: 15º Congresso de Fisioterapia do Cariri – CONFIC 2025

    Data: 4 a 7 de novembro

    Local: campus Lagoa Seca da Unileão

  • Liga Acadêmica de Uroginecologia e Obstetrícia da Unileão promove evento sobre atuação multidisciplinar no câncer de mama

    Liga Acadêmica de Uroginecologia e Obstetrícia da Unileão promove evento sobre atuação multidisciplinar no câncer de mama

    A Liga Acadêmica de Uroginecologia e Obstetrícia (LAUGO), do curso de Fisioterapia da Unileão, realizará no dia 23 de outubro, a partir das 13h, o evento “Abordagem Integrada: a importância da atuação multidisciplinar no câncer de mama”, no Auditório do Bloco E, no Campus Lagoa Seca. O evento é destinado a estudantes da área da saúde, mediante inscrição no valor de R$ 10,00.

    A iniciativa busca promover discussões sobre a importância de um cuidado integral e colaborativo na jornada de pacientes com câncer de mama, reunindo profissionais de áreas da saúde para compartilhar conhecimentos e vivências.

    Reserve a sua vaga!

    Confira a programação completa: 

    13h – Recepção e credenciamento

    14h – Abertura oficial com a LAUGO e apresentação da Liga

    Prof.ª Dra. Carolina Assunção Macedo Tostes

    14h30 Palestra: “Saúde integral da mulher: prevenção, cuidados e qualidade de vida no câncer de mama”

    Dra. Ana Maria Santos

    15h20 – Palestra: “Fisioterapia na jornada de cuidado e reabilitação do câncer de mama”

    Dra. Jaqueline Pedrosa

    16h10 – Palestra: “Câncer de mama e cuidados paliativos: a importância de olhar para além da doença”

    Dr. Leonardo Feitosa

    17h00 – Espaço para perguntas, roda de conversa e encerramento

  • Dia do Fisioterapeuta na Unileão: vinte anos de histórias que inspiram e transformam

    Dia do Fisioterapeuta na Unileão: vinte anos de histórias que inspiram e transformam

    No Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão), o Dia do Fisioterapeuta, celebrado em 13 de outubro, ganha um significado especial em 2025.

    A data coincide com os 20 anos de criação do curso de Fisioterapia, que ao longo de sua trajetória conquistou nota máxima (5) no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) e está entre os 50 melhores do Brasil, segundo o Ministério da Educação (MEC).

    É uma história de excelência construída com dedicação, inovação e o compromisso de formar novos fisioterapeutas que unem ciência, cuidado e humanidade.

    Profissão em movimento e tecnologia a serviço da aprendizagem

    Entre os profissionais que ajudaram a construir essa história está Antônio Camurça, que ingressou no quadro de docentes em 2014.

    Natural de Quixeramobim, no Sertão Central do Ceará, a chegada em Juazeiro do Norte foi motivada pela busca de desafios e oportunidades. Ao refletir sobre os avanços da Fisioterapia, destaca a velocidade com que a área se transforma.

    “A Fisioterapia hoje representa crescimento, amadurecimento, ganho de conhecimento, entrega. No que eu quero ver o outro melhor, eu preciso melhorar. A gente vê isso no aluno que se transforma junto com a gente e no paciente que recebe a transformação vinda até da mão do estagiário”, afirma.

    Sobre o impacto das novas tecnologias, reconhece que a fisioterapia “se transforma muito rápido”, mas não significa que “a Inteligência Artificial vai tomar o lugar do fisioterapeuta”. Ao contrário: é necessário agregá-la à prática profissional, para potencializar o que já é feito.

    Segundo ele, hoje é possível utilizar softwares de análise de marcha para avaliar pacientes que, após um AVC [Acidente Vascular Cerebral], perderam a capacidade de deambular ou apresentam dificuldades significativas para andar.

    “Para que o aluno compreenda melhor como o paciente se movimenta, realizamos uma análise digitalizada da marcha. Filmamos o paciente e, a partir disso, conseguimos identificar em qual fase da marcha há alterações, quais músculos estão comprometidos e quais movimentos não estão sendo executados adequadamente”, explica o docente. Esse tipo de recurso, tanto reforça quanto potencializa o aprendizado dos estudantes.

