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Categoria: Medicina Veterinária

  • Unileão parabeniza médicos veterinários pelo dia 9 de setembro

    Unileão parabeniza médicos veterinários pelo dia 9 de setembro

    O dia 9 de setembro foi escolhido como o Dia do Médico Veterinário em homenagem aos profissionais que se dedicam à saúde dos animais. Foi nessa data, em 1933, que o então presidente do Brasil, Getúlio Vargas, assinou o Decreto Nº 23.133, que regularizou a profissão e o ensino da Medicina Veterinária no país.

    Além do atendimento aos animais domésticos, como gatos e cachorros, os médicos veterinários são responsáveis pela saúde de animais selvagens, de animais de produção, bem como atuam na diminuição da propagação de doenças de animais que são transmitidas para os seres humanos, entre diversas outras atividades que envolvem setores importantes para a sociedade como o de alimentação e o farmacêutico.

    Medicina Veterinária na Unileão

     Com uma formação consistente e repleta de atividades práticas, o curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) capacita estudantes da graduação para garantir a saúde e o bem-estar dos animais. Os veterinários formados pela Unileão serão profissionais habilitados a atuarem com competência nas diversas áreas estabelecidas pela Lei Federal Nº 5.517, que dispõe sobre o exercício dos Médicos Veterinários:

    • Clínica e cirurgia veterinária;
    • Medicina Veterinária preventiva e saúde pública;
    • Zootecnia e produção animal;
    • Sanidade animal;
    • Tecnologia e inspeção de produtos de origem animal;
    • Economia, planejamento e administração agroindustrial e extensão rural.

    Os profissionais da área também podem atuar na educação, por meio da docência, atividades de extensão, pesquisa, supervisão técnica e administrativa, direção e coordenação de cursos.

    Hospital Veterinário e Fazenda-Escola da Unileão

    Para auxiliar nas atividades práticas do curso de Medicina Veterinária da Unileão e oferecer mais um espaço com serviços de qualidade para o benefício da população do Cariri, a Instituição investiu na construção de um Hospital Veterinário e de uma Fazenda-Escola, equipamentos que devem ser inaugurados nos próximos dias.

    Nesses espaços, serão oferecidos serviços de qualidade com valores subsidiados pela Instituição. Os dois equipamentos são importantes para a aprendizagem dos alunos, que praticarão suas habilidades clínicas, vivenciando a realidade da profissão no dia a dia, e para a capacitação dos estudantes no trabalho com inseminação artificial, melhoramento genético e de raça, produção de alimentos, indústria farmacêutica, entre outras áreas.

    Serviços oferecidos no Hospital Veterinário da Unileão:

    • Clínica e cirurgia de animais de pequeno e grande porte;
    • Laboratórios de patologia clínica;
    • Exames histopatológicos;
    • Serviços de necropsia;
    • Diagnóstico por imagem;
    • Fisioterapia.

    A Fazenda-Escola, por sua vez, será utilizada para aulas práticas e na criação e produção animal. A graduação prestará serviços de reprodução animal e consultoria na área de produção animal.

    O espaço da Fazenda-Escola contará com:

    • Baias para equinos, com piquetes para animais tomarem sol;
    • Redondel;
    • Bretes para cursos de inseminação e transferência de embrião;
    • Piquetes com áreas de sombra para pequenos ruminantes;
    • Brete de contenção para bovinos (completo: palpação, vacinação e exames);
    • Laboratório de reprodução animal (área suja e área limpa);
    • Galpões de avicultura;
    • Estação meteorológica.
  • Medicina Veterinária realiza palestra sobre Saúde Única e Covid-19

    Medicina Veterinária realiza palestra sobre Saúde Única e Covid-19

    Em alusão ao Dia do Médico Veterinário, o curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) realizará, no dia 9 de setembro, uma palestra com o tema “Saúde Única e Covid-19”, ministrada pelo Médico Veterinário Mateus Matiuzzi da Costa. O evento terá início às 10h30 e será transmitido ao vivo pelo canal oficial da Unileão no YouTube. As inscrições devem ser realizadas de forma on-line, por meio deste link.

    Sobre a data

    O dia 9 de setembro foi escolhido como o Dia do Médico Veterinário em homenagem aos profissionais que se dedicam à saúde dos animais. Foi nessa data, em 1933, que o então presidente do Brasil, Getúlio Vargas, assinou o Decreto Nº 23.133, que regularizou a profissão e o ensino da Medicina Veterinária no país.

