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Categoria: Educação Física

  • Cansaço mental pode comprometer resultados na musculação, apontam estudos liderados por professor da Unileão

    Cansaço mental pode comprometer resultados na musculação, apontam estudos liderados por professor da Unileão

    Depois de um dia intenso de trabalho, estudo ou até mesmo de uso prolongado de telas e redes sociais, muitas pessoas relatam a sensação de que o treino “não rende”. O que antes era visto apenas como uma sensação cotidiana agora encontra respaldo na ciência.

    Estudos liderados pelo professor Solon Junior, do curso de Educação Física da Unileão, investigaram os mecanismos pelos quais a fadiga mental compromete o desempenho físico, tanto na musculação quanto em exercícios de resistência aeróbica, como corrida, bicicleta e natação. Os resultados foram publicados na European Journal of Sport Science, uma das principais revistas científicas internacionais da área.

    Desenvolvidos durante o doutorado do pesquisador na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), os estudos envolveram uma rede de colaboração com pesquisadores de instituições do Brasil, Alemanha, Itália, Espanha e outros países.

    Quanto maior o desgaste mental, maior o impacto

    As pesquisas buscaram entender como diferentes níveis de cansaço mental influenciam o desempenho na musculação. Em um dos estudos, os participantes foram submetidos ao Teste de Stroop, uma atividade computadorizada que exige atenção e concentração contínuas e é amplamente utilizada em pesquisas científicas para induzir fadiga mental.

    Em seguida, realizaram séries de agachamento até não conseguir continuar a série. Os resultados mostraram que quanto maior o cansaço mental antes do treino, menor foi o número de repetições realizadas e maior a percepção de esforço durante o exercício.

    Segundo Solon Junior, a motivação para a pesquisa surgiu da observação de uma realidade cada vez mais frequente.

    “Atletas, estudantes e trabalhadores frequentemente chegam aos treinamentos mentalmente cansados. Isso despertou o interesse em compreender até que ponto esse estado influencia o desempenho físico e quais estratégias poderiam ajudar a minimizar seus efeitos”, explica.

    Os resultados observados nos experimentos também foram confirmados em uma revisão ampla da literatura científica publicada posteriormente pelo pesquisador. Nesse estudo, foram analisados e comparados os dados de diversas pesquisas realizadas sobre o tema.

    Segundo Solon, as evidências indicam que exercícios mais complexos, que exigem a ação coordenada de vários grupos musculares — como o agachamento e o supino — tendem a sofrer maior influência do cansaço mental do que movimentos mais simples e isolados.

    “Embora o nível de evidência ainda seja considerado baixo, os resultados sugerem que exercícios multiarticulares tendem a ser mais afetados do que exercícios monoarticulares”, aponta.

    Para a população em geral, a principal conclusão é que o rendimento nos exercícios não depende apenas da condição muscular ou cardiovascular. O estado mental também exerce influência direta sobre a capacidade de realizar esforço físico.

    A ciência confirma o que muitos praticantes já percebiam

    O estudante de Administração e praticante de corrida e musculação Fábio Henrique Moreira Braga afirma que a influência do estado mental no desempenho esportivo é facilmente percebida na rotina.

    “Em situações que desgastam a mente, como estresses e discussões, a gente não consegue render como nos dias em que está bem. Até a força acaba diminuindo e isso impacta diretamente na execução do meu treino, tanto na academia quanto na corrida”, relata.

    Segundo ele, a relação entre mente e desempenho se torna ainda mais evidente em provas e treinos de longa duração.

    “Na corrida, a gente pensa que o que mais pesa é o físico ou a respiração. Mas chega um momento em que o que determina se você vai continuar ou parar é a mente. O corpo pede descanso, mas é a mente que ajuda a concluir o treino”, afirma.

    Em busca de estratégias para reduzir os efeitos do cansaço mental

    Além de investigar como o desgaste psicológico afeta o desempenho físico, Solon também tem estudado possíveis formas de reduzir esses impactos.