    “Eu me formei há 15 anos. Acho que boa parte do que eu aprendi na minha graduação, não utilizo mais na minha prática. Hoje, a formação é muito mais integralista, aborda muito mais aspectos variados, é muito mais baseada em evidência. E a evidência hoje circula muito rápido”, considera.

    Neste contexto, ele defende, a formação profissional exige constante atualização e sensibilidade.

    “Que a gente nunca perca a capacidade de nos sensibilizar pelo nosso entorno, pelo nosso paciente, pela nossa comunidade, pelo nosso aluno, pelo profissional que está do nosso lado, pela equipe que trabalha conosco, porque é isso que vai dar o resultado final da nossa empreitada como fisioterapeuta, que é reintegrar essas pessoas à vida”.

    “Ser fisioterapeuta é escolher e (re)escolher com propósito”

    A trajetória da professora Anny Karolliny Pinheiro na Fisioterapia começou em 2007, quando ingressou na então Faculdade Doutor Leão Sampaio, integrando uma das primeiras turmas do curso.

    Ela conta que, ainda no terceiro ano do ensino médio, sentia-se incomodada com o padrão de escolha profissional que predominava entre os colegas.

    Foi nesse contexto que, ao pesquisar sobre a Fisioterapia — recém-chegada à região — despertou nela o desejo de seguir esse caminho.

    Formada em 2011, época em que o curso tinha duração de quatro anos e meio, após a graduação seguiu para Fortaleza.

    Lá se aprimorou em reabilitação cardíaca e transplante, além de se especializar em terapia intensiva — áreas em que atua até hoje.

    Pouco tempo depois de retornar à região, surgiu a oportunidade de ingressar na docência.

    Desde 2016, é supervisora de estágio e destaca que esse papel lhe permite contribuir para a melhoria da assistência fisioterapêutica por dois caminhos: pela prática clínica e pela formação de novos profissionais.

    “A docência me trouxe a possibilidade de impactar a assistência em fisioterapia não apenas com minhas mãos, mas também com o conhecimento que compartilho com os futuros fisioterapeutas […] Hoje entendo que não fui escolhida pela fisioterapia, eu escolho diariamente estar nela”, ressalta.

    Transformações na Profissão

    Ao refletir sobre os 20 anos do curso, a professora Anny enfatiza as inúmeras transformações que a profissão vivenciou, indo além das especialidades já conhecidas pela comunidade.

    “Hoje temos fisioterapeutas atuando em oncologia, lesões vasculares, terapia intensiva, reabilitação cardíaca, e também em áreas emergentes como reabilitação visual e reabilitação desautonômica”, explica.

    Como egressa, Anny testemunhou de perto essas mudanças. Ela lembra que, no início, a clínica-escola era pequena e funcionava junto ao campus Saúde. Com o tempo, houve uma mudança para o campus Lagoa Seca e, atualmente, a estrutura está em expansão, com a quase inauguração do prédio da pediatria respiratória.

    “A fisioterapia cresce, e a Unileão cresce junto, trazendo novas possibilidades para a comunidade”, afirma com orgulho.

    Venha fazer parte dessa história

    Celebrar 20 anos é também abrir portas para os próximos capítulos. O curso reúne tradição, nota máxima do MEC, infraestrutura de moderna e professores referência no ensino e na prática clínica.

    Cada estudante encontra a chance de transformar vidas e se tornar protagonista de uma história de impacto social.

    Formas de ingresso

    Mega Vestibular e Vestibular Digital – provas presenciais e online.

    • Ingresso via ENEM – aproveite sua nota sem precisar fazer nova prova.

    Transferência Externa – para estudantes vindos de outras instituições.

    Ingresso para Graduados – quem já possui diploma pode iniciar nova formação.

    A Unileão também oferece programas de bolsas e financiamentos, ampliando o acesso à graduação.

    Saiba sobre o curso de Fisioterapia neste link.