    Além do atendimento aos animais domésticos, como gatos e cachorros, os médicos veterinários são responsáveis pela saúde de animais selvagens, de animais de produção, bem como atuam na diminuição da propagação de doenças de animais que são transmitidas para os seres humanos, entre diversas outras atividades que envolvem setores importantes para a sociedade como o de alimentação e o farmacêutico.

    Serviço

    Palestra sobre Saúde Única e Covid-19

    Data: 9 de setembro

    Horário: 10h30

    Transmissão ao vivo pelo canal oficial da Unileão no YouTube

  • Liga Acadêmica do curso de Medicina Veterinária da Unileão realiza Ciclo de Palestras

    Liga Acadêmica do curso de Medicina Veterinária da Unileão realiza Ciclo de Palestras

    Entre os dias 13 e 22 de agosto, a Liga Acadêmica de Produção e Nutrição Animal (LAPAN), dos alunos do curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão), realizou um ciclo de palestras on-line. O evento foi aberto ao público e transmitido ao vivo pelo canal da LAPAN no YouTube.

    O ciclo de palestras foi organizado pelos alunos ligantes, pelos professores do curso de Medicina Veterinária e pelos coordenadores da Liga, profa. Inês Nunes, prof. Niraldo Muniz, prof. Weibson Pinheiro e prof. Artur de Brito. Os alunos ligantes atuaram como mediadores das palestras realizadas.

    A ação teve como objetivo promover o debate acerca de conhecimentos de diversas áreas da Medicina Veterinária entre os alunos do curso e demais interessados no assunto que integraram o público participante, promovendo acesso à novas informações nessa época de distanciamento social.

    “O evento recebeu amplo apoio da Coordenação do curso de Medicina Veterinária, pela profa. Juliana Almeida, além da COPEX. No total, tivemos cerca de 300 inscritos na atividade e, por isso, também a transmitimos pelo canal do YouTube da LAPAN”, ressaltou a profa. Inês Nunes, uma das responsáveis pelo momento.

  • Atuação de médicos veterinários frente à pandemia da covid-19

    Atuação de médicos veterinários frente à pandemia da covid-19

    Os médicos veterinários também são profissionais que atuam no combate à pandemia da covid-19, tendo em vista o fato deles serem agentes de saúde pública e de desempenharem um papel fundamental na prevenção e controle de doenças em seres humanos e animais. Dessa forma, eles trabalham em diversas atividades ligadas direta ou indiretamente ao enfrentamento do novo coronavírus.

    Conforme o professor do curso de Medicina Veterinária da Unileão Weibson Pinheiro, médicos veterinários trabalham na Atenção Básica do Sistema Único de Saúde (SUS), como integrantes dos Núcleos Ampliados de Saúde da Família (NASF-AB), desenvolvendo atividades de educação em saúde que visam conscientizar e informar a população, sobretudo, em relação a zoonoses. Ainda segundo o prof. Weibson, esses profissionais estão presentes nas vigilâncias epidemiológica, ambiental e sanitária, contribuindo com o controle da covid-19.

    “Além de atuarem na Atenção Básica à Saúde, os médicos veterinários executam atividades na vigilância epidemiológica, avaliando os dados epidemiológicos e propondo medidas a serem adotadas para o controle de doenças. Estão, também, na vigilância sanitária, fiscalizando as condições sanitárias e adotando medidas profiláticas para o controle da covid-19 nos empreendimentos que ofertam bens e serviços para a população, e na vigilância ambiental, adotando medidas que evitem a contaminação do homem por covid-19 via resíduos sólidos e líquidos”, explicou.

    De acordo com o prof. Weibson, os médicos veterinários possuem formação na área de Medicina Veterinária Preventiva com conhecimento associado à biologia molecular, microbiologia e imunologia. Sendo assim, o docente destaca que esses profissionais trabalham nas áreas de pesquisa e laboratório, coletando dados para estudos clínicos com o intuito de contribuir na prevenção e combate à covid-19.

    “Esses profissionais são habilitados para realizarem o diagnóstico da covid-19, avaliarem a transmissibilidade desse vírus entre as espécies animais e o ser humano. Além disso, integram grupos de pesquisa que estão investigando a biologia do vírus, as alterações patológicas que podem ocasionar no corpo humano e, principalmente, envolvidos na corrida mundial para o desenvolvimento de uma vacina”, ressaltou o docente.