    Uma das estratégias analisadas foi a estimulação transcraniana por corrente contínua (tDCS), uma técnica não invasiva que utiliza correntes elétricas de baixa intensidade aplicadas em áreas específicas do cérebro. No estudo, os participantes submetidos à estimulação ativa conseguiram realizar entre 10% e 12% mais repetições do que os grupos de comparação.

    Outra abordagem investigada foi a suplementação com L-tirosina, um aminoácido estudado por seu possível efeito sobre o desempenho em situações de desgaste mental. Os resultados mostraram que ciclistas amadores que receberam o suplemento apresentaram desempenho cerca de 16% superior ao do grupo que recebeu um produto sem ingrediente ativo, quando realizaram exercícios em condições de fadiga mental.

    Segundo o pesquisador, os resultados são promissores, mas novas investigações ainda são necessárias para compreender melhor como essas estratégias podem ser aplicadas na prática.

    Ciência produzida no interior com alcance internacional

    Os artigos contaram com a participação de pesquisadores vinculados a instituições como a Università di Bologna (Itália), University of Potsdam (Alemanha), Universidade de León (Espanha) e outras universidades parceiras.

    De acordo com Solon Junior, a cooperação internacional é fundamental para ampliar a qualidade das pesquisas e fortalecer o intercâmbio científico entre diferentes grupos de investigação.

    “Os artigos demonstram que pesquisadores do interior nordestino podem produzir conhecimento relevante e integrar redes internacionais de pesquisa de alto nível”, conclui.

    Para acessar os artigos na íntegra, clique aqui, aqui e aqui.

  • Do sonho do ensino superior ao propósito de formar novas gerações pelo esporte

    Do sonho do ensino superior ao propósito de formar novas gerações pelo esporte

    Quando decidiu deixar Granjeiro para recomeçar em Juazeiro do Norte, Marcos José carregava na bagagem muito mais do que roupas e planos. Levava consigo um objetivo claro: construir um futuro por meio da educação.

    A mudança não aconteceu da forma mais fácil. Antes mesmo de iniciar a graduação, ele precisou encontrar um emprego que lhe permitisse se manter na nova cidade e tornar possível o sonho do ensino superior. Foi assim que começou uma jornada marcada pela independência, pelo esforço diário e pela convicção de investir na própria formação.

    A valorização da educação sempre esteve presente dentro de casa. Filho de uma professora, Marcos cresceu observando o impacto que o conhecimento pode gerar na vida das pessoas.

    “Ela sempre nos incentivou a estudar e a fazer aquilo que realmente gostamos. Foi a minha maior inspiração para buscar uma formação”, relembra.

    Uma escolha que nasceu do esporte

    Antes de chegar à Educação Física, Marcos imaginava seguir outro caminho. O desejo inicial era cursar Fisioterapia, motivado pela vontade de ajudar atletas e praticantes de esportes que enfrentavam lesões e não tinham acesso à assistência adequada.

    Mas a relação construída ao longo da vida com o esporte acabou falando mais alto. Atleta amador desde jovem, ele encontrou na Educação Física a possibilidade de unir o movimento e a transformação social. O que começou como uma alternativa profissional logo se tornou uma vocação.

    Eu percebi que não era apenas sobre praticar esportes. Era sobre ensinar outras pessoas, orientar, incentivar e ajudar a construir experiências positivas através do esporte”, conta.

    Encontrar o lugar certo para crescer

    A trajetória acadêmica de Marcos passou por uma experiência anterior no ensino superior, mas foi na Unileão que encontrou o ambiente que procurava para desenvolver seu potencial. Ao avaliar a estrutura, o suporte oferecido aos estudantes e a qualidade do corpo docente, teve a certeza de que estava fazendo a escolha certa.

    “O meu objetivo era entrar e concluir o ensino superior. Aqui encontrei o suporte, a estrutura e os professores que procurava”, afirma.

    Ao longo da graduação, essa percepção foi sendo fortalecida por experiências que ultrapassaram a sala de aula. Participando do Programa de Ginástica Laboral da Instituição, Marcos passou a conhecer de perto diferentes setores e compreender o funcionamento da universidade sob uma nova perspectiva.

