{"id":60790,"date":"2024-06-10T14:28:43","date_gmt":"2024-06-10T17:28:43","guid":{"rendered":"https:\/\/unileao.edu.br\/?p=60790"},"modified":"2024-06-10T14:28:43","modified_gmt":"2024-06-10T17:28:43","slug":"curso-de-biomedicina-da-unilao-inaugura-laboratorio-vivo-de-plantas-medicinais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/hml.unileao.edu.br\/2024\/06\/10\/curso-de-biomedicina-da-unilao-inaugura-laboratorio-vivo-de-plantas-medicinais\/","title":{"rendered":"Curso de Biomedicina da Unil\u00e3o inaugura \u201cLaborat\u00f3rio Vivo de Plantas Medicinais\u201d"},"content":{"rendered":"<p dir=\"ltr\">Na regi\u00e3o do Cariri, plantas como babosa, arruda, malva do reino, boldo, capim santo e ora-pro-n\u00f3bis, entre outras, possuem propriedades medicinais e s\u00e3o bastante utilizadas para tratamento de enfermidades. Encontradas especialmente na rica biodiversidade da Chapada do Araripe, essas plantas representam uma valiosa fonte de conhecimento para a promo\u00e7\u00e3o da sa\u00fade, desempenhando um papel central na produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica do curso de Biomedicina da Unile\u00e3o.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Esse foi um dos motivos que inspirou a cria\u00e7\u00e3o de uma horta de plantas medicinais no campus Sa\u00fade, que recebeu o nome de \u201cLaborat\u00f3rio Vivo\u201d em refer\u00eancia ao local onde os biom\u00e9dicos realizam suas pr\u00e1ticas.. A inaugura\u00e7\u00e3o ocorreu na manh\u00e3 desta quinta-feira, 6 de junho, com uma mesa-redonda que entrela\u00e7ou o conhecimento popular e cient\u00edfico, sob a media\u00e7\u00e3o da professora Ra\u00edra Justino, pesquisadora na \u00e1rea.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Os convidados foram o professor Jos\u00e9 Walber Gon\u00e7alves Castro, docente e pesquisador da Unile\u00e3o, e Maria Anuncia\u00e7\u00e3o Barros de Aquino, popularmente chamada de dona Neta, rezadeira da cidade de Ex\u00fa, no sert\u00e3o de Pernambuco. H\u00e1 15 anos, ela descobriu que o conhecimento ancestral das plantas medicinais era um chamado divino para ajudar a comunidade onde vive. O professor Walber, por sua vez, disse que a motiva\u00e7\u00e3o para pesquisar essas plantas surgiu ao observar a av\u00f3, uma rezadeira, assim como dona Neta.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cTodo o conhecimento dos rem\u00e9dios que n\u00f3s temos, hoje, nas farm\u00e1cias, sa\u00edram das plantas que a gente cultiva no quintal\u201d, disse dona Neta. O professor Walber complementou: \u201cA pesquisa nasce de uma pergunta, e eu sempre questionava minha av\u00f3 sobre as propriedades das plantas. Da\u00ed veio minha curiosidade de pesquis\u00e1-las\u201d.<\/p>\n<h3 dir=\"ltr\">Saberes e aprendizagens<\/h3>\n<p dir=\"ltr\">Segundo a professora Ana Ruth Sampaio, uma das respons\u00e1veis pelo projeto junto aos professores Fl\u00f3rido Sampaio e Ra\u00edra Justino, os estudantes envolvidos no Laborat\u00f3rio Vivo participaram ativamente de todas as etapas, desde o preparo do solo at\u00e9 o cultivo das mudas. Os pr\u00f3ximos passos incluem a cataloga\u00e7\u00e3o das propriedades medicinais delas.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cEspera-se conectar o conhecimento popular e o conhecimento cient\u00edfico proporcionando a dissemina\u00e7\u00e3o segura da utiliza\u00e7\u00e3o dessas plantas na promo\u00e7\u00e3o da sa\u00fade e do bem-estar\u201d, afirma a professora. Ela tamb\u00e9m explica que uma horta inserida em uma institui\u00e7\u00e3o de ensino pode funcionar como um laborat\u00f3rio vivo, permitindo o desenvolvimento de diversas atividades pedag\u00f3gicas em educa\u00e7\u00e3o, integrando teoria e pr\u00e1tica de forma contextualizada.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A este respeito, Carlos Eduardo Canuto Carvalho, aluno do primeiro semestre, compartilha: \u201cA experi\u00eancia est\u00e1 sendo muito gratificante; fico feliz pela faculdade proporcionar este momento n\u00e3o s\u00f3 para os alunos, mas para todos\u201d. Ana Beatriz Oliveira Bezerra, outra participante do projeto, o considera \u201ctransformador para minha vida acad\u00eamica, proporcionando v\u00e1rias viv\u00eancias e aprendizados\u201d, enquanto Ana Carolina Magalh\u00e3es de Oliveira prev\u00ea que \u201co projeto ser\u00e1 um sucesso e contribuir\u00e1 significativamente para o desenvolvimento de futuras pesquisas\u201d.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><b>Confira abaixo alguns registros da inaugura\u00e7\u00e3o, que, ao final, ofereceu uma degusta\u00e7\u00e3o de ch\u00e1s aos participantes!<\/b><\/p>\n<p dir=\"ltr\">[su_image_carousel source=&#8221;media: 60805,60814,60806,60804,60807,60808,60809,60810,60811,60821,60812,60813,60818,60816,60817,60815,60819,60820&#8243; limit=&#8221;30&#8243; slides_style=&#8221;photo&#8221; crop=&#8221;none&#8221; align=&#8221;center&#8221; max_width=&#8221;70%&#8221; captions=&#8221;yes&#8221; dots=&#8221;no&#8221; autoplay=&#8221;2&#8243;]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Projeto est\u00e1 vinculado ao Programa de Educa\u00e7\u00e3o Ambiental e Sustentabilidade (PEAS) e pretende entrela\u00e7ar o conhecimento popular e cient\u00edfico para dissemina\u00e7\u00e3o da utiliza\u00e7\u00e3o segura dessas plantas na promo\u00e7\u00e3o da sa\u00fade e do bem-estar.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":60806,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[10],"tags":[108,2392],"editoria":[],"class_list":["post-60790","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-biomedicina","tag-biomedicina","tag-plantas-medicinais"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/hml.unileao.edu.br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/60790","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/hml.unileao.edu.br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/hml.unileao.edu.br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/hml.unileao.edu.br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/hml.unileao.edu.br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=60790"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/hml.unileao.edu.br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/60790\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/hml.unileao.edu.br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/60806"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/hml.unileao.edu.br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=60790"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/hml.unileao.edu.br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=60790"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/hml.unileao.edu.br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=60790"},{"taxonomy":"editoria","embeddable":true,"href":"https:\/\/hml.unileao.edu.br\/wp-json\/wp\/v2\/editoria?post=60790"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}