    Medicina Veterinária na Unileão

    Com uma formação consistente e repleta de atividades práticas, o curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) capacita estudantes da graduação para garantir a saúde e o bem-estar dos animais. Os veterinários formados pela Unileão serão profissionais habilitados a atuarem com competência nas diversas áreas estabelecidas pela Lei Federal Nº 5.517, que dispõe sobre o exercício dos Médicos Veterinários:

    • Clínica e cirurgia veterinária;
    • Medicina Veterinária preventiva e saúde pública;
    • Zootecnia e produção animal;
    • Sanidade animal;
    • Tecnologia e inspeção de produtos de origem animal;
    • Economia, planejamento e administração agroindustrial e extensão rural.

    Os profissionais da área também podem atuar na educação, por meio da docência, atividades de extensão, pesquisa, supervisão técnica e administrativa, direção e coordenação de cursos.

    Hospital Veterinário e Fazenda-Escola da Unileão

    Para auxiliar nas atividades práticas do curso de Medicina Veterinária da Unileão e oferecer mais um espaço com serviços de qualidade para o benefício da população do Cariri, a Instituição investiu na construção de um Hospital Veterinário e de uma Fazenda-Escola, equipamentos que devem ser inaugurados nos próximos dias.

    Nesses espaços, serão oferecidos serviços de qualidade com valores subsidiados pela Instituição. Os dois equipamentos são importantes para a aprendizagem dos alunos, que praticarão suas habilidades clínicas, vivenciando a realidade da profissão no dia a dia, e para a capacitação dos estudantes no trabalho com inseminação artificial, melhoramento genético e de raça, produção de alimentos, indústria farmacêutica, entre outras áreas.

    Serviços oferecidos no Hospital Veterinário da Unileão:

    • Clínica e cirurgia de animais de pequeno e grande porte;
    • Laboratórios de patologia clínica;
    • Exames histopatológicos;
    • Serviços de necropsia;
    • Diagnóstico por imagem;
    • Fisioterapia.

    A Fazenda-Escola, por sua vez, será utilizada para aulas práticas e na criação e produção animal. A graduação prestará serviços de reprodução animal e consultoria na área de produção animal.

    O espaço da Fazenda-Escola contará com:

    • Baias para equinos, com piquetes para animais tomarem sol;
    • Redondel;
    • Bretes para cursos de inseminação e transferência de embrião;
    • Piquetes com áreas de sombra para pequenos ruminantes;
    • Brete de contenção para bovinos (completo: palpação, vacinação e exames);
    • Laboratório de reprodução animal (área suja e área limpa);
    • Galpões de avicultura;
    • Estação meteorológica.
  • Consequências do tráfico de animais silvestres para o meio ambiente

    Consequências do tráfico de animais silvestres para o meio ambiente

    O tráfico de animais silvestres é classificado como a terceira maior organização criminosa e lucrativa no mundo, ficando atrás apenas do tráfico de drogas e de armas, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU). Por ser um país de fauna riquíssima, é do Brasil que a grande parte dos animais é retirada. Esse comércio ilegal implica em graves consequências para o meio ambiente e para a saúde humana.

    Conforme o professor do curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) Rener Alcântara, uma das principais consequências dessa prática é a colaboração para a redução do número de animais na natureza e, consequentemente, a aceleração da extinção de diversas espécies da fauna brasileira. Além disso, o docente salienta que a retirada desses animais de seus habitats naturais contribui com o desequilíbrio do meio ambiente.

    “O tráfico corrobora com a perda da herança genética, visto que o número reduzido dos animais acaba por favorecer o cruzamento entre parentes. Como todos os animais silvestres também desempenham funções ecológicas como, por exemplo, a disseminação de sementes, o seu tráfico causa danos para essas interações ecológicas”, explicou.

    Ainda segundo o docente, após esses bichos serem capturados, eles passam a enfrentar inúmeros tipos de problemas, desde maus-tratos até desordens comportamentais. Para que sejam comercializados, os animais costumam ser transportados e abrigados em condições precárias, em ambientes pequenos e com aglomeração.