    Acompanhe as novidades e o dia a dia do curso pelo perfil: @fisiounielao

  • Unileão anuncia 15ª edição do Congresso de Fisioterapia do Cariri

    Unileão anuncia 15ª edição do Congresso de Fisioterapia do Cariri

    O Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) anuncia a 15ª edição do Congresso de Fisioterapia do Cariri (CONFIC 2025), que acontecerá de 4 a 7 de novembro, no campus Lagoa Seca da instituição. Consolidado como o maior evento de Fisioterapia da região, o congresso reúne anualmente profissionais, estudantes e pesquisadores interessados em promover o avanço científico e fortalecer as práticas em Saúde.

    Nesta edição, o tema “Fisioterapia em rede: conectando saberes, fortalecendo vínculos, transformando a prática. Saúde baseada em valor” destaca a importância da colaboração entre diferentes áreas do conhecimento, incentivando a construção coletiva de soluções para os desafios atuais da profissão. O foco do encontro será a integração entre ciência, inovação tecnológica e prática clínica, com ênfase em resultados que impactem positivamente a qualidade de vida da população.

    [Fala institucional da profa. Gardênia sobre a importância do CONFIC para a região]

    A programação do CONFIC 2025 incluirá palestras, minicursos, feira em saúde, apresentações científicas e atividades culturais, com certificação de 30 horas para os participantes. O investimento é de R$ 150,00, válido para todos os públicos.

    Vale ressaltar: as oficinas não estarão disponíveis no momento da inscrição. Os congressistas receberão, posteriormente, por e-mail, a lista completa de opções para escolha.

    O evento terá início no dia 4 de novembro, com a Festa de Abertura, e seguirá até o dia 7, quando ocorrerão as apresentações científicas nas modalidades banner e oral, além das premiações e a cerimônia de encerramento.

    O CONFIC consolida-se como um espaço de diálogo entre ensino, pesquisa e extensão, reafirmando o compromisso da Unileão com a formação de profissionais reflexivos, éticos e preparados para atuar com excelência no cuidado em Saúde.

    Os interessados em apresentar trabalhos científicos podem acessar o edital completo e as orientações de submissão, que serão divulgados em breve.

    Mais informações estão disponíveis pelo e-mail confic@leaosampaio.edu.br ou no perfil @fisiounileao.

    Saiba mais sobre o curso de Fisioterapia da Unileão clicando aqui!

  • VI Encontro de Escrita Científica em Fisioterapia

    VI Encontro de Escrita Científica em Fisioterapia

    O curso de Fisioterapia do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) promove, na próxima segunda-feira (7), o VI Encontro de Escrita Científica em Fisioterapia. O evento acontecerá nos turnos da manhã, tarde e noite, nas salas temáticas do Bloco C, no Campus Lagoa Seca.

    A ação tem como objetivo estimular a escrita científica entre os estudantes do curso, desmistificar os desafios da produção acadêmica e incentivar a construção e divulgação de novas pesquisas. Durante o evento, os alunos apresentarão seus projetos em duas modalidades: apresentação oral, para pesquisas em andamento, e formato de banner, para trabalhos já finalizados.

    Ao final do evento, as produções científicas serão publicadas em anais, ampliando a visibilidade das pesquisas desenvolvidas no curso.

    Serviço: 

    VI Encontro de Escrita Científica em Fisioterapia

    Data: 7 de julho, nos períodos manhã, tarde e noite

    Local: Salas temáticas do Bloco C – Campus Lagoa Seca da Unileão

    Endereço: Av. Maria Letícia Leite Pereira s/n, Lagoa Seca – Cidade Universitária, Juazeiro do Norte – CE

  • Curso de Fisioterapia divulga lista de materiais para o semestre 2025.2

    Curso de Fisioterapia divulga lista de materiais para o semestre 2025.2

    O curso de Fisioterapia do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) divulgou a lista dos materiais de uso obrigatório das disciplinas práticas (1º ao 8º semestre) e do Estágio Supervisionado I e II (9º e 10º semestres) referentes ao período de 2025.2, além do arquivo da logo para bordados. A coordenação do curso reforça que o uso do bordado não é obrigatório.

    Confira:

    Lita de materiais – 1º ao 8º semestre

    Lista de materiais – Estágio Supervisionado I e II

    Arquivo da logo para bordados