    “Quando comecei a conhecer as pessoas e entender como tudo funciona, passei a enxergar a instituição de outra forma. Hoje consigo valorizar ainda mais todo o trabalho que acontece nos bastidores”, destaca.

    O professor que ele gostaria de ter tido

    Entre os muitos motivos que o levaram a escolher a Educação Física, existe um que Marcos guarda com carinho: tornar-se o profissional que ele sentiu falta durante a infância.

    Enquanto crescia, nem sempre teve acesso às oportunidades esportivas que desejava. A participação em competições escolares, por exemplo, era um sonho distante. Mais tarde, ao conhecer profissionais que utilizavam o esporte como ferramenta de formação humana, passou a enxergar novas possibilidades para a própria carreira.

    “Eu quero ser o professor de Educação Física que eu não tive. Um profissional que incentive, que acompanhe e que ajude outras pessoas a descobrirem seu potencial”, afirma.

    Um futuro construído com propósito

    Ao imaginar os próximos anos, Marcos já visualiza o sonho tomando forma: criar um centro de iniciação esportiva capaz de oferecer oportunidades para crianças e adolescentes desenvolverem diferentes modalidades esportivas.

    “Quero criar um espaço que incentive o esporte desde cedo e ajude outras pessoas a encontrarem oportunidades que talvez eu não tenha tido quando era mais novo”, projeta.

    Enquanto esse futuro não chega, Marcos continua conciliando trabalho, estágio e graduação com a mesma determinação que o fez sair de Granjeiro em busca de novos horizontes.

    Toda grande trajetória começa com uma escolha. Que tal começar a escrever a sua?

  • Mostra de Danças celebra ritmos brasileiros e identidade cultural

    Mostra de Danças celebra ritmos brasileiros e identidade cultural

    A Unileão realiza, no dia 17 de junho, a 28ª Mostra de Danças, com o tema “Danças Brasileiras: do Folclore à Contemporaneidade, Dança é Conhecimento no Corpo!”. O evento é aberto à comunidade acadêmica, e acontece a partir das 19h, no Auditório do campus Saúde.

    Coordenado pela professora Jayane Diniz, a mostra reúne apresentações desenvolvidas pelos estudantes de Educação Física a partir de pesquisas sobre danças regionais brasileiras, passando por estilos populares, urbanos, de salão e contemporâneos.

    “A mostra funciona como uma intervenção cultural que conecta a universidade à comunidade, celebrando a dança como linguagem de expressão, lazer e construção de conhecimento”, destaca a professora Jayane Diniz.

    Serviço
    XXVIII Mostra de Danças Unileão
    Data: 17 de junho
    Horário: 17h às 22h
    Local: Auditório do campus Saúde

  • O que a nota máxima do MEC revela sobre a formação de professores no Cariri

    O que a nota máxima do MEC revela sobre a formação de professores no Cariri

    Da aprendizagem à inclusão, da saúde ao desenvolvimento social, a qualidade da formação de professores influencia diretamente o cotidiano escolar. No Cariri, esse debate ganhou novo destaque após o Ministério da Educação (MEC) atribuir conceito máximo ao curso de licenciatura em Educação Física do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão).

    O resultado é referente ao Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade 2025) e foi divulgado na última quarta-feira (20), no sistema e-MEC. Na avaliação, os cursos superiores recebem notas de 1 a 5 com base em critérios ligados ao conteúdo acadêmico, reflexão crítica, temas transversais e conhecimentos técnicos da área, com ênfase na formação para o magistério.

    Atualmente, o curso conta com oito professores doutores, 15 mestres e cinco especialistas. A graduação também mantém convênios com a rede estadual, a rede municipal de Juazeiro do Norte e mais de 20 escolas privadas, aproximando os licenciandos da realidade da educação básica durante a formação acadêmica.

    Formação conectada às escolas

    Entre as iniciativas do curso está o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), vinculado ao MEC, que atualmente reúne 24 bolsistas em atuação em três escolas de tempo integral de Juazeiro do Norte.

    Segundo o coordenador do curso, professor José de Caldas, a proposta é aproximar os estudantes das experiências vividas no ambiente escolar, articulando inclusão, reflexão crítica e compromisso social.