    “O transporte dos animais, sem dúvidas, é algo cruel demais, excluindo qualquer protocolo de bem-estar animal, pois esses animais ficam nulos da iluminação solar, sem água e sem comida. A crueldade pode ser tanta, que muitos dos animais adquirem lesões, sofrem dores, ou morrem durante o transporte. Os poucos animais que sobrevivem a isso, alguns desenvolvem alterações de comportamento como a automutilação, o estresse intenso e queda da imunidade”, destacou o docente.

    Transmissão de zoonoses

    O prof. Rener alerta, também, para o fato de que quando esses animais são retirados do ambiente natural deles e vendidos sem nenhum controle sanitário, aumenta o risco de disseminação de zoonoses, que são doenças que podem ser transmitidas aos seres humanos, como a raiva e a leptospirose, por exemplo.

    O professor explica que essas doenças podem ser transmitidas de diversas formas, como por mordida, pela ingestão da carne ou de ovos e até mesmo por inalação ou contato com urina, fezes e secreções dos animais.

    Prática criminosa

    O prof. Rener destaca, ainda, que o tráfico de vidas silvestres, além de ser uma atividade que causa sofrimento ao animal, se configura como uma prática criminosa contra o meio ambiente, sendo necessária a colaboração de toda a sociedade para ser combatida. De acordo com o Artigo 29 da Lei 9.605/98, a penalidade prevista para esse tipo de conduta é de 6 meses a 1 ano de prisão e multa.

    “Desejar um animal silvestre dentro de casa, além da possibilidade de disseminação de doenças, do desequilíbrio ambiental, extinção, ainda acaba alimentando essa crueldade que é o tráfico animal, aprisionando, assim, aqueles que nasceram para serem livres. O que precisamos de fato é ter maior conscientização, exercendo nossa responsabilidade com o meio ambiente e denunciando comércios ilegais de animais silvestres para minimizar essa prática”, frisou o docente.

  • Animais de estimação ajudam pessoas a enfrentar a solidão no isolamento social

    Animais de estimação ajudam pessoas a enfrentar a solidão no isolamento social

    Alguns amigos especiais têm ajudado pessoas a lidar com a ansiedade, reduzir o estresse e aliviar a solidão desencadeada neste período de isolamento social, imposto pela pandemia do novo coronavírus. Os animais domésticos, como cães e gatos, têm sido grandes aliados da população no enfrentamento dos momentos difíceis.

    De acordo com a professora do curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) Inês Nunes Queiroga, pesquisas apontam resultados satisfatórios na utilização de animais como recurso terapêutico. Segundo a docente, os dados revelam que os pets proporcionam maior qualidade de vida às pessoas, contribuindo para reduzir sentimentos de solidão e auxiliando na melhoria de condições físicas e psicológicas.

    “É notável a projeção realística de sentimentos que as pessoas fazem nos seus animais, captando a vulnerabilidade que também há nos bichinhos. Nomeia-se esse processo por identificação projetiva e, assim, o animal passa a ser a força motivadora na rotina de seus tutores”, explica a docente.

    Reciprocidade no cuidado com os pets

    A profa. Inês lembra que, como em qualquer relacionamento, o cuidado e o afeto devem ser bilaterais. É importante retribuir a atenção, o carinho e o benefício da companhia dos bichinhos, sem menosprezar as necessidades dos pets durante o isolamento social. Afinal, eles também sentem as mudanças na rotina causadas pelo isolamento social e podem ficar ansiosos.

    Conforme a docente, os animais domésticos são seres sencientes, ou seja, são dotados de natureza biológica e emocional, tendo plena capacidade de sentir e vivenciar sentimentos de forma consciente e, por isso, são passíveis de sofrimento. “Os animais sentem e sabem quando são amados e bem cuidados”, assegura.

    Leia mais:

    Saiba como cuidar da saúde do seu pet durante o período de isolamento social

  • Cresce número de animais abandonados durante a pandemia

    Cresce número de animais abandonados durante a pandemia

    Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que há cerca de 30 milhões de animais abandonados nas ruas do Brasil. Na atual situação de pandemia do novo coronavírus, o cenário tem colaborado para agravar ainda mais essa estatística. Fatores como desemprego, redução na renda e até medo de contrair o vírus dos bichos, devido à disseminação de informações falsas, vem contribuindo para acentuar essa realidade.