    “Como diferencial metodológico, o curso também usa as ‘Experivivências’, inspiradas no conceito de ‘escrevivência’ da escritora Conceição Evaristo, para articular inclusão, reflexão crítica e compromisso social a partir da realidade do ‘chão da escola’, explica.

    O coordenador avalia ainda que as mudanças recentes na educação básica, especialmente após a retomada das aulas presenciais no período pós-pandemia e a expansão das escolas de tempo integral, ampliaram o papel da Educação Física nas instituições de ensino.

    “Os estudantes passam até nove horas do dia na escola. Assim, pensar o corpo se faz necessário. As práticas corporais ligadas ao movimento tornam-se essenciais, e a Educação Física passa a ganhar novos espaços e direcionamentos”, afirma.

    De acordo com o professor, o trabalho desenvolvido atualmente pela área vai além do esporte e da prática física tradicional.

    “O corpo deve ser compreendido para além do movimento. Precisamos reconhecer aspectos ligados à imagem corporal, hábitos saudáveis, bem-estar, lazer, socialização e inclusão. A Educação Física torna-se um campo importante para saúde, qualidade de vida e integração social”, destaca.

    Dos bancos da universidade para a escola pública

    Os reflexos da formação docente também aparecem no cotidiano das escolas. Professor efetivo da rede pública de Juazeiro do Norte há três anos, o egresso Raimundo Leandro destaca os estágios supervisionados como uma das experiências mais importantes da graduação para a preparação profissional.

    “Entramos na faculdade sem experiência e trato pedagógico. A base desse processo foi construída durante os anos de curso, principalmente por meio das disciplinas pedagógicas e dos estágios supervisionados nas escolas”, relata.

    Atuando na educação básica, ele aponta a inclusão entre as demandas mais presentes no ambiente escolar. Segundo o docente, as aulas exigem estratégias capazes de envolver diferentes perfis de estudantes, incluindo alunos neurodivergentes.

    Leandro também avalia que a Educação Física pode fortalecer o vínculo dos estudantes com a escola, especialmente por meio de projetos esportivos e atividades no contraturno.

    “Mostrar ao aluno o quanto ele é importante para a instituição escolar pode contribuir para sua permanência na escola”, considera.

    Outro desafio citado por ele é ampliar a participação das famílias no acompanhamento da vida escolar. Segundo o educador, a própria formação universitária já abordava a importância da atuação conjunta entre escola, comunidade e família.

    Hoje, uma das maiores dificuldades é ampliar o envolvimento das famílias no acompanhamento dos estudantes”, afirma.

    Uma nova Educação Física

    As transformações observadas nas escolas também são percebidas pelo Conselho Regional de Educação Física (CREF5). Segundo a delegada Sara Maria Teles de Figueiredo, egressa do curso da Unileão, e a presidente da Câmara de Educação Física Escolar, Maria Aldeisa Gadelha, a área passou por mudanças importantes nas últimas décadas.

    De acordo com as representantes, a disciplina deixou de focar exclusivamente no esporte e passou a integrar a área de Linguagens, conforme a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) e a Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

    “O foco atual está na formação cidadã e na literacia corporal, desenvolvendo o aluno nos aspectos físico-motor, afetivo-social e emocional”, afirmam, em nota conjunta.

    As representantes do conselho também destacam que o mercado exige profissionais preparados para atuar não apenas nas dimensões técnicas da área, mas também nos aspectos pedagógicos e sociais do ensino.

    Segundo elas, essa necessidade se torna ainda mais relevante fora dos grandes centros urbanos.

    “Todas as escolas públicas e privadas, independentemente da localização, precisam aplicar competências ligadas a brincadeiras, esportes, danças, lutas, ginásticas e outras práticas corporais previstas para cada etapa de ensino”, ressaltam.

    As representantes acrescentam ainda que o CREF5 tem promovido capacitações para professores da educação básica do interior por meio de projetos itinerantes e ações de formação continuada.

    Formação docente e impacto regional

    Desde a primeira turma, em 2008, o curso de licenciatura em Educação Física da Unileão já formou 740 professores. Muitos deles atuam hoje em escolas públicas e privadas da região do Cariri.