    Conforme a professora do curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) Inês Nunes Queiroga, o crescimento no número de animais abandonados constitui um grave problema na sociedade, levantando discussões importantes sobre o bem-estar animal e a responsabilidade ambiental.

    Ainda segundo a docente, essa problemática é uma questão de saúde pública, já que muitos animais vagam pelas ruas sem controle sanitário, podendo gerar o aumento de casos de exposição a zoonoses. Não menos importante, o abandono dos animais ocasiona incidentes de agressão, bem como a ocorrência de acidentes de trânsito.

    “Os animais abandonados passam a ser nomeados de animais errantes e as sequelas comportamentais e na saúde observadas neles são muitas vezes incuráveis. Esses animais deambulam pelas ruas sem vacinação ou qualquer outro controle populacional, permanecendo expostos a doenças e, de modo consequente, transmitindo-as”, explica a profa. Inês Nunes.

    A docente salienta que os órgãos responsáveis pelo controle da população de animais sem tutor só obterão êxito no enfrentamento desse problema com a colaboração de toda a sociedade.

    “Todos podem atuar de forma colaborativa, considerando as reais necessidades que um animal apresenta: investir em precauções como castração das fêmeas, espaço e ambientação, custos da criação, disponibilidade de tempo para devidos cuidados requeridos, alimento, água, cuidados médicos e a garantia do bem-estar animal”, destaca.

    Abandonar animais é crime

    A profa. Inês lembra, ainda, que o abandono ou maus-tratos a animais é considerado crime ambiental, conforme determinado no Artigo 32 da Lei 9.605/98. Atualmente, a pena prevista na Lei de Crimes Ambientais para esse tipo de conduta é de 3 meses a 1 ano de detenção, além de multa.

    “A problemática do abandono precisa ser reconhecida como algo sério. Ao abandonar animais, estamos perdendo o controle de infestações por doenças que refletem gravemente na saúde do coletivo. É preciso reconhecer, também, a importância que os animais domésticos exercem na sociedade e, por último, o que deveria ser o princípio básico de um mundo civilizado: o respeito à vida”, enfatiza a profa. Inês.

  • Curso de Medicina Veterinária da Unileão forma o Grupo de Estudos de Animais Silvestres

    Curso de Medicina Veterinária da Unileão forma o Grupo de Estudos de Animais Silvestres

    O curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) formou o Grupo de Estudos de Animais Silvestres (GEAS). A iniciativa pretende incentivar a interação entre alunos e professores da graduação e a construção de conhecimentos extracurriculares voltados para os temas relacionados aos animais silvestres.

    Os membros dos grupos foram selecionados com base em normas de um edital lançado pela Unileão e receberão a orientação do professor Rener Alcântara para a realização de atividades de pesquisa e extensão, contando com reuniões quinzenais.

    Conforme o coordenador do grupo, as atividades estão previstas para iniciar em 2020.2. Ainda segundo o prof. Rener, o GEAS objetiva promover a ampliação do conhecimento e fomentar o ingresso dos alunos na carreira acadêmica, pois fornece a oportunidade de participação ativa em palestras, congressos, mesas-redondas e pesquisas.

    As atividades do grupo incluem estudos coordenados e discussão de artigos científicos, palestras, documentários, revistas, livros e de outros materiais que contenham informações sobre assuntos pertinentes da área. Os estudantes participantes serão avaliados mediante resumo, após cada reunião de estudos, e questionário, ao término das atividades de cada mês.

  • Saiba como cuidar da saúde do seu pet durante o período de isolamento social

    Saiba como cuidar da saúde do seu pet durante o período de isolamento social

    Não há evidências ou comprovação de que animais domésticos, como cães e gatos, possam ter algum papel na disseminação da covid-19, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). No entanto, é essencial prevenir e tomar alguns cuidados para evitar qualquer risco à saúde dos pets durante o período de isolamento social imposto pelas medidas de combate à pandemia do coronavírus.

    De acordo com o prof. Antônio Mota, do curso de Medicina Veterinária da Unileão, uma das atividades importantes que fazem parte da rotina do animal são os passeios diários, que durante o período de isolamento devem ser feitos em menor duração e frequência e com algumas restrições, sempre cuidando da assepsia do humano e do pet antes de entrar em casa.