    Em um cenário marcado pela expansão das escolas de tempo integral e pelo aumento das demandas relacionadas à inclusão, saúde e permanência escolar, os especialistas ouvidos pela reportagem concordam que a qualificação docente tende a assumir papel cada vez mais estratégico para a educação básica.

    Nesse contexto, segundo José de Caldas, o reconhecimento do MEC, além de representar um indicador acadêmico relevante, reforça a formação de profissionais preparados para os desafios da educação básica e das novas demandas do ambiente escolar.

  • Cerimônia da Educação Física celebra a coragem de começar uma nova trajetória

    Cerimônia da Educação Física celebra a coragem de começar uma nova trajetória

    A movimentação começou ainda na entrada do auditório. Entre abraços, fotos e conversas, estudantes ingressantes dos cursos de bacharelado e licenciatura em Educação Física chegaram acompanhados de padrinhos, madrinhas e familiares para participar da cerimônia realizada pelo Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão), na noite da última quarta-feira (20). Mais do que um momento simbólico, a noite marcou o início de novas trajetórias.

    “Vamos entrar?”: o convite que levou Adriana a começar de novo

    Entre os estudantes presentes na cerimônia estava a ingressante Adriana Oliveira Lima. Após mais de 20 anos atuando na área farmacêutica, ela decidiu iniciar uma nova trajetória profissional ao ingressar no curso de Educação Física da Unileão.

    Cearense de origem, mas tendo vivido grande parte da vida em Aracaju, Sergipe, Adriana contou que voltou a morar em Juazeiro do Norte há cerca de seis meses. Foi durante caminhadas realizadas ao lado do esposo pela Avenida Leão Sampaio, onde fica localizado o Campus Saúde da Unileão, que surgiu a curiosidade de conhecer a Instituição.

    “Meu marido já conhecia a Unileão e um dia falou: ‘Vamos entrar?’. A gente entrou, conheceu as instalações e eu gostei muito. Depois vim conhecer o Campus Lagoa Seca também e decidi ingressar no processo seletivo destinado às pessoas que já possuem uma graduação”, relembrou.

    Mesmo vindo de outra área, Adriana contou que a escolha pela Educação Física aconteceu pela identificação com o curso e pela conexão com a área da saúde e do bem-estar.

    “Eu sempre gostei de Educação Física. Acho divertido, é uma área ligada à saúde e ao bem-estar. Estou muito feliz. Os professores são maravilhosos, meus colegas também, e eu estou gostando muito dessa nova fase. Tenho alegria em ir para as aulas e estou apaixonada pela Unileão”, destacou.

    Ela também elogiou o acolhimento recebido no curso e a relação construída com os docentes: “O nosso coordenador, professor Caldas, é maravilhoso. Todos os professores são ótimos”, completou.

    Uma conquista celebrada junto de quem está chegando

    Em seu discurso, o coordenador dos cursos de Educação Física da Unileão, professor José de Caldas, falou sobre o significado de iniciar a trajetória universitária e relembrou a própria história dentro da Instituição, onde foi estudante entre os anos de 2008 e 2012.

    “Entrar na universidade nunca é apenas ocupar uma cadeira em uma sala de aula. É aceitar um desafio e compreender que, a partir de agora, vocês começam a construir uma formação profissional, mas também uma nova forma de enxergar o mundo, as pessoas e a si mesmos”, destacou.

    O professor também compartilhou experiências vividas durante a graduação e reforçou que a Educação Física vai além do esporte e das práticas esportivas: “Foi aqui que eu aprendi que a Educação Física vai muito além da academia, da quadra ou do esporte. É cuidado, saúde, inclusão, escuta e transformação social”, ressaltou.

    Ainda durante a cerimônia, o coordenador se emocionou ao compartilhar uma conquista recebida no fim da tarde do dia anterior: a nota máxima conquistada pelo curso de Educação Física Licenciatura da Unileão no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade).

    “Conseguimos a maior nota que poderíamos alcançar e hoje o nosso curso é nota 5, nota máxima. Compartilhar essa conquista durante essa cerimônia também significa reforçar o compromisso que estamos construindo juntos desde agora”, declarou.

    Veja alguns registros da Cerimônia!

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    O instante em que cada sonho subiu ao pódio

    Por fim, a cerimônia foi finalizada com a entrega de medalhas aos estudantes. Ao lado de padrinhos e madrinhas, os ingressantes receberam a homenagem sob aplausos, abraços emocionados e palavras de incentivo vindas das famílias.

    Enquanto colocavam as medalhas no pescoço dos estudantes, muitos padrinhos aproveitavam o momento para dizer palavras de carinho, orgulho e apoio. Entre sorrisos e olhos marejados, uma mãe parabenizava o filho e desejava que Deus abençoasse sua nova caminhada.

    Por alguns instantes, o auditório parecia compartilhar o mesmo sentimento: o de que cada estudante ocupava, naquele momento, o lugar mais alto de um pódio construído com sonhos, coragem e vontade de começar.

    Confira mais registros!

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  • Unileão celebra a IV Cerimônia da Educação Física

    Unileão celebra a IV Cerimônia da Educação Física

    O Centro Universitário Doutor Leão Sampaio sedia a IV Cerimônia da Educação Física no dia 20 de maio, quarta-feira, a partir das 18h. O local do evento será o Auditório do Bloco A , no Campus Lagoa Seca, e é voltado para graduandos ingressantes e concluintes dos cursos de Bacharelado e Licenciatura em Educação Física, familiares, amigos e comunidade acadêmica.

    O objetivo da solenidade é recepcionar os estudantes ingressantes e celebrar o final de ciclo das turmas concluintes do curso de Educação Física da Unileão. O momento simboliza o compromisso ético e a valorização da formação profissional daqueles que escolheram a Educação Física como área de atuação, seja em contextos formais ou não formais.

    Serviço

    IV Cerimônia da Educação Física

    Data: 20 de maio

    Horário: A partir das 18h

    Local: Auditório do Bloco A – Campus Lagoa Seca

    Endereço: Av. Maria Letícia Leite Pereira s/n, Lagoa Seca – Cidade Universitária, Juazeiro do Norte – CE

  • Aluna Atleta da Unileão é campeã de atletismo no Jogos Universitários Cearenses

    Aluna Atleta da Unileão é campeã de atletismo no Jogos Universitários Cearenses

    A ultrapassagem da linha de chegada para um corredor significa escrever mais um capítulo de superação. Os treinos, desafios e renovações da jornada são lembrados e transformados em força para um grande fechamento de prova. É assim que a atleta de alto rendimento Loise Victória ultrapassou a linha de chegada para receber não uma, mas três medalhas nos Jogos Universitários Cearenses (JUCs), realizados nos dias 11 e 12 de abril em Fortaleza, capital cearense.

    Natural de Juazeiro do Norte, Loise é aluna do terceiro semestre do curso de Educação Física do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) e atleta por excelência. A paixão pela corrida foi herdada de seus pais, também atletas da modalidade, e responsáveis pela equipe de atletismo mais antiga da cidade, fundada em 1991. Loise compartilha que a mãe correu até os três meses de sua gestação e que, desde o nascimento, pode se inspirar no exemplo de casa. “As corridas que ela participava, as viagens, a maioria eu participava juntamente com ela e com o meu pai. Nisso não houve jeito, eu tomei gosto”, conta.

    Durante a infância, seu pai a levava em corridas infantis que apareciam na região e, aos dez anos, a universitária decidiu começar a treinar por conta própria. “Até onde Deus pretender, eu não vou parar”, ressalta.

    Treze anos depois, agora com 23 anos, a corredora representou a Unileão nos Jogos Universitários Cearenses e saiu consagrada como campeã dos 10.000 metros e vice-campeã dos 5.000 e 1.500 metros. As excelentes posições criam expectativas para a classificação nos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs) deste ano. Em 2025, Loise Victória percorreu esse caminho e levou a Unileão para a fase nacional em Brasília, tendo destaque como uma das seis melhores atletas femininas nas categorias de 5.000 e 10.000 metros do país.

    Dos treinos às provas

    De acordo com o site oficial das Olímpiadas, as corridas fazem parte de um leque de provas do atletismo, obrigatoriamente realizadas no sentido anti-horário e com a linha de chegada em um local comum para todas as provas. Os tipos de corrida variam: longa distância, de meia-distância, de velocidade, de revezamento e com barreiras.

    Loise competiu nas de longa distância (10.000 e 5.000 metros) e na de média distância (1.500 metros). Essas provas exigem estratégias diferentes: nas mais longas, por exemplo, deve-se priorizar a resistência do corpo; e as de menor distância, a velocidade. A autoconsciência corporal é uma habilidade notória em atletas de alto rendimento, como Loise explica: “Eu tomo conhecimento da condição do meu corpo no aquecimento. Porque há dias e dias. Há dias que você está bem, outros dias não. Através do aquecimento eu já sei como o meu corpo vai responder durante a prova”.

    Ter confiança é essencial para realizar uma boa prova, assim como lembrar de todo o treinamento e compreender que não é sobre ser melhor do que ninguém, mas sobre ser melhor do que si mesmo. Pouco antes da largada, Loise sabe que está preparada e pronta para se superar mais uma vez.

    Mas até chegar no momento da competição, é preciso conciliar os treinos com estudo, trabalho e casa. “Quando entrei aqui na faculdade, eu treinava de noite. Aí nisso tive que me readaptar com relação aos meus treinamentos e minha rotina”, explica a estudante, que já possui uma graduação anterior em letras-inglês, “Comecei a treinar de manhã, de tarde, em horários quentes mesmo. Porque a aula começa às seis horas [da noite]”. A corredora treina de três a quatro horas por semana, além de participar de provas da região, como duas meias maratonas e a III Corrida Unileão.

    Apoio e próximos passos

    Loise Victória ingressou no Centro Universitário através do Programa Bolsa Social e relembra que o Complexo-Esportivo foi um dos principais motivos para a escolha da instituição. Hoje, ela usufrui de sua expertise como atleta e da estrutura do campus nas aulas que envolvem corrida.

    A Unileão apoia o esporte universitário, desde os equipamentos até o incentivo para competir, garantindo o diferencial na vida de atletas universitários. Começar um curso de nível superior não deve implicar no abandono de uma parte fundamental da identidade do aluno, como o esporte é a de um atleta. “A Unileão me apoiou muito nas etapas do universitário. No ano passado, me ajudaram muito com as passagens para Brasília. Este ano também”, diz a corredora.

    Para quem deseja participar de competições universitárias, o recado dela é claro: “Esporte é saúde”. Como atleta profissional, a competição se torna seu objetivo central, mas praticar esportes proporciona uma melhor qualidade de vida para qualquer um, competidor ou não.

    Os próximos passos de Loise Victória são em direção a novos patamares, evoluindo e melhorando o ritmo, sem medo de ir atrás do que quer. No futuro, deseja se tornar treinadora e atuar no desenvolvimento de novos atletas. Sair do mundo da corrida não é uma opção, pois, segundo ela, é o que a faz ser quem é.

  • Academia-Escola da Unileão celebra 7 anos com semana de desafios para alunos

    Academia-Escola da Unileão celebra 7 anos com semana de desafios para alunos

    A Academia-Escola do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) celebra seu sétimo aniversário com uma semana especial dedicada a desafios físicos e superação. A programação acontece de 6 a 10 de abril e convida alunos e alunas a testarem seus limites em diferentes exercícios. Os melhores desempenhos serão reconhecidos com premiações no dia 13 de abril.

    Embora o aniversário oficial da Academia-Escola seja no dia 11 de abril, as comemorações começam antes e com intensidade. Ao longo da semana, os participantes poderão competir em provas que exigem resistência, força e foco.

    Confira a programação

    06/04 – Máximo de abdominais em 1 minuto;

    07/04 – Agachamento isométrico na parede;

    08/04 – Suspensão na barra fixa;

    09/04 – Máximo de flexões em 1 minuto (mulheres com joelhos apoiados);

    10/04 – Máximo de tempo em prancha baixa;

    13/04 – Entrega das premiações para os melhores desempenhos.

    Vale ressaltar que a participação é exclusiva para alunos e alunas da Academia-Escola.

    Ainda não é aluno(a) da Academia-Escola?

    Quem ainda não faz parte da Academia-Escola pode realizar a matrícula diretamente na recepção do anexo, no Campus Lagoa Seca. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (88) 2101-1047 ou pelos e-mails academiaescola@leaosampaio.edu.br e atividadeesportiva@leaosampaio.edu.br.

    Formação prática e impacto na comunidade

    Inaugurada em 2019, a Academia-Escola integra o Complexo Esportivo da Unileão e desempenha um papel essencial na formação prática dos estudantes de Educação Física. O espaço é destinado a alunos, docentes e colaboradores da Instituição.

    Além disso, a iniciativa também alcança a comunidade, oferecendo atividades gratuitas voltadas para idosos e pessoas com hipertensão, diabetes e obesidade, reforçando o compromisso da Unileão com saúde e qualidade de vida.

    O funcionamento ocorre nos três turnos, sendo necessário escolher um deles para a prática das atividades.

    Confira mais informações aqui!

  • Unileão divulga resultado final do processo seletivo do PIBID

    Unileão divulga resultado final do processo seletivo do PIBID

    O Centro Universitário Dr. Leão Sampaio (Unileão) divulgou o resultado final do processo seletivo referente ao Edital nº 02/2026 do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID/UNILEÃO), que trata da seleção de estudantes do curso de Licenciatura em Educação Física para o preenchimento de vagas remanescentes.

    Confira aqui o resultado final do processo seletivo!

    O resultado final foi definido após a conclusão de todas as etapas previstas em edital, incluindo a análise da Carta de Motivação, da Média Global dos candidatos e a realização das entrevistas, obedecendo rigorosamente aos critérios de pontuação e à ordem decrescente de classificação.

    O PIBID é uma iniciativa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e tem como objetivo fortalecer a formação inicial de professores, promovendo a inserção dos licenciandos no contexto das escolas públicas de educação básica, por meio de experiências pedagógicas supervisionadas e articuladas à formação acadêmica.

    Os candidatos classificados dentro do número de vagas ofertadas passarão a integrar o programa como bolsistas, com bolsa mensal no valor de R$ 700,00, conforme as normas estabelecidas pela CAPES. Também será formado cadastro de reserva, que poderá ser convocado de acordo com a necessidade do programa e a disponibilidade de vagas durante a vigência do edital.

    Orientações aos candidatos

    Os estudantes selecionados deverão acompanhar atentamente as orientações divulgadas no edital e nos canais oficiais da UNILEÃO, especialmente quanto aos prazos e procedimentos para início das atividades no programa.

  • Unileão divulga resultado preliminar do processo seletivo do PIBID

    Unileão divulga resultado preliminar do processo seletivo do PIBID

    O Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) divulgou o resultado preliminar do processo seletivo referente ao Edital nº 02/2026 do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID/Unileão). A seleção é destinada a estudantes do curso de Licenciatura em Educação Física, visando ao preenchimento de vagas remanescentes no programa.

    Confira aqui o resultado preliminar do processo seletivo!

    O resultado preliminar foi elaborado com base nas etapas previstas em edital, que incluem a análise da Carta de Motivação, a Média Global dos candidatos e a realização das entrevistas, seguindo rigorosamente os critérios de pontuação estabelecidos.

    O PIBID é uma iniciativa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e tem como finalidade fortalecer a formação inicial de professores, promovendo a inserção dos licenciandos no contexto das escolas públicas de educação básica, por meio de experiências pedagógicas supervisionadas e articuladas à formação acadêmica.

    Orientações aos candidatos

    Os candidatos que desejarem interpor recurso contra o resultado preliminar devem observar atentamente os prazos, critérios e procedimentos descritos no edital. A divulgação do resultado final ocorrerá após a análise dos recursos, conforme o cronograma oficial.

    A Unileão reforça a importância de que os candidatos acompanhem regularmente os canais oficiais da instituição para atualizações e demais orientações sobre o processo seletivo.