    As orientações para os passeios são:

    • Apenas uma pessoa da casa fica responsável pelo passeio;
    • Buscar locais ou horários menos movimentados;
    • Evitar o contato com outras pessoas e animais;
    • Manter a distância recomendada em relação a outras pessoas e animais;
    • Higienizar com água e sabão as patas do animal ao voltar para casa e lavar as mãos após o processo.

    Com o isolamento social para combater os avanços da pandemia do coronavírus, os animais, assim como os humanos, podem sofrer com transtornos emocionais, como estresse, ansiedade e depressão. Por isso, os tutores devem ficar atentos às alterações de comportamento dos animais.

    Fique de olho em alterações de comportamento como:

    • Mudança de hábitos: fazer necessidades fisiológicas em locais que não costumava utilizar para essa finalidade, passar a dormir pouco ou em excesso;
    • Automutilação:  lamber, morder ou arranhar o próprio corpo;
    • Agitação: ficar agitado e se tornar agressivo repentinamente, começando a morder, latir ou mostrar os dentes.

    “Para minimizar esses sintomas é importante criar rotinas de atividades com o pet, estimulando brincadeiras dentro de casa para entretê-lo ou até mesmo quando sair com ele para passear, fazendo com que o pet diminua essa ansiedade. Mantê-los ativos também é essencial para evitar os casos de obesidade,” alerta o prof. Antônio Mota.

    Atendimentos clínicos apenas em casos de urgência e emergência

    Em relação aos atendimentos veterinários, o prof. Antônio Mota orienta que as pessoas busquem as clínicas somente em situações de extrema necessidade e que os serviços que não se encaixarem em urgência e emergência sejam reprogramados para evitar aglomerações e esperas, algo importante tanto para humanos quanto para os pets. Mas, caso necessário, o atendimento na clínica deve ser preferencialmente agendado e com a presença de apenas um responsável.

    Outra recomendação é diminuir a frequência de banhos e tosas dos animais em pet shops, optando pela higiene dos animais no próprio domicílio. Durante o momento crítico de propagação do novo coronavírus, aconselha-se que os tutores evitem visitar os animais internados.

  • Unileão firma parceria com a Prefeitura de Juazeiro do Norte pela atuação do Castramóvel na cidade

    Unileão firma parceria com a Prefeitura de Juazeiro do Norte pela atuação do Castramóvel na cidade

    O Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) firmou uma parceria com a Prefeitura de Juazeiro do Norte para o funcionamento do Castramóvel no município. Trata-se de um veículo adaptado para a realização da castração de cães e gatos. A Unileão disponibilizará profissionais e estudantes do curso de Medicina Veterinária e o Hospital Veterinário da Instituição, agregando o equipamento da iniciativa pública às atividades práticas da graduação.

    “Para a Instituição, é importante que o nosso estudante esteja inserido nas principais demandas da sociedade. Nós estamos unindo a universidade com o poder municipal, somando esforços e conhecimento. Aceitamos o convite e juntos vamos fazer um trabalho excepcional”, destaca o reitor da Unileão, prof. Jaime Romero de Souza.

    Para a coordenadora do curso de Medicina Veterinária da Unileão, profa. Juliana Almeida, essa parceria será de extrema importância para os alunos da Instituição e, também, para a comunidade caririense. “Para nossos alunos, será de um enriquecimento pessoal e profissional imenso, porque eles terão muito contato com a população e a oportunidade de trabalhar o lado social, de atuar pelo bem-estar animal e pela saúde pública. A gente observa muitos animais abandonados pela cidade, que estão gerando filhotes que já nascem sofrendo, então, a gente vai poder ajudar a resolver essa problemática”, disse.

    Segundo a Prefeitura de Juazeiro do Norte, a parceira veio suprir uma necessidade da entidade devido a impedimentos legais que inviabilizavam a Secretaria Municipal da Saúde de manter o funcionamento do equipamento. Além disso, em caso de unidade móvel de esterilização, o Conselho Federal de Medicina Veterinária requisita uma estrutura hospitalar e o suporte técnico para a sequência de eventos da castração dos animais, do momento que antecede a cirurgia ao pós-operatório.

    Após o acerto entre as duas partes, agora estão sendo providenciados os detalhes jurídicos da utilização do veículo para a assinatura do convênio, assim como o cronograma e o fluxo dos atendimentos.

    Fotos: Lino Fly / Prefeitura de Juazeiro do Norte
    Fotos: Lino Fly / Prefeitura de Juazeiro do